quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Museu do Holocausto consegue diário de assessor de Hitler

Washington - O longo diário guardado por um assessor de alto escalão de Adolf Hitler quando supervisionava o genocídio dos judeus e outros grupos durante a Segunda Guerra Mundial, uma peça-chave nas provas durante os Julgamentos de Nuremberg, foi entregue nesta terça-feira ao Museu do Holocausto nos Estados Unidos.

Diário de Alfred Rosenberg, assessor de alto escalão de Adolf Hitler, é exibido no Museu do Holocausto em Washington
Os agentes de Imigração e Alfândega dos EUA encontraram neste ano o diário de 400 páginas de Alfred Rosenberg, em Wilmington, Estado do Delaware, e se apoderaram dele, encerrando uma busca de quase 70 anos pelo documento, que desapareceu depois dos Julgamentos de Nuremberg, em 1946.
"A descoberta e a devolução do Diário de Rosenberg é mais um pequeno, mas significativo, passo para uma compreensão completa e plena da mente depravada dos responsáveis pelo extermínio em massa de judeus e grupos de outras etnias durante a Segunda Guerra Mundial", disse o procurador-geral dos Estados Unidos, Charles Oberly.
Rosenberg acompanhou de perto boa parte do planejamento do Estado nazista, a matança em massa de judeus e outros grupos étnicos, bem como o planejamento da ação na Segunda Guerra mundial.
Rosenberg foi réu nos Julgamentos de Nuremberg, na Alemanha, de 1945 a 1946. Foi considerado culpado de todos os quatro delitos de que era acusado: conspiração para cometer agressão de guerra, crimes contra a paz, crimes de guerra e crimes contra a humanidade. Ele foi enforcado em 16 de outubro de 1946.
Fonte: exame.com

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Chinês manteve bombas da II Guerra embaixo da cama por 25 anos

Um camponês do povoado de Wulong, no centro da China, guardou duas bombas da 2ª Guerra Mundial sob a cama durante 25 anos, informou nesta quarta-feira a imprensa local.


Bombas tinham 40 centímetros de comprimento por dez de diâmetro (Foto: Reprodução/Weibo)
Em depoimento à polícia divulgado pela imprensa, a filha do camponês, de sobrenome Deng, contou que há 25 anos seu pai encontrou as bombas enquanto cavava próximo a um rio.
"Naquela época eu estava na escola e não sabia o que eram aquelas coisas. Os vizinhos também não tinham visto nada parecido, mas meu pai decidiu levar os dois pedaços de ferro e escondê-los embaixo da cama", disse Deng, de 33 anos, que também afirmou que a ideia inicial do camponês era transformar os artefatos em foices.
No ano 2000, o camponês conheceu um veterano da Guerra da Coreia (1950-1953) que lhe revelou a natureza dos dois artefatos, mas ele decidiu continuar guardando os projéteis. Alertada por um grupo de moradores da região, a polícia foi até o local e desativou as bombas, que tinham 40 centímetros de comprimento por dez de diâmetro.
Fonte: G1

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