quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Exposição do Titanic chega em Curitiba (2010)

No dia 27 de outubro chega a Curitiba uma das exposições de maior sucesso no mundo, vista por mais de 22 milhões de pessoas, “Titanic: A Exposição - Objetos reais, histórias reais”.  A mostra será inaugurada dia 27 de outubro, no ParkShoppingBarigüi.

Ao todo, 243 objetos originais retirados do fundo do mar nos levam ao ano de 1912, a bordo do Titanic. Além disso, a mostra traz a reprodução de um iceberg de 3,5 metros no qual os visitantes poderão colocar as mãos para sentir as baixas temperaturas da noite do naufrágio.

Belas recriações de ambientes, como as cabines de primeira e terceira classe e a sala das caldeiras também fazem parte da exposição. Uma das curiosidades é um pedaço do casco do Titanic, que é a única peça original da exposição que poderá ser tocada pelo público.

Em 15 de abril de 1912, Titanic, o maior navio do mundo naquela época, afundou depois de colidir com um iceberg, provocando a morte de mais de 1.500 pessoas. 

Quando chegam à exposição, os visitantes são levados a 1912, recebendo logo na entrada uma réplica do cartão de embarque de um passageiro real que esteve a bordo do Titanic. Em seguida entram em uma viagem cronológica da trajetória do navio, deslocando-se através de sua construção, passando pela vida a bordo, pelo naufrágio malfadado até os incríveis esforços de resgate.

Vista por mais de 22 milhões de pessoas em 85 cidades ao redor do mundo, a exposição apresenta 243 objetos reais.

A exposição foi projetada com foco no legendário RMS Titanic e nas histórias reais das 2.228 pessoas a bordo. Os 243 objetos originais retirados do fundo do mar provocam uma ligação com toda a história do Titanic.

Frascos de perfumes de um fabricante que viajava à Nova York para vender suas amostras, um alfinete de diamantes e uma escotilha verdadeira da embarcação são alguns dos artefatos que estarão expostos no Brasil.

Além disso, a mostra traz a reprodução de um iceberg de 3,5 metros no qual os visitantes poderão colocar as mãos para sentir as baixas temperaturas da noite do naufrágio, belas recriações de ambientes, como as cabines de primeira e terceira classe e a sala das caldeiras, que inspiram os visitantes a lançarem um olhar comovente sobre o trágico naufrágio, uma conexão emocional com as vidas que foram bruscamente interrompidas ou para sempre alteradas.

Serviço:  A exposição foi em 2010 e não esta mas disponível.

Hitler planejou pessoalmente putsch de 1934.

Adolf Hitler teria planejado pessoalmente o golpe de Estado contra o governo austríaco de Engelbert Dolfuss, assassinado em 25 de julho de 1934, segundo um historiador de Viena que se baseia em escritos de Joseph Goebbels, chefe da propaganda nazista.


Em um estudo publicado esta semana na publicação Cadernos Trimestrais da História Contemporânea, Kurt Bauer concluiu que, "segundo todas as evidências", o golpe de Estado em Viena foi pessoalmente supervisionado por Hitler.

Bauer menciona em particular uma nota de 22 de junho de 1934 no diário de Goebbels.
"Domingo na casa do Fuhrer. A questão austríaca foi abordada. Isto funcionará? Sou muito cético...", escreveu o dirigente nazista após um encontro com Hitler em Bayreuth.
Para Bauer, foi em Bayreuth onde foi organizado o 'putsch' de julho.

"Hitler organizou uma reunião muito importante dois dias antes do golpe de Estado. Isto significa que levava muito a sério esta questão. Durante esta reunião, deu o consentimento para a operação", afirma o historiador.
Kurt Bauer menciona também outros fatos de ordem diplomática que podem explicar a decisão de Hitler: a visita prevista de Dolfuss à França e Itália, assim como os boatos de um encontro entre o ditador fascista italiano Benito Mussolini e Louis Barthou, ministro francês das Relações Exteriores.

"A aproximação entre Áustria, França e Itália era o que mais temia Hitler, pois era uma situação que isolava diplomaticamente a Alemanha", explica o historiador.

Engelbert Dollfuss, chanceler de tendência ultra-conservadora a partir de 20 de maio de 1932, combateu de maneira feroz a anexação da Áustria pela Alemanha (Anschluss), desejada pelos nazistas desde a chegada de Hitler ao poder na Alemanha, em 30 de janeiro de 1933.

Em 25 de julho de 1934, os nazistas austríacos invadiram a chancelaria em Viena, com o objetivo de impor um novo governo dirigido por Anton Rintelen, mais favorável a Hitler. Engelbert Dollfuss foi assassinado na tentativa fracassada de golpe de Estado.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Carta de Einstein sobre perseguição Nazista.

Einstein mostrava-se preocupado com os judeus.
Uma carta, escrita por Albert Einstein, de alerta contra o “perigo calamitoso” que os nazis representavam para os judeus, pouco tempo antes da Segunda Guerra Mundial, foi leiloada por quase 14 mil dólares (10.200 euros), duplicando as expectativas mais altas de venda.

Einstein, que escreveu a Hyman Zinn, um homem de negócios de Nova Iorque, a 10 de Junho de 1939, fala da perseguição que os nazis estavam a fazer aos judeus na Alemanha, destacando a importância de os ajudar e proteger e elogiando Zinn por fazer exactamente isso. “Deve ser uma grande fonte de satisfação para si fazer uma contribuição tão importante na libertação dos nossos companheiros judeus perseguidos por este perigo calamitoso e conduzindo-os para um futuro melhor”, pode ler-se na carta escrita à máquina e assinada à mão com A. Einstein, em papel timbrado da Universidade de Princeton, com o selo original.

Para o Nobel da Física, era importante na altura que os judeus se ajudassem uns aos outros, como sempre aconteceu nas gerações anteriores. “O poder da resistência que permitiu ao povo judeu sobreviver durante milhares de anos baseou-se, em grande medida, na tradição da ajuda mútua”, diz Einstein, para quem a solidariedade das pessoas estava a ser posta à prova, “de maneira severa”, por Adolf Hitler.

“Não temos outra forma de autodefesa além da nossa solidariedade e do nosso conhecimento de que a causa pela qual estamos a sofrer é uma causa transcendental e sagrada”, conclui.

A carta, “em muito bom estado de conservação”, foi leiloada por 13.936 dólares na Califórnia, nos Estados Unidos, superando as expectativas, que apontavam para um preço entre os cinco mil dólares (3600 euros) e os sete mil dólares (5100 euros). Para Sam Heller, responsável pelo leilão, o valor da carta está no conteúdo poderoso, que “mostra que Einstein estava dedicado aos judeus”, disse Heller à CNN.

Einstein nasceu na Alemanha mas renunciou à sua nacionalidade em 1933, quando se mudou para os Estados Unidos, na altura em que Adolf Hitler chegou ao poder.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Os alemães aplaudiam as atrocidades do nazismo.

 No livro 'Apoiando Hitler', historiador reúne provas do apoio do povo.

Corpos de Judeus em campo de Concentração.
Contrariando estudiosos que dizem que as atrocidades do nazismo eram desconhecidas por grande parte da população alemã, a escritora Christa Wolf declarou certa vez que para saber sobre a Gestapo, os campos de concentração e as campanhas de discriminação e perseguição bastava ler os jornais. Para comprovar essa hipótese, o renomado professor de história da Universidade Estadual da Flórida Robert Gellately reúne provas de que a sociedade tinha acesso a essas informações em seu mais novo livro, Apoiando Hitler: Consentimento e coerção na Alemanha nazista, lançado em julho no Brasil (Ed. Record, tradução de Vitor Paolozzi, 518 páginas).

De acordo com o autor, Hitler não só divulgou abertamente as ações do governo, que assumira em agosto de 1934, como também conquistou amplo apoio popular para colocá-los em prática. "Ele não queria subjugar os alemães, mas conquistá-los. Para isso, polia os ideais germânicos, construía imagens populares positivas na imprensa e manipulava fobias milenares", pontua Gellately.


Frustrados com o experimento democrático da República de Weimar (1918 a 1933) - instaurada na Alemanha logo após a I Guerra Mundial, herdando todo o peso da derrota do país na disputa, resultando em caos econômico, social e político -, os alemães se mostraram orgulhosos ao enxergar Hitler como um líder que conseguiu lhes devolver a sensação de segurança e normalidade, além de combater o desemprego e a inflação. Ao avaliar um vasto material sobre a polícia secreta e os campos de concentração publicados na imprensa naquele período, Gellately comprova que o povo alemão formou a base sólida do regime nazista.

As autoridades não só publicavam histórias de "crime e castigo", como elaboravam uma teoria prisional e policial coerente, racional e científica. Explorando os arquivos da Gestapo, Gellately foi além de qualquer outro historiador. "As provas materiais foram destruídas por toda parte, exceto em três cidades - e foi ali que foquei minhas pesquisas", conta o autor.

Carta inédita de Adolf Hitler.

Hitler já odiava os judeus e previa a sua eliminação em 1919. Museu exibe carta escrita por ditador quando ainda era cabo do Exército.

Uma carta inédita escrita por Adolf Hitler em 1919 é prova do ódio precoce do ditador nazista em relação aos judeus e de sua crença de que eles deveriam ser removidos da Alemanha por um "governo brutal". O documento, elaborado pelo mentor do holocausto quando ele era apenas um cabo do Exército alemão, começou a ser exibido ao público pela primeira vez no Museu da Tolerância de Los Angeles, nos Estados Unidos.

Segundo o rabino Marvin Hier, que dirige o Centro Simon Weisenthal, que opera as instalações, a carta é o documento mais importante do arquivo histórico do museu, já que mostra que, muito antes de Hitler se tornar poderoso, já exaltava o anti-semitismo e anunciava a "necessidade" de eliminação dos judeus.

A importância da carta se deve especialmente ao fato de que não há registros de que Hitler tenha ordenado pessoalmente o extermínio dos judeus nos campos de concentração. Há suposições de que, na verdade, seus assessores teriam sido os principais responsáveis pelo holocausto - e a ideia não teria sido originalmente do próprio ditador. "A carta nos mostra que de fato foi ideia de Adolf Hitler se livrar dos judeus", diz Hier. "Ele teve essa ideia quando ainda era ninguém - e depois de 21 anos implementou tudo o que escreveu: eliminou um terço dos judeus no mundo."

Na carta, o futuro ditador alemão afirma que um governo poderoso poderia reduzir a ameaça dos judeus se negasse a eles os seus direitos. Mas o objetivo final seria a eliminação de todos os judeus juntos. A veracidade do documento, de quatro páginas, foi comprovada por um especialista em caligrafia. Os sobreviventes do holocausto foram os primeiros a ver a carta exibida no museu.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Documento confirma multa a Adolf Hitler.

Dois agentes de polícia que controlavam a velocidade do trânsito na aldeia de Baar-Ebenhausen, altura da estrada que leva a Munique, na Alemanha, mal sabiam quem eles multariam no dia 19 de setembro de 1931. A bordo de seu carro pessoal, uma Mercedes, Adolf Hitler cruzava o trecho em alta velocidade dois anos antes de chegar ao poder e liderar seu país nos maiores conflitos armados da história. As informações são do jornal inglês Daily Mail.

A multa foi encontrada recentemente nos arquivos bávaros. Às 13h37 daquele dia, o veículo cruzou uma distância de 200 m em 13 segundos a 55,3 km/h - o dobro da velocidade máxima permitida no local. Os policiais anotaram a placa, "IIA 19357", e descobriram de quem se tratava. A infração foi imediatamente enviada ao domicílio do ditador em Munique.
 
Segundo o Daily Mail, não há confirmação se a multa foi paga, mas outro documento traz estampada a palavra "solucionado". Outro registro aponta que Hitler não estava conduzindo o veículo e que ele havia instruído o seu chofer, Julius Schreck, "a dirigir o mais rápido possível".

O documento também indica que o ditador poderia estar viajando a Munique devido ao suicídio de sua meia sobrinha, Geli Raubal, 23 anos. No dia anterior, a jovem deu um tiro na própria cabeça com uma pistola na casa de Adolf Hitler.

Cinzas do rapper Tupac Shakur viraram baseado.

O coletivo hip-hop Outlawz, fundado pelo falecido Tupac Shakur, confirmou que fumaram as cinzas do rapper. Em uma entrevista à Vlad TV, os membros Young Noble and EDI Mean revelaram que o grupo colocou as cinzas do falecido astro do hip-hop em um baseado como homenagem.

Tupac morreu baleado em Las Vegas em 1996. Depois de ser cremado, o Outlawz   seguiu o desejo do rapper, expressado na letra da música Black Jesus: "Last wishes, niggas smoke my ashes" ('último desejo, manos, fumem minhas cinzas').

"Sim, isso é definitivamente verdade", disse Young Noble. "Fizemos um pequeno memorial para ele com a mãe e família. Chegamos à praia e jogamos um monte de besteiras que ele gostava ao mar. Algumas ervas, asas de frango, ele amava refrigerante de laranja. Pac gostava desse tipo de porcaria, então nós demos a ele sua grande despedida."

EDI Mean confirmou em seguida que levou as cinzas de Tupac. "Eu fui lá e levei essa merda. Se você ouvir 'Black Jesus', ela diz: 'Último desejo, manos, fumem minhas cinzas'. Esse foi um pedido que ele fez. Agora, se ele levava isso a sério? Nós levamos bem a sério", concluiu.

Encontrado maior tesouro da história.

Foi encontrado um navio afundado durante a Segunda Guerra Mundial a mais de 4 mil metros de profundidade, no Oceano Atlântico. Os exploradores descobriram também um tesouro com cerca de 240 toneladas de prata, avaliado em cerca de 150 milhões de euros.

SS Gairsoppa em 1940.


A empresa norte-americana Odyssey Marine Exploration, que se dedica à exploração de barcos naufragados com cargas valiosas, anunciou a descoberta do cargueiro britânico "SS Gairsoppa" na segunda-feira e afirmou estar já a trabalhar na recuperação da carga.


"Tendo em conta o estado e a exposição dos destroços do naufrágio, estamos quase convencidos que podemos recuperar a carga", frisou Andrew Craig, director do projecto, que confessou estar entusiasmado com a descoberta.

Os pesquisadores foram capazes de confirmar, graças a um submarino dirigido por controlo remoto, a localização e a identificação do navio abatido pelos alemães no mês de Fevereiro de 1941, em plena Segunda Guerra Mundial. Veja o video:



O "SS Gairsoppa" está a 4700 metros de profundidade no Oceano Atlântico e a 480 quilómetros da costa da Irlanda, informou a companhia de exploração.

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