terça-feira, 24 de abril de 2012

Francês afirma ser neto de Hitler


Um encanador francês foi à mídia para fazer uma revelação espantosa. Philippe Loret afirma ser o neto de Adolf Hitler.

Loret contou que seu pai, Jean-Marie, deu a notícia a ele e aos seus seis irmãos 40 anos atrás, durante o jantar. "De repente, meu pai disse: 'Crianças, tenho algo para lhes contar. O avô de vocês é o Adolf Hitler'".

O homem diz que só trouxe a informação à tona agora porque soube de novas evidências que corroboram o que seu pai havia revelado. No mês passado, o filho de um soldado que desembarcou na Normandia no chamado "Dia D", importante ataque dos Aliados em 1944, divulgou anotações do diário de seu pai.

Leonard Wilkes anotou que fez uma visita a uma mulher que dizia ter tido um filho com Hitler anos antes, e que à época o jovem estava servindo no Exército francês contra os alemães.

O relato corroboraria a versão do pai de Philippe Loret, que morreu em 1985 aos 67 anos. Jean-Marie Loret dizia que sua mãe, a francesa Charlotte Lobjoie, teve no verão de 1917 um breve romance com o ditador austríaco que comandou a Alemanha. À época, ele era ainda um jovem combatente alemão em missão no norte da França.

Hitler nunca assumiu oficialmente ter nenhum filho ou filha.

Testes recentes mostraram que ele e Jean-Marie têm o mesmo tipo sanguíneo e escrita similar. Documentos do Exército alemão mostram que oficiais fizeram entregas de envelopes com dinheiro para Charlotte durante a II Guerra Mundial.




quinta-feira, 12 de abril de 2012

Homenagem a vítimas do Titanic (2012)

Cem anos depois que o Titanic partiu do porto de Southampton, na Inglaterra, para dar início à sua viagem inaugural, uma gravação do apito do navio marcou o início de um minuto de silêncio no cais.


A cidade lembrou o acidente e os 1,5 mil passageiros e tripulantes que morreram no naufrágio perto de Newfoundland no dia 15 de abril de 1912.

Muitas das pessoas que na terça-feira se reuniram ao lado do cais 43/44, onde o Titanic recebeu a maioria dos cerca de 2.225 passageiros e tripulantes que começaram a viagem transatlântica, eram das famílias das vítimas. Oficiais da cidade disseram que dos 900 membros da tripulação, cerca de 685 deles saíram do porto de Southampton e que 538 deles perderam suas vidas. Muitos de seus parentes choraram durante a comemoração.

O navio, que foi construído em Belfast, saiu de Southampton e ancorou brevemente em Cherbourg, na França, Queenstown, na Irlanda, e depois em Cobh, antes tomar o oceano rumo a Nova York e atingir um iceberg.

Um elemento muito presente nas comemorações, que foi citado pelo pastor anglicano que conduziu uma missa em homenagem às vítimas, foi o de que muitos dos tripulantes que morreram eram homens locais e pobres, que alimentavam os motores à vapor com carvão, e outros que trabalharam nos bastidores do convés. Eles tinham pouca chance de sobrevivência já que a água entrou através de uma fenda causada pelo iceberg ao casco do navio.

Parentes

Muitos daqueles que estavam presentes no cais, enfrentando um vento tempestuoso e gelado, seguravam fotografias de seus parentes. Eles falaram da árdua viagem das pessoas a bordo do Titanic, especialmente aquelas que viajavam na segunda e terceira classes, que estavam partindo para a América em busca de novas oportunidades.

A Banda Real da Marinha tocou um trecho da música "Elgar’s Nimrod", muitas vezes tocada em ocasiões tristes na Grã-Bretanha, enquanto oficiais da Marinha, do governo e parentes caminhavam pelo cais, um após o outro para jogar coroas marcadas com as palavras RMS Titanic na água. A cerimônia foi concluída com o hino "Nearer My God to Thee", música supostamente tocada pelos músicos do Titanic enquanto o navio afundava.

A gravação do apito do navio tocada em frente ao porto contou com a participação de dezenas de navios ancorados, que ofereceram um coro sonoro que acompanhou um rebocador construído nos anos que antecederam a Primeira Guerra Mundial, o Calshot, enquanto ele deixava lentamente o cais em direção ao mar aberto.

Por John F. Burns

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Sepultura dos pais de Hitler foi retirada.

Leonding fica a cerca de 10 quilómetros da cidade, não é um sítio turístico. Mas no cemitério local estão sepultados os pais do ditador alemão. Foi ali, aliás, que Adolf Hitler passou boa parte da sua infância. Agora, uma familiar que não foi identificada, mas que será uma parente distante do pai de Hitler, pediu à autarquia local que a lápide fosse retirada para evitar problemas.

“O local não tem sido visitado constantemente, mas há situações que acontecem de quando em quando”, explicou o presidente da autarquia, Walter Brunner. “A última vez que isso aconteceu foi no Outono, quando houve várias acções de extremistas”. Na altura a campa foi decorada com símbolos nazis, o que também já tinha acontecido em 2009, quando passaram 120 anos após o nascimento de Hitler.

A questão foi debatida na autarquia e com responsáveis da igreja local, que decidiram retirar a lápide, o que acabou por acontecer na quarta-feira. Alois Hitler, funcionário da alfândega, está ali sepultado desde 1903, e Klara Hitler morreu quatro anos depois. Nenhum deles veio a saber o que foi o regime nazi ou a II Guerra Mundial.

Esta não é a primeira vez que se procura evitar romagens de neonazis a campas de pessoas ligadas a Hitler. Em Julho do ano passado foram exumadas as ossadas do número dois do regime, Rudolf Hesse, que acabaram por ser cremadas e deitadas ao mar.

O cemitério onde se encontrava a sepultura de Hesse, em Wunsiedel, na Baviera, tinha-se tornado um local de peregrinações de neonazis. Todos os anos, a 17 de Agosto (o dia da morte de Hess), chegavam grupos para fazer saudações nazis e deixar coroas de flores no túmulo onde estava escrito o epitáfio “Eu Ousei”, apesar de estas manifestações serem proibidas pela lei alemã.

Restos do Titanic serão protegidos.

A Organização das Nações para a Educação, a Ciência, e a Cultura (Unesco) anunciou, no último dia 05, medida no sentido de proteger os destroços do navio Titanic, cujo naufrágio completa 100 anos, no próximo sábado, dia 14. O acidente era considerado imprevisível pelo investimento no projeto.

Com a medida da Unesco, será possível proibir a destruição, a pilhagem, a venda e a dispersão de objetos encontrados no local, onde aconteceu um dos naufrágios mais famosos da história moderna.

A partir da realização da pesquisa submarina, também poderão ser tomadas todas as medidas possíveis para apreender artefatos do Titanic recuperados por pessoas ilicitamente.

Ao completar o centenário do naufrágio no dia 14 de abril, o antigo navio transatlântico pode ser inserido na Convenção da Unesco para Proteção da Herança Cultural Submarina, já que o tratado é válido apenas para destroços que tenham permanecido submersos por pelo menos cem anos, o que é o caso.

“O náufrago do Titanic está presente na memória da humanidade e eu estou agraciado que o local agora pode ser protegido pela convenção da organização”, afirmou a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova.

Os vestígios da embarcação se encontram a uma profundidade de quatro mil metros de profundidade em águas internacionais, próximo de Newfoundland, no Canadá.


O Titanic naufragou em sua viagem inaugural de Southhampton, no Reino Unido, a Nova York, depois de ter se chocado com um iceberg na madrugada de 15 de abril de 1912. O naufrágio deixou mais de 1.500 mortos, sendo que a embarcação tinha 2.200 passageiros. No dia 31 de março de 2012, foi inaugurado em Belfast (Reino Unido) um museu consagrado ao Titanic.

Postagens mais acessadas