terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Há 35 anos, corpo do nazista Joseph Mengele era encontrado no Brasil

Criminoso nazista, Joseph Mengele era o médico do Terceiro Reich, que trabalhou no campo de extermínio de Auschwitz, onde comandava experiências com prisioneiros judeus. Ele morreu há 35 anos na cidade de Bertioga, em São Paulo, exatamente no dia 7 de Fevereiro, vítima de uma parada cardíaca, enquanto nadava no mar.

A principal testemunha dos eventos em torno da morte de Mengele foi o cabo da Polícia Militar do local, Expedito Dias Romão, que encontrou o corpo na beira da água, cercado por um grupo de curiosos. 

Naquele momento, a informação era a de que o morto se chamava Wolfgang Gerhand, um austríaco, viúvo, de 54 anos, que morava e trabalhava no Novo Brooklin, em São Paulo. Naquela tarde, “Wolfgang” estava acompanhado de um casal de amigos, Liselotte Bossert e Wolgard, com quem dividia uma casa de veraneio no local. 



Após anos de investigações, descobriu-se que o cadáver encontrado na Praia da Enseada era, na realidade, do antigo capitão da SS, Joseph Mengele, mais conhecido como “Anjo da Morte”. 

A investigação foi reaberta em 1985, e Liselotte Bossert foi processada por falsificação de documentos. Todas as pistas levaram à confirmação de que o morto encontrado na praia, em 7 de fevereiro de 1979, era o próprio Mengele, um homem que usou seu conhecimento científico para torturar, matar e comandar grandes atrocidades em Auschwitz. 

Uma nova prova de DNA, realizada em 1992, reafirmou que o Anjo da Morte, realmente, havia partido para o além.




Fonte: The History Channel

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Arqueólogos descobrem mansão de 21 quartos que revela a vida luxuosa do Antigo Egito

Uma surpreendente descoberta arqueológica, realizada próxima das pirâmides de Gizé, dá indícios de como era a vida de luxo de alguns setores da sociedade egípcia. Liderado por Richard Redding, chefe de Pesquisas do Ancient Egypt Research Associates, um grupo de pesquisadores encontrou restos de uma estrutura parecida com uma mansão, de cerca de 4.500 anos de idade. 

No local também foram descobertos ossos de jovens bovinos e dentes de leopardo. Esses e outros elementos apontam para um estilo de vida bastante luxuoso, digno de um membro da realeza. 
Próximo da casa de 21 quartos foram encontrados ainda selos de funcionários de alta patente que visitavam ou viviam na propriedade e que exerciam funções como “escriba da caixa real” ou “escriba da escola real”.



O chefe das pesquisas não escondeu sua incredulidade diante da descoberta dos restos de animais ao afirmar que “quase todos os bovinos encontrados tinham menos de 10 meses”. Ou seja, os moradores se alimentavam de carne de vitela, um hábito de luxo para a época.   Os dentes de leopardo, no entanto, ainda representavam um mistério para os pesquisadores. Para decifrá-lo, Reddings tentou encontrar pistas nos desenhos do Império Antigo (período entre 2.649 e 2.150 a.C). Ele identificou figuras de membros da família real vestindo peles de leopardo, inclusive a cabeça. A conclusão é de que as peles podem ter sido utilizadas como enfeites pessoais. Os achados foram divulgados no último mês de janeiro.

Fonte: The History Channel

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Quadro confiscado pelos nazistas duas vezes será devolvido aos donos

Obra de Caspar Netscher estava em museu na Alemanha desde 1952

O quadro A Senhora na Janela, do pintor do século XVII Caspar Netscher, voltará para as mãos de seus legítimos donos depois de ser confiscado pelos nazistas em duas ocasiões.
As autoridades de Wuppertal (no oeste da Alemanha) informaram nesta quarta-feira que o Conselho Municipal aprovará a restituição da tela no final de fevereiro. Atualmente, ela está em exibição no Museu Von der Heydt, na cidade.
Lady at the Window, de Caspar Netscher (Reprodução)
Segundo as autoridades, o quadro pertencia originalmente à Pinacoteca Antiga de Munique, de onde foi confiscado pelos nazistas. Ele foi então vendido pelo regime de Adolf Hitler a um casal de colecionadores judeus, Hugo e Elisabeth Jacoba Andriesse, que viviam na Bélgica.
Em 1940, o casal decidiu fugir para os Estados Unidos após a invasão das tropas germânicas. O quadro, junto com outras obras acumuladas pelo casal, foi parar em um bunker do Museu Real de Bruxelas, até que, em 1942, a coleção foi novamente confiscada pelos nazistas.
Em um documento da época, se atribui a coleção ao marechal Hermann Göring, braço direito de Hitler. O quadro foi enviado ao Louvre, em Paris. Em 1950, foi adquirido por Rudolf Ziersch, que dois anos depois doou a pintura ao Museu Von der Heydt.
O casal de colecionadores judeus que fugiu para o Estados Unidos morreu décadas atrás, mas os herdeiros de Elisabeth reivindicaram a tela.
(Com agência EFE)

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