sexta-feira, 23 de maio de 2014

Novo estudo pode ter descoberto possíveis construtores de Stonehenge

Um dos enigmas mais profundos e discutidos da civilização voltou a ser notícia: a majestosa construção de Stonehenge, o monumento que se encontra no Reino Unido desde tempos imemoriais e cuja origem pouco se sabe (embora exista muita especulação). Desta vez, a pesquisa que afirma ter resolvido o mistério definitivamente não questiona como ou quando o monumento foi construído, mas por quem. De acordo com especialistas da Universidade de Buckingham envolvidos na pesquisa, os autores e construtores de Stonehenge não foram imigrantes da Europa continental, como muitas hipóteses indicam, mas nativos das ilhas que compõem a Grã-Bretanha hoje.


De acordo com o The Huffington Post, o estudo desta equipe científica, liderada por David Jacques, realizou uma escavação arqueológica a 2,5 km do monumento, e ali foram encontradas ferramentas feitas com ossos de animais extintos, o que também teria servido como alimento para as pessoas que viviam na região desde os tempos antigos. A datação por carbono realizada sobre esses instrumentos mostraram que a região já era habitada desde 8.820 a.C.

De acordo com especialistas, esta descoberta muda a maneira de ver o tempo da "revolução neolítica", uma vez que implica que ali havia sociedades que viviam em um mesmo lugar (longe da imagem dos imigrantes itinerantes que trouxeram o conhecimento da agricultura), os quais, provavelmente, trabalhavam a terra e construíram monumentos para seus rituais. Acredita-se que antes de Stonehenge, os habitantes haviam criado, entre 8.820 e 6.590 a.C, uma versão do monumento utilizando madeiras gigantes.

Fonte: The History Channel

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Empresa faz expedição turística até os destroços do navio por R$ 130 mil

Há 102 anos, na madrugada do dia 14 para 15 de abril, o Titanic se chocava a um iceberg no Atlântico Norte. Entre a batida e o fim do naufrágio foram pouco mais de 2h40 e cerca de 1500 mortos. Por muitas décadas, a comovente história do Titanic foi esquecida e tratada como passado até que em 1985 foram localizados os destroços do navio. Submerso a 3,8 mil metros de profundidade, o transatlântico foi localizado por uma expedição liderada por Robert Ballard. Desde então, várias de expedições partiram rumo a escuridão do fundo do atlântico.



O Titanic levou consigo o que havia de mais moderno e luxuoso em relação a embarcações naquele fatídico ano de 1912. Porém, após mais de um século do naufrágio são os turistas que vão ver de perto a história do navio. Desde sua descoberta, apenas uma companhia atuou na área com fins turísticos.

Uma empresa inglesa mantém viagens constantes para visitação dos destroços do navio. Sediada na Inglaterra, mas operando a partir de St. John’s, na Terra Nova (Canadá), ela oferece pacotes por "apenas" US$ 59 mil (R$ 130 mil) para os interessados em mergulhar num mini-submarino até os destroços. No valor está incluso refeições e as hospedagens, porém o translado não faz parte do preço. Já quem preferir ir e não mergulhar no submarino, o preço cai para "irrisórios" US$ 10 mil (R$ 22 mil).


A embarcação pode submergir até 6 mil metros e tem capacidade de levar 20 turistas por viagem. A expedição até os destroços do Titanic começa em St. John’s e dura cerca de 12 dias, dependendo das condições climáticas. Os visitantes ficam hospedados num navio de pesquisas em quarto duplo. Além de conhecerem os restos do transatlântico, os sortudos ainda terão palestras e um bate-papo com exploradores e cientistas sobre o navio. Os visitantes ainda "ganham" uma réplica do conjunto de louças que foram utilizados na 1ª Classe do Titanic.

Halifax
Quem não puder gastar R$ 130 mil numa viagem de 12 dias, mas quer conhecer de perto a história do Titanic deve visitar Halifax (Canadá). Localizada na Nova Escócia, a cidade foi a base de saída dos navios de resgate que partiram para socorrer as vítimas do naufrágio.

Por isso, lá estão enterrados no cemitério de 'Fairview' mais de 100 passageiros do transatlântico e possivelmente entre eles, a vítima em que foi baseado o personagem de Di Caprio, J. Dawson. A cidade ainda possui um dos melhores museus quando o assunto é Titanic.

Serviço em 2014
Luxury and More Travel
Preço: US$ 59 mil (R$ 130 mil)
Duração: 12 dias
Local: St. John’s (Canadá)

Fonte: Jornal Luzilandia

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