segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Chapéu de Bonaparte vendido em França por quase dois milhões de euros

Um chapéu de feltro preto do imperador francês Napoleão Bonaparte foi vendido este sábado por quase dois milhões de euros, segundo conta a rádio RTL.

O nome do comprador não foi revelado, mas é sabido que procede da Coreia do Sul. O colecionista pagou pela relíquia 1.884.000 euros. O custo estimado do chapéu oscilava entre 300 e 400 mil euros, mas alguns especialistas não descartavam que poderia ser comprado mesmo por dois milhões de euros.

Foto: AP/Remy de la Mauviniere
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2014_11_16/Chap-u-de-Bonaparte-vendido-em-Fran-a-por-quase-dois-milh-es-de-euros-6296/

É sabido que este é um dos quase 120 chapéus que Napoleão usou durante as batalhas. O chapéu não corresponde ao uniforme de nenhum ramo do Exército Francês de então. Ao total, há 19 chapéus do imperador que sobreviveram até os nossos dias. Alguns deles estão em coleções particulares, outros em museus.

Chapéu de Napoleão Bonaparte (AFP)
Fonte: Radio Voz da Russia.

domingo, 23 de novembro de 2014

Aquarela pintada por Hitler é leiloada por R$ 400 mil na Alemanha

Quadro de 24 x 28 cm foi pintado antes de alemão se tornar ditador. Comércio de pintura de Hitler só é liberado se não tiver símbolos nazistas.


Aquarela pintada por Hitler foi vendida por 130 mil euros em leilão. A imagem mostra a antiga prefeitura de Munique, na Alemanha (Foto: AP Foto/Michael Probst)
Uma aquarela pintada por Adolf Hitler foi leiloada neste sábado (22) em Nuremberg, na Alemanha, por 130 mil euros (cerca de R$ 400 mil), informou a casa de leilões Weidler.
Adolph Hitler_corte690 (Foto: AP)O quadro, de 24 por 28 centímetros, foi adquirido por um comprador anônimo do Oriente Médio.

O comprador da época era o avô de duas irmãs que hoje têm cerca de 70 anos e que entregaram a aquarela à casa de leilões.O alto preço surpreendeu a casa de leilões. Um dos fatores que valorizou o produto é o fato de que está conservada a nota de venda original de 1916, quando o quadro foi comprado em uma galeria de Munique.
O comércio de pinturas de Hitler só está proibido na Alemanha nos casos em que nas obras apareçam símbolos nazistas. Hitler, antes de começar sua carreira política, tentou a sorte como pintor, sem sucesso.
Fonte: G1

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Participação do Brasil na 1ª Guerra trouxe ganhos modestos e baque econômico

A Primeira Guerra Mundial, cujo armistício é comemorado nesta terça-feira, teve um impacto significativo no Brasil - apesar de uma participação simbólica do país no conflito, marcada por uma tragédia e uma "batalha cômica".
Participação militar brasileira na Primeira Guerra Mundial foi discreta, mas conflito deu início a mudanças substanciais na realidade do país
 Para o historiador Francisco Luiz Vinhosa, um dos efeitos foi expor as fragilidades da economia brasileira, na época extremamente dependente das exportações de café.
"O principal legado da Primeira Guerra Mundial para o Brasil foi revelar nosso atraso político e econômico. O país perdeu oportunidades de usar o conflito, a começar pela decisão de escolha de lado. A Alemanha, por exemplo, ofereceria ao Brasil uma chance de escapar do imperialismo da Grã-Bretanha", afirma Vinhosa, autor de O Brasil e a Primeira Guerra Mundial, um dos mais completos estudos sobre o tema, lançado em 1990.
Neutro durante boa parte dos três primeiros anos do conflito, uma posição alinhada com a do governo dos Estados Unidos, o Brasil entrou na guerra em 1917, usando como justificativa oficial os ataques de submarinos alemães a navios mercantes brasileiros.
Em um desses episódios, o afundamento do navio Paraná, morreram três marinheiros. O incidente provocou indignação popular, levando a ataques contra empresas e estabelecimentos comerciais ligados à colônia alemã no país.
"Mas 1917 foi o ano em que os americanos também entraram na guerra e todos os países já tinham em mente uma possível divisão dos espólios do pós-guerra. O Brasil buscava um lugar de destaque no cenário internacional", completa Vinhosa.

Baque econômico

O Brasil foi o único país sul-americano a participar do conflito: declarou guerra à Alemanha em 26 de outubro de 1917, por meio do presidente Venceslau Brás.
Quando a guerra eclodiu, em 1914 - há cem anos -, o Brasil tinha sua economia predominantemente agroexportadora e focada no café. Controlava nada menos que quatro quintos da oferta mundial.
Consequentemente, o caos provocado no comércio internacional foi particularmente sentido pelo país, através de dois canais. Primeiro, a queda na demanda pela commodity; segundo, o acúmulo de toneladas e toneladas do produto em armazéns europeus como garantia de pagamentos para dívidas externas - um ponto que, por sinal, os diplomatas brasileiros levantariam durante as negociações do Tratado de Versalhes, o principal documento do pós-guerra, em 1919.
"Apenas entre 1914 e 1915 as vendas de café caíram em um terço em função do bloqueio naval estabelecido pela Grã-Bretanha para produtos de países neutros", explica o historiador canadense Rodrick Barman, especialista no Brasil dos séculos 19 e 20.

Em outubro de 1917, o presidente Venceslau Brás, à esquerda, assina a declaração de guerra do Brasil à Alemanha, depois de anos de neutralidade.
O congelamento nas concessões de crédito internacional foi outro duro golpe na economia brasileira.

Golfinhos 'inimigos'

Do ponto de vista militar, seria difícil para o Brasil ter participado de forma graúda no conflito. Com um exército de apenas 54 mil homens e uma marinha que perdera em pujança nos anos conhecidos como a República Velha (1898-1930), o país só poderia prestar ajuda simbólica.
Sendo assim, além do envio de 20 oficiais e de uma força médica de cem homens para a Europa, o Brasil despachou missões navais para atuar sob ordens britânicas no Atlântico, para patrulhar a costa ocidental africana, o que incluía "limpar" trechos minados.
Numa delas, houve grande número de mortos - mais de 150. Só que o "inimigo" foi, na verdade, um surto da gripe espanhola. A mesma doença que em 1919 mataria o então presidente eleito Rodrigues Alves.

Um dos navios enviados pelo Brasil para o conflito, o cruzador "Bahia" teria matado um bando de golfinhos por engano ao confundi-los com um submarino
Houve ainda o episódio da "Batalha das Toninhas", em novembro de 1918, já a dias da assinatura do cessar-fogo: o cruzador "Bahia", alertado pela possível presença dos temidos "U-Boats" (submarinos) alemães nas proximidades de Gibraltar, fez um poderoso ataque ao que acreditava ser uma embarcação inimiga. Matou um grande número de golfinhos.

Grãos argentinos

Mas se não sofreu diretamente com os horrores do conflito, em que 17 milhões de pessoas morreram e mais de 20 milhões ficaram feridas, o Brasil saiu da guerra combalido.
A queda no poder de compra e o aumento do custo de vida (os preços de varejo no Brasil registraram alta de 158% entre 1913 e 1918) aumentaram a insatisfação popular e fomentaram o fortalecimento da classe trabalhadora, incluindo o crescimento de movimentos sindicais. Já surgem as primeiras grandes greves em 1917 e 1918.
O descontentamento também teve lugar em esferas mais altas, como explica Vinhosa.
"Já em 1922 a República Velha enfrenta o primeiro episódio do Movimento Tenentista, a Revolta dos 18 do Forte (um levante de oficiais contra o então presidente, Epitácio Pessoa) e este é o mesmo ano em que é fundado o Partido Comunista Brasileiro."

Além das operações navais, participação brasileira ocorreu com envio de uma missão médica para frente europeia
Com a queda nas receitas da exportação de café, as elites agrárias perderam prestígio e legitimidade em seu controle do poder, num processo que culminaria com o golpe militar de 1930 e a instalação de Getúlio Vargas como presidente.

Mudança de órbita

Na política internacional, o conflito marcou a mudança do eixo de influência sobre o Brasil de Londres para Washington. O Brasil também participou das reuniões Versalhes e até ganhou um assento na Liga das Nações, a predecessora da ONU. Uma vitória efêmera, já que a Liga fracassaria como entidade por conta do impasse interno nos EUA que não permitiu a filiação do país.
Houve, porém, alguns ganhos econômicos: os distúrbios provocados pela guerra no mercado internacional obrigaram o Brasil a prestar mais atenção à sua indústria, com destaque para a produção de substituição de importações. Entre 1912 e 1920, o número de trabalhadores na indústria brasileira praticamente dobrou.
Mas vizinhos como a Argentina, que se manteve neutra e arrecadou uma quantidade substancial de divisas com a venda de trigo para britânicos e franceses, riram por último: o país terminou a Primeira Guerra com a dívida externa paga.
Fonte: BBC BRASIL

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Treze anos após ataque, empresas retornam ao World Trade Center

Mais de 13 anos depois que as torres gêmeas originais foram derrubadas no ataque terrorista de 11 de setembro, o World Trade Center está de volta ao mundo dos negócios. O novo edifício construído em Manhattan a poucos metros de onde fica o memorial e o museu erguidos no lugar das torres foi inaugurado nesta segunda-feira.
Com 541 metros de altura e 104 andares, o One World Trade Center, como é chamado agora, levou oito anos para ser construído e custou um total de US$ 3,9 bilhões (R$ 9,75 bilhões).
Na reinauguração, cerca de 175 funcionários da editora Conde Nast (das revistas New Yorker e Vanity Fair) foram os primeiros a ocupar os andares do prédio, que, segundo os responsáveis pela obra, pode ser considerado "o mais seguro dos Estados Unidos".
O concreto utilizado no edifício é sete vezes mais resistente que o concreto normal e o design do prédio foi feito para que, mesmo que haja uma colisão com um avião, as pessoas no topo possam deixar a torre com segurança.

Prédio do One World Trade Center entre o centro de transportes, à esquerda, e o World Trade Center 7, à direita, em Nova York, nos Estados Unidos. Treze anos após o ataque terrorista de 11 de setembro o World Trade Center é novamente aberto para negócios (Foto: Mark Lennihan/AP)
Fonte: BBC

sábado, 25 de outubro de 2014

Submarino alemão da Segunda Guerra Mundial encontrado a 48 km dos EUA

Um submarino alemão e um navio comercial americano da época da Segunda Guerra Mundial foram encontrados perto da costa do estado norte-americano da Carolina do Norte, informa o site The Local.


Investigadores da Direção Nacional de Estudos Oceanográficos e Atmosféricos dos EUA conseguiram encontrar os dois navios a 48 km da costa da Carolina do Norte. Os barcos encontravam-se a uma distância de 240 metros um do outro.
"Entre a maioria das pessoas, a luta pelo Atlantico é associada ao frio, água com gelo no Atlântico Norte, mas poucos têm consciência de quão perto esteve a guerra das costas americanas", declarou David Alberg, representante da organização.
O choque dos navios ocorreu a 15 de julho de 1942, quando um comboio de navios mercantes, acompanhados da cidade de Norfolk, (estado da Virgínia) até ao estado da Flórida, foram atacados pelo submarino alemão U-576.
Fonte: Voz da Russia

domingo, 19 de outubro de 2014

Salvador Dalí ganha exposição em São Paulo

Pintor, desenhista, pensador, escritor, apaixonado pela ciência, catalisador das correntes de vanguarda, ilustrador, designer, cineasta e cenógrafo. Salvador Dalí (1904-1989), inacreditavelmente, reuniu em uma só vida todos esses predicados. E não foi só isso: deixou uma obra singular, para lá de genial, que pode ser vista a partir de hoje no Instituto Tomie Ohtake (Rua Coropés, 88) até dia 15 de janeiro. A curadoria é de Montse Aguer, diretora do Centro de Estudos Dalinianos da Fundação Gala-Dalí.
Trata-se de uma retrospectiva de seu trabalho a partir da década de 1920 até a última, que ajuda a contar sua história, influências e versatilidade. A curadora do núcleo de pesquisas do Tomie Ohtake, Priscyla Gomes, conta que foram cinco anos de pesquisas e negociação com os detentores das obras de Dalí – a Fundação Gala-Salvador Dalí, em Figueres, Espanha; o Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madri, capital espanhola; e o Museu Salvador Dalí, na Flórida, Estados Unidos – para conseguir viabilizar, enfim, a mostra.
Segundo ela, a intenção era “dar um recorte amplo da obra de Dalí, em suas múltiplas vertentes, como um artista total.” Uma das exclusividades dessa exposição – que também passou pelo Rio de Janeiro este ano e atraiu quase 1 milhão de pessoas – é um de seus quadros mais famosos, o surrealista El espectro del sex-appeal, feito em 1934. “É nessa fase que ele passa a tratar das fobias sexuais e começa a estudar relação dele com a mulher (Gala) por meio da pesquisa psicanalista”, diz. 
Gala, em especial, aparece em diversas pinturas – como em El pie de Gala, em versão estereoscópica (3D) –, sempre em um papel de destaque. Ela foi grande articuladora de sua carreira e incitou a veia performática, o que ajudou no sucesso financeiro. 

GALERIA
Aos admiradores da obra de Dalí, um recado: vá com disposição para apreciar uma a uma (são 24 pinturas, 135 trabalhos entre desenhos e gravuras, 40 documentos, 15 fotografias e quatro filmes).
Ainda na primeira sala é possível ver o início da carreira do pintor, que entre 1923 e 1925 se dedicou a fazer retratos e natureza morta. Lá estão os quadros Retrato del padre y casa de Es Llaner (1920), que traz a imagem de seu pai e o Desnudo (1924) .
Em um outro espaço, diversas capas de revista estampam imagens e reportagens referentes ao pintor. Em uma delas, capa da revista espanhola Mundo Joven, de 30 de outubro de 1971, Dalí a divide com o ex-beatle John Lennon, com a manchete: ‘Lennon Pinta... Dalí canta. John expõe em Madrid e Dalí compõe uma ópera’.
O visitante também poderá apreciar comerciais feitos pelo catalão, fotografias em que seu famoso bigode aparece em situações inimagináveis – sendo utilizado até como pincel – e ilustrações feitas para os clássicos Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes, e Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll. Também são transmitidos os filmes O Cão Andaluz (1929) e A Idade do Ouro (1930), codirigidos por Salvador Dalí e Luís Buñel.
No centro da exposição está o Retrato de Mae West (atriz norte-americana), que pode ser utilizado como apartamento surrealista. A exposição funciona de terça a domingo, das 11h às 20 h. A entrada é gratuita e funciona por sistema de senhas (pode ser retirada duas por pessoa, das 10h às 18h, na entrada do Instituto). 
Fonte: Diario do Grande ABC

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Arqueólogo descobre sepultura de 'vampiro' da Idade Média

A descoberta foi feita pelo professor Nikolai Ovcharov, conhecido como o "Indiana Jones da Bulgária", que tem dedicado sua vida a desenterrar mistérios de civilizações antigas. O arqueólogo descobriu os esqueletos enquanto escavava as ruínas de Perperikon, uma cidade da Trácia antiga, localizada no sul da Bulgária e perto da fronteira com a Grécia.

O indício de que um dos corpos encontrados se tratava de um suposto “vampiro” é que ele estava com um pedaço de ferro cravado no peito. A perna esquerda abaixo do joelho também tinha sido removida e deixada ao lado do esqueleto. A ossada data do século XIII, época em que se acreditava que um vampiro só podia ser morto com uma punhalada no coração.

Nikolai Ovcharov mostra parte das ossadas do suposto 'vampiro' na Bulgária
A descoberta é a terceira na Bulgária e tem uma forte semelhança com duas sepulturas anteriores encontradas em 2012 e 2013 na cidade litorânea búlgara de Sozopol, a 200 quilômetros a leste de Perperikon, e que foram apelidadas de "os vampiros gêmeos de Sozopol".

No início deste mês, arqueólogos turcos disseram ter descoberto o que seria a sepultura do príncipe romeno Vlad III, que, segundo a lenda, costumava empalar seus inimigos.

O achado se deu durante um projeto de restauração no antigo Castelo Tokat, onde os otomanos aprisionaram o príncipe, em meados do século XV. Os pesquisadores descobriram um túnel secreto que levava a um abrigo militar. Duas masmorras também foram descobertas no castelo, uma delas, a de Vlad III.

— Tentamos esclarecer a história com as camadas de estrutura que desenterramos — disse ao “Hurriyet Daily News” o arqueólogo İbrahim Çetin, que trabalha nas escavações. Ele disse que a equipe encontrou ainda cubos de comida e um terraço aberto, bem como o abrigo militar e masmorras que foram “construídas como uma prisão”. — O castelo é completamente cercado por túneis secretos. É muito misterioso — disse ele.

Esqueleto de suposto 'vampiro' foi encontrado com pedaços de metal perto da região do peito


terça-feira, 9 de setembro de 2014

DNA revela identidade de Jack, o estripador, garante novo livro

Segundo empresário, assassino era imigrante polonês de 23 anos. Análise foi feita em xale ensanguentado de uma das vítimas.



Jack, o estripador, um assassino em série que aterrorizou Londres nos anos 1880, foi finalmente identificado a partir de material genético presente em um xale ensanguentado de uma de suas vítimas, de acordo com um novo livro.
O autor Russell Edwards identifica o imigrante polonês Adam Kosminski, de 23 anos, como o célebre serial-killer, acusado dos violentos assassinatos de pelo menos cinco mulheres em 1888.
Em seu livro "Naming Jack the Ripper", que será lançado na terça-feira (9), um empresário do norte de Londres liga Kosminski aos crimes através do DNA encontrado em um xale apreendido por um policial na cena do crime do quarto assassinato cometido por Jack, o de Catherine Eddowes.
O xale, que nunca foi lavado e foi mantido em segurança por descendentes do policial, foi comprado por Edwards em um leilão em 2007.
Com a ajuda de especialistas em genealogia que encontraram os descendentes de Eddowes e Kosminksi e auxiliados pela atual tecnologia de reconhecimento por DNA, Edwards afirma ter sido possível confirmar a autenticidade do xale e atribuir os assassinatos a Kosminski.
Jack, o estripador, ganhou fama com uma série de assassinatos na região leste de Londres no final do século XIX. Seus alvos eram prostitutas do então empobrecido distrito de Whitechapel.
De acordo com o livro, Kosminski, que havia imigrado com sua família da Polônia para a região leste de Londres antes dos assassinatos, era conhecido pela polícia como um potencial suspeito.
Ele foi internado em um manicômio em 1891 e posteriormente morreu devido a uma gangrena.
A teoria de Edwards é a mais recente tentativa de descobrir a identidade do assassino cuja história deu origem a uma série de livros e filmes e que continua fascinando interessados até hoje.
Em 2002, a autora de romances policiais Patricia Cornwell pensou ter descoberto o DNA de Jack, o estripador, ligando-o ao artista britânico Walter Sickert, que gostava de pintar cenas mórbidas, algumas com cenas de violência contra mulheres.
Fonte: globo.com

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Hitler sonegava impostos e tinha bilhões em conta na Suíça

Pesquisadores concluíram que o ditador acumulou cerca de R$ 13,5 bilhões. Para os alemães, ele dizia não ter nenhuma conta bancária.


Historiadores descobriram que Adolf Hitler sonegava impostos e escondia 

uma vasta fortuna em contas bancárias na Suíça. As informações são do Daily Mail. Segundo a publicação, o ditador acumulou muito dinheiro em contas 

internacionais e escondia a quantia do povo alemão. Estima-se que o valor 

acumulado seja equivalente a R$ 13,5 bilhões.


Com um discurso que beirava à humildade, Hitler dizia que levava consigo 

uma pequena quantidade de dinheiro e que nem mesmo tinha uma conta bancária.  Além disso, o ditador chegou a escrever um testamento que anunciava que ele não tinha nenhuma riqueza e que o que tinha poderia ser doado ao povo. 


Fonte: Terra.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Novo estudo pode ter descoberto possíveis construtores de Stonehenge

Um dos enigmas mais profundos e discutidos da civilização voltou a ser notícia: a majestosa construção de Stonehenge, o monumento que se encontra no Reino Unido desde tempos imemoriais e cuja origem pouco se sabe (embora exista muita especulação). Desta vez, a pesquisa que afirma ter resolvido o mistério definitivamente não questiona como ou quando o monumento foi construído, mas por quem. De acordo com especialistas da Universidade de Buckingham envolvidos na pesquisa, os autores e construtores de Stonehenge não foram imigrantes da Europa continental, como muitas hipóteses indicam, mas nativos das ilhas que compõem a Grã-Bretanha hoje.


De acordo com o The Huffington Post, o estudo desta equipe científica, liderada por David Jacques, realizou uma escavação arqueológica a 2,5 km do monumento, e ali foram encontradas ferramentas feitas com ossos de animais extintos, o que também teria servido como alimento para as pessoas que viviam na região desde os tempos antigos. A datação por carbono realizada sobre esses instrumentos mostraram que a região já era habitada desde 8.820 a.C.

De acordo com especialistas, esta descoberta muda a maneira de ver o tempo da "revolução neolítica", uma vez que implica que ali havia sociedades que viviam em um mesmo lugar (longe da imagem dos imigrantes itinerantes que trouxeram o conhecimento da agricultura), os quais, provavelmente, trabalhavam a terra e construíram monumentos para seus rituais. Acredita-se que antes de Stonehenge, os habitantes haviam criado, entre 8.820 e 6.590 a.C, uma versão do monumento utilizando madeiras gigantes.

Fonte: The History Channel

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Empresa faz expedição turística até os destroços do navio por R$ 130 mil

Há 102 anos, na madrugada do dia 14 para 15 de abril, o Titanic se chocava a um iceberg no Atlântico Norte. Entre a batida e o fim do naufrágio foram pouco mais de 2h40 e cerca de 1500 mortos. Por muitas décadas, a comovente história do Titanic foi esquecida e tratada como passado até que em 1985 foram localizados os destroços do navio. Submerso a 3,8 mil metros de profundidade, o transatlântico foi localizado por uma expedição liderada por Robert Ballard. Desde então, várias de expedições partiram rumo a escuridão do fundo do atlântico.



O Titanic levou consigo o que havia de mais moderno e luxuoso em relação a embarcações naquele fatídico ano de 1912. Porém, após mais de um século do naufrágio são os turistas que vão ver de perto a história do navio. Desde sua descoberta, apenas uma companhia atuou na área com fins turísticos.

Uma empresa inglesa mantém viagens constantes para visitação dos destroços do navio. Sediada na Inglaterra, mas operando a partir de St. John’s, na Terra Nova (Canadá), ela oferece pacotes por "apenas" US$ 59 mil (R$ 130 mil) para os interessados em mergulhar num mini-submarino até os destroços. No valor está incluso refeições e as hospedagens, porém o translado não faz parte do preço. Já quem preferir ir e não mergulhar no submarino, o preço cai para "irrisórios" US$ 10 mil (R$ 22 mil).


A embarcação pode submergir até 6 mil metros e tem capacidade de levar 20 turistas por viagem. A expedição até os destroços do Titanic começa em St. John’s e dura cerca de 12 dias, dependendo das condições climáticas. Os visitantes ficam hospedados num navio de pesquisas em quarto duplo. Além de conhecerem os restos do transatlântico, os sortudos ainda terão palestras e um bate-papo com exploradores e cientistas sobre o navio. Os visitantes ainda "ganham" uma réplica do conjunto de louças que foram utilizados na 1ª Classe do Titanic.

Halifax
Quem não puder gastar R$ 130 mil numa viagem de 12 dias, mas quer conhecer de perto a história do Titanic deve visitar Halifax (Canadá). Localizada na Nova Escócia, a cidade foi a base de saída dos navios de resgate que partiram para socorrer as vítimas do naufrágio.

Por isso, lá estão enterrados no cemitério de 'Fairview' mais de 100 passageiros do transatlântico e possivelmente entre eles, a vítima em que foi baseado o personagem de Di Caprio, J. Dawson. A cidade ainda possui um dos melhores museus quando o assunto é Titanic.

Serviço em 2014
Luxury and More Travel
Preço: US$ 59 mil (R$ 130 mil)
Duração: 12 dias
Local: St. John’s (Canadá)

Fonte: Jornal Luzilandia

quarta-feira, 23 de abril de 2014

A Múmia Ötze


Em 19 de setembro de 1991, um casal de alpinistas encontrou uma múmia muito bem conservada, de cerca de 5300 anos, nos Alpes italianos. Apelidado de Ötzi, por ter sido encontrado na região dos Alpes de Ötztal perto do monte Similaun, na fronteira da Áustria com a Itália, o corpo é de um homem que tinha entre 30 e 45 anos e media, aproximadamente, 1.65m de altura. A múmia está exposta no Museu de Arqueologia do Tirol do Sul, Bolzano, Itália.

Sua morte, de acordo com um estudo de 2007, foi provocada pelos ferimentos de uma flechada no ombro. Os pesquisadores acreditam que ele era um caçador, que deveria estar com outros colegas, e que eles podem ter travado uma luta com algum grupo rival.
  
O homem tinha 57 tatuagens, algumas localizadas ou próximas de pontos que coincidem com os da acupuntura, que podem ter sido feitas para tratar doenças. Suas roupas eram bastante adaptadas ao frio, com sapatos largos e à prova d'água, aparentemente feitos para caminhar na neve. Tufos de grama macia dentro do sapato serviam como isolante térmico.


Também foram encontrados um machado de cobre, uma faca de sílex, um tipo de coldre repleto de flechas, entre outros objetos. Ötzi também carregava cogumelos, um com propriedades antibacterianas e outro que parecia pegar fogo facilmente, que pertencia a uma espécie de conjunto para fazer fogo. Uma análise de cromossomos de Ötzi indicou que ele pertence a um grupo genético que hoje domina no Sul da Córsega.




terça-feira, 22 de abril de 2014

Documentos do FBI dizem que Hitler fugiu para a Argentina

Documentos revelados pelo FBI revelam que Adolf Hitler terá fugido para a Argentina de submarino no fim da Segunda Guerra Mundial. E que o ditador sofria de asma e úlceras.

De acordo com o jornal Express, os dados foram fornecidos em 1945 ao FBI por um informador argentino, que em troca pretendia asilo.

Este informador disse ainda que o líder nazi tinha cortado o seu bigode e vivia num rancho fortemente vigiado. "Se forem a um hotel em San Antonio, Argentina, consigo arranjar um homem que se encontre lá com vocês e vos diga onde é o rancho onde está Hitler", disse o informador.

A informação chegou ao líder do FBI, J. Edgar Hoover, que a reencaminhou para o Departamento de Guerra.
No entanto, num documento de 21 de setembro de 1945, os agentes do FBI concluiram que devido à pouca informação seria impossível continuar a seguir esta pista.

Fonte: G1

terça-feira, 15 de abril de 2014

Arqueólogos descobrem o que pode ter sido a cidade pré histórica mais antiga da Europa


Um grupo de arqueólogos acredita ter encontrado na Bulgária a cidade pré histórica mais antiga já descoberta na Europa, com a existência datada de aproximadamente 5 mil anos antes de Cristo, ou seja, antes mesmo do surgimento da antiga civilização grega.

O assentamento pré histórico, que contava com uma população de aproximadamente 350 pessoas, está localizado próximo à pequena cidade de Provadia, nas imediações do resort Varna nas margens do Mar Negro. Entre as ruínas os pesquisadores encontraram casas de dois pavimentos, muralhas de fortificação e partes de uma porta de entrada.


Considerado tão valioso quanto o ouro, na época, o sal, possivelmente, era o produto que movia a economia local. Conforme explicam os pesquisadores, os residentes locais provavelmente ferviam a água salobra disponível na região para produzir barras de sal, que eram utilizadas como moeda de troca.

Fonte: Megacurioso

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Hatshepsut, a Primeira Faraó Mulher do Egito

Nascida em Tebas, capital do Egito durante o Império Novo, Hatshepsut foi a filha mais velha do rei Tutmés I e da rainha Amósis, e viveu durante a XVIII dinastia egípcia. Após a morte do seu pai, Hatshepsut casou-se com seu meio irmão e herdeiro do trono, Tutmés II, seguindo um costume que existia no Antigo Egito onde membros da família real se casavam entre si. Com a morte de Tutmés II, o único herdeiro homem erá o filho dele com uma concubina, porém por ser apenas uma criança ele não pôde assumir o poder.

Hatshepsut assumiu o poder e no começo de seu reinado não exigiu as regalias reservadas aos faraós, que eram governantes e sacerdotes da religião local. Aos poucos foi testando seu poder, para ver até onde iam os limites impostos pela sociedade egípcia às mulheres, pois almejava o posto de faraó. Hatshepsut, então declara publicamente ser filha do deus Amon-Rá, que se apresentara à sua mãe como Tutmés I. Nos templos de Deir el-Bahari e de Amon-Rá ela consolidou seu poder real através de sua paternidade espiritual diante das pessoas mais importantes do Egito, pois Amon-Rá lhe teria confiado o Egito pelo consentimento dos deuses, assim como seu pai carnal lhe teria escolhido herdeira do trono. Hatshepsut passa a governar o Egito, deixando de ser regente para transformar-se em faraó.



A princípio, os sacerdotes não estavam de acordo com a proclamação de Hatshepsut como faraó, mas logo aceitaram a ideia. Provavelmente, o teriam feito pelo temor ao deus Amon e devido às riquezas que recebiam da coroa. A rainha realizava muitas doações ao clero, o que alimentava suas mordomias. Além disso, eles acreditavam que as decisões dela satisfaziam ao deus venerado e, caso não fossem cumpridas, ele jogaria pragas no Egito e acabaria com as colheitas. O período de prosperidade e tranquilidade da época fortaleceu o pensamento de que a rainha decidia corretamente.

Nas paredes do templo funerário de Hatshepsut, em Deir el-Bahari, está representado o episódio que relata a concepção e nascimento da rainha-faraó.

Capela vermelha de Hatchepsut em Karnak.
A mãe de Hatshepsut, Ahmose, encontra-se no palácio real. O deus Amon-Ra observa-a e, depois de consultar um conselho composto por doze divindades, decide que chegou a altura de gerar um novo faraó. O deus toma a aparência do rei Tutmés I, encontrando-a no quarto adormecida. A rainha acorda ao sentir o perfume que emana do corpo do esposo e o Deus Amon-Rá se mostra em toda sua plenitude, Ahmose, cai aos prantos em emoção pela grandiosidade do Deus. O casal une-se sexualmente e depois Amon-Rá informa que a filha que nascerá da união dos dois, governará o Egito em todas as esferas de poder do palácio.

Após sua morte, aos 37 anos e com 22 anos de reinado, Tutmés III subiu ao trono do Egito. Hatshepsut foi enterrada na tumba KV20.


Templo de Hatshepsut

Teste de DNA sugere que esposa de Hitler pode ter tido origem judaica

Eva Braun pode ter sido descendente de judeus asquenazes. Análises foram feitas em cabelos encontrados em escova na casa do casal.


Eva Braun, a esposa de Adolf Hitler, pode ter tido origens judaicas, segundo novas análises de DNA realizadas para um documentário que será transmitido na quarta-feira (9) pelo canal britânico Channel 4.
A tese se apoia na análise de cabelos provenientes de uma escova encontrada em Berghof, a residência de Hitler na Baviera, onde Eva Braun passou a maior parte do tempo durante a Segunda Guerra Mundial.
Nos cabelos, os pesquisadores encontraram uma sequência específica de DNA "fortemente associada" aos judeus asquenazes, que representam aproximadamente 80% da população judaica.Na Alemanha, muitos judeus asquenazes se converteram ao catolicismo no século XIX.
'Descoberta Impressionante'
"É uma descoberta impressionante. Jamais teria imaginado ver um resultado potencialmente tão extraordinário", comentou Mark Evans, o apresentador do programa "The Dead Famous DNA" (o DNA de famosos mortos) no Channel 4.
Segundo os produtores do documentário, tudo indica que os cabelos analisados são provenientes de Eva Braun. O único meio de garantir formalmente seria compará-los com o DNA de um de seus dois descendentes vivos, mas eles se negaram a se submeter à análise.
Eva Braun foi amante de Hitler durante muitos anos. Eles se casaram no dia 29 de abril de 1945, na véspera do suicídio de ambos no bunker do ditador nazista em Berlim.
Fonte: G1

quinta-feira, 10 de abril de 2014

A Tumba do Imperador Qin Shi Huang

A descoberta dos primeiros guerreiros e cavalos aconteceu por acaso, em 1972, quando um camponês cavava um poço para obter água e se deparou com algumas estátuas. As figuras encontradas nas escavações foram esculpidas à mão pelos artesãos em tamanho real e estão em rígida formação militar.

O mausoléu conta com 400 tumbas, além de 7 mil estátuas de guerreiros e cavalos, e 100 carros de combate. O numeroso exército, porém, com um total estimado em 8 mil peças, na verdade ocupa apenas uma fração do complexo de sepulturas, ainda em grande parte não escavado, que se estende por 56 quilômetros quadrados e cuja construção teria exigido uma força de trabalho de cerca de 700 mil pessoas.

Os chineses acreditavam na vida após a morte, e o exército foi criado para acompanhar o Imperador Qin em sua suposta vida além-túmulo. Quando foi descoberto, o exército estava disposto em formação completa de batalha, e incluía a linha de infantaria, arqueiros ajoelhados e carroças com seus cavalos e condutores. Meticulosamente construídas, as estátuas possuem diferentes formas, expressões faciais e cortes de cabelo. Os oficiais podiam ser reconhecidos por seus uniformes.

Apesar da descoberta do túmulo de Qin Shi Huang ter ocorrido há tantas décadas, ninguém sabe o que contém a câmara de repouso do Imperador; nem se chegou perto disso. A história da arapuca sepulcral começou quando uma grande quantidade de mercúrio foi encontrada nas trilhas que levam ao túmulo imperial que, supõe-se, foi estrategicamente colocado naqueles caminhos para envenenar os ladrões de tumbas. Com isso, surgiu a extrema cautela e os estudos de volumetria subterrânea que revelaram inúmeras emboscadas perigosas, como flechas que disparam sozinhas, acionadas por mecanismos de automação.

Qin Shi Huang foi o primeiro imperador a conseguir unificar a China sob a mesma dinastia. Os Qin governaram de 211 a 206 antes de Cristo, sendo responsáveis pela implantação do conceito de império entre os chineses. Obsecado pela imortalidade, Huang, segundo a lenda, enviou uma expedição para a ilha de Zifu, em busca da fórmula da vida eterna. Os expedicionários jamais retornaram.

O Imperador também serviu de inspiração para a ficção "A Múmia 3 - A Tumba do Imperador Dragão". Segue a sinopse do filme.

A Múmia - Tumba do Imperador Dragão (Filme)

O impiedoso imperador dragão (Jet Li) é amaldiçoado pela feiticeira Zi Juan (Michelle Yeoh), o que faz com que ele e seu exército de 10 mil homens seja petrificado. Mais de dois milênios depois o túmulo do imperador dragão é descoberto por Alex O'Connor (Luke Ford), filho de Rick (Brendan Fraser) e Evelyn (Maria Bello), que deixou os estudos para se dedicar à escavação. Seus pais não sabem do trabalho de Alex, que conta com a ajuda do tio, Jonathan Carnahan (John Hannah), dono de uma boate em Xangai. 

Atualmente Rick e Evelyn levam uma pacata vida em Londres, mas sentem falta da aventura. Um dia eles recebem a proposta de levar um precioso artefato a Xangai e, usando a desculpa de visitar Jonathan, aceitam a missão. Só que ao chegar eles são abordados pelo general Yang (Anthony Wong Chau-Sang), que deseja trazer o imperador dragão de volta à vida.


Uma estátua moderna de Qin Shi Huang, localizada próxima ao local onde foi encontrado o Exército de Terracota.
Os Guerreiros de Terracota

Os Guerreiros de Xian
Detalhe dos cavalos em terracota

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Tigela da dinastia Ming é vendida pelo preço recorde de US$ 36,05 milhões (2014)

Um bilionário chinês comprou nesta terça-feira (8) em Hong Kong um tigela da dinastia Ming por US$ 36,05 milhões (cerca de R$ 80 milhões), um novo recorde mundial para a porcelana chinesa, anunciou a casa de leilões Sotheby's. A marca anterior foi estabelecida em 2010 para um jarro da era Qianlong (1735-1796), vendido por US$ 32,58 milhões (R$ 71,8 milhões).


Diretor da casa de leilões Sotheby’s Ásia mostra tigela da dinastia Ming leiloada por US$ 36 milhões (Foto: Vincent Yu/AP)
A pequena tigela com desenhos policromáticos sobre o fundo branco é considerada extremamente rara. Foi fabricada na era Chenghua (1465-1487). Um galo vermelho, uma galinha e seus pintinhos aparecem no objeto em um jardim de rosas vermelhas e açucenas amarelas, que tem o esmalte e verniz intactos.

A taça é o "Graal da arte chinesa", afirmou Nicolas Chow, vice-presidente da Sotheby's Ásia, ao informar que foi adquirida pelo bilionário Liu Yiqian, um ex-taxista de Xangai que se dedicou ao mundo das finanças e se tornou um dos multimilionários chineses a percorrer as salas de leilões do mundo inteiro e construir museus para suas coleções.



Fonte: G1.globo.com

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