quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Frases Walt Disney


“Para começar, pare de falar e comece a fazer.”
“Agora simplesmente me importa ser melhor que ontem.”
“Aprendi que o difícil não é chegar ao topo, mas sim nunca deixar de subir.”
“Gosto do impossível porque lá a concorrência é menor.”
“Posso ensinar qualquer coisa a qualquer um, menos a sorrir.”
“Os sonhos existem para tornar-se realidade.”
“Um homem jamais deveria negligenciar sua família pelo trabalho.”
“Pense, acredite, sonhe e atreva-se!”
“Assim, depois de muito esperar, um dia como qualquer outro decidi triunfar.”
“Se você pode sonhar, você pode fazer.”
“Fantasia e realidade frequentemente se sobrepõem."
“Todos os nossos sonhos podem se realizar, se tivermos a coragem de perseguí-los."
“Decidi não ficar à espera das oportunidades e fui procurá-las."
“Um dia descobri que o meus únicos rivais eram apenas as minhas debilidades e que estas são a única e melhor forma de me superar.”
"Você pode sonhar, criar, desenhar e construir o lugar mais maravilhoso do mundo… mas é necessário ter pessoas para transformar seu sonho em realidade!”

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Dois cardápios do Titanic são leiloados por R$ 335 mil

Dois cardápios do Titanic foram leiloados no último sábado por um valor combinado de 100 mil ibras esterlinas (cerca de R$ 335 mil), segundo informa o jornal Daily Mail. O primeiro deles era de uma refeição destinada apenas a passageiros da primeira classe, em 10 de abril de 1912.
Na primeira refeição à bordo do cruzeiro, os passageiros consumiram itens como foie gras, cordeiro e rosbife, além de champanhe.

 O cardápio foi guardado por dois irmãos que usaram o navio para chegar até Queenstown, na Irlanda. O segundo menu mostra o jantar oferecido pelo estaleiro Harland and Wolff em 31 de maio de 1911, em Belfast, para marcar o lançamento da embarcação à água pela primeira vez.



Fonte: terra.com.br

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Judeu alemão relembra infância como vizinho de Hitler


Aos oito anos, Edgar viu Hitler pela primeira vez (Foto: Arquivo Pessoal/BBC)
Um judeu alemão relatou à BBC como foi passar uma parte de sua infância como vizinho do líder nazista Adolf Hitler.
O historiador Edgar Feuchtwanger contou que tinha apenas cinco anos quando Hitler se mudou para a rua onde ele morava com a família.
Ele se lembra de sua mãe falando naquela época de como eles tinham menos leite porque "o leiteiro deixou muitas garrafas" na casa do líder nazista.
Feuchtwanger cresceu em um bairro rico de Munique e ainda se lembra da primeira vez que viu Hitler caminhando na rua. Foi no começo da década de 30, quando ele saiu para um passeio com sua babá. Na época, tinha oito anos.
Feuchtwanger viu o líder nazista vestido com um casaco e chapéu, saindo de um prédio de apartamentos.
"Ele olhou diretamente para mim. Acho que não sorriu", diz.
Algumas pessoas pararam e gritaram a saudação "heil Hitler". Em resposta, ele levantou o chapéu antes de entrar no carro que o esperava.
"Claro que eu sabia quem ele era, mesmo sendo um menino. Como chanceler, ele dominava toda a cena (política do país)", conta Feuchtwanger.
Sem medo
Naquele momento, porém, a figura de Hitler ainda não gerava medo em Feuchtwanger. "Apenas fiquei curioso de ver ele ali", afirma.
O alemão de 88 anos admite que é estranho lembrar do líder nazista como um vizinho. "Falo sobre como vivi na mesma rua que Hitler como se não fosse grande coisa", diz. "É difícil pensar que pessoas que você viu quase diariamente foram responsáveis por virar o mundo de cabeça para baixo."
Em seu caminho para a escola, Feuchtwanger passava em frente ao prédio onde ficava o luxuoso apartamento do líder nazista, na Prinzregentenplatz, 16, e parava com frequência para tentar ver o chanceler.
"Hitler vinha a Munique nos finais de semana. Sabíamos que ele estava em casa quando podíamos ver os carros estacionados do lado de fora", lembra.
A chegada de Hitler era marcada pelos pneus cantando. Ele vinha em um comboio de três carros, com um grupo de guarda-costas e, logo, um som de botas batendo no chão podia ser ouvido de longe.
As pessoas costumavam parar para saudar o líder nazista. "Toda a coisa nazista estava sendo inculcada em nós na escola", explica Feuchtwanger, acrescentando que os professores faziam as crianças da época desenharem suásticas ou listar os inimigos da Alemanha.

Visita da Gestapo
Na metade da década de 30 algumas famílias de judeus alemães ainda não se sentiam ameaçadas pelo nazismo, mas isso mudou rapidamente.
Edgar Feuchtwanger e sua mãe (Foto: Arquivo Pessoal)
O irmão mais velho do pai de Feuchtwanger, Lion, por exemplo, era um autor de teatro famoso por sua posição contra o nazismo e depois de uma viagem, não voltou mais para a Alemanha.
Os pais de Feuchtwanger pensavam que, de alguma forma, poderiam não ser atingidos pelo nazismo.
No dia 10 de novembro de 1938, porém, oficiais da Gestapo foram a casa da família logo pela manhã para levar o pai de Feuchtwanger, Ludwig. "Eles não o trataram mal. Minha mãe foi muito corajosa", conta o historiador.
Pouco depois, a Gestapo voltou com caminhões e caixas para levar os livros mais valiosos da grande biblioteca da família. "Eles disseram que iriam 'garantir a segurança dos livros'", afirma.
Os dois episódios ocorreram em meio a uma grande onda de violência organizada de nazistas contra judeus na Alemanha e partes ocupadas da Áustria.

Presos em casa

A partir deste momento, Feuchtwanger não podia mais sair de casa nem ir para a escola e passou a conviver apenas com a mãe e familiares próximos.
"Nos sentíamos muito impotentes, (pensando) que alguém poderia nos matar e ninguém faria nada."
A família esperou por notícias de Ludwig durante seis semanas e tudo o que sabiam é que ele tinha sido levado com um dos tios de Feuchtwanger para o campo de Dachau, perto de Munique.
Um dia, sem aviso, o pai de Feuchtwanger foi liberado e chegou em casa exausto e doente.
Quando ele voltou, a família tomou a decisão de deixar a Alemanha e, com a ajuda de familiares que já estavam fora do país, todos conseguiram os vistos para ir para a Grã-Bretanha.
Em fevereiro de 1939, Feuchtwanger e seu pai embarcaram em um trem para Londres. Ludwig voltou para pegar o resto da família e, em maio daquele ano, todos estavam na Inglaterra.
Eles nunca mais voltaram à Alemanha e apenas Feuchtwanger visitou Munique na década de 50.
Ele estudou em Cambridge e deu aulas na Universidade de Southampton, além de publicar vários livros de história e biografias. Casou-se com uma britânica e teve três filhos.
Fonte: BBC Brasil

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Carta que previu a tragédia do Titanic deve será leiloada.

Uma carta rara revela que o jornalista William Stead sabia que o navio Titanic iria afundar, mas mesmo assim embarcou para uma das grandes tragédia da humanidade por acreditar que esta seria sua sorte.

Ele profetizou a morte quando escreveu o conto "Como o navio de correio caiu no Atlântico, por um sobrevivente”, que relata como um navio se choca com uma embarcação causando grande perda de vidas devido à falta de botes salva-vidas.

Em 1886, o autor acrescentou uma nota ao livro. “Isso é exatamente o que vai acontecer". Já em 10 de abril de 1910, a bordo do Titanic, ele escreveu uma carta a um amigo quando o navio saiu de Southampton, na Inglaterra, para Nova York. Em papel timbrado com o nome e logo do navio, o jornalista escreveu: “Eu saí de forma segura e estou escrevendo em um quarto tão confortável como qualquer cidade”.

A carta será leiloada no próximo dia 23, e a meta é alcançar cerca de R$ 130 mil, o equivalente a 40 mil libras. O leiloeiro Andrew Aldridge disse ao jornal inglês “The Mirror” que, apesar do jornalista ser um vidente, ele decidiu embarcar no navio. “Um dos argumentos é que ele acreditava que aquele era o seu destino", contou.

Stead tinha 62 anos e era um dos principais jornalistas de jornais do século 19. Ele estava entre as 1.514 pessoas que morreram quando o navio bateu em um iceberg no Oceano Atlântico, e somente 710 pessoas sobreviveram devido à falta de botes salva-vidas.


Fonte:surgiuentretedimento.com.br

Coleção de joias do Titanic é exposta ao público nos EUA

A maior coleção de joias recuperadas do Titanic estará pela primeira vez exposta ao público desde que foi resgatada do mar, há 25 anos.


O objetivo da mostra, que passará por três cidades norte-americanas, é apresentar ao público as maravilhas da exploração, de acordo com a vice-presidente das coleções do RMS Titanic, Alexandra Klingelhofer. "Somos capazes de fazê-los imaginar como deve ter sido encontrar as belas joias do período Eduardiano."
A exposição de joias foi acrescentada à mostra "Titanic: Exibição de artefatos", aberta este ano em Atlanta, na Georgia, para comemorar o centésimo aniversário do naufrágio do Titanic em 15 de abril de 1912.
As joias são de uma única bolsa encontrada em uma missão de busca em 1987. A coleção inclui anéis de diamante e safira, broches, colares, abotoaduras e um relógio de bolso de ouro. Os curadores têm estudado e preservado as peças para um melhor entendimento das vidas individuais dos passageiros. As joias também serão expostas em Orlando, na Flórida e em Las Vegas. As informações são da Associated Press.
Fonte:uol.com.br

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Novo tipo de dinossauro carnívoro é encontrado

Um novo membro passou a fazer parte da árvore genealógica dos dinossauros. Trata-se do Alnashetri cerropoliciensis, o mais velho da família de dinossauros carnívoros alvarezsáuridos encontrados na América do Sul. Ele viveu há 95 milhões de anos na província argentina de Rio Negro, onde, em 2005, foram encontrados seus fósseis. Sete anos mais tarde, finalmente, sua imagem foi reproduzida como a de um animal com cerca de 50 centímetros de comprimento e 20 centímetros de altura.


Por conta de suas medidas, ele se transformou no menor exemplar do seu grupo, superando um outro que foi descoberto em 1991 por José Bonaparte, batizado com o nome do médico e historiador Gregorio Alvarez Neuquen.



Anos mais tarde, os alvarezsaúridos foram descobertos em várias partes do mundo, mas nenhum tão pequeno como Alnashetri, cujo nome vem do dialeto tehuelche e que significa "pernas finas". A descoberta mostra que os alvarezsáuridos da Argentina não são originários da Ásia, como se acreditava até agora, mas sim que eles já estavam no território desde o início do período Cretáceo Superior.

Entre suas características físicas estão focinhos longos, dentes pequenos, penas e pernas longas. Os alvarezsáuridos pertencem aos terópodes, ou dinossauros carnívoros. Eles eram velozes, mas não podiam voar. Seu parentesco estaria associado ao avestruz, ou a versões menores de aves como perdizes.

O trabalho científico sobre este novo dinossauro foi publicado na revista Fieldiana , do Museu Field, de Chicago, e também foram apresentadas reproduções 2D do animal.


Fonte: BBC

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