sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Segredo do Titanic pode estar em telegrama recém descoberto

Um telegrama recém-descoberto põe em xeque um capítulo sobre a tragédia do Titanic, em 1912. A mensagem, enviada por tripulantes durante o acidente, avisa a companhia detentora do navio sobre o ocorrido. “Nós colidimos com um iceberg = afundando rápido = venha nos ajudar”, diz o bilhete, junto com coordenadas para a posição da embarcação.
Segundo a Discovery News, o principal diretor da companhia, Philip Franklin, falecido em 1939, sempre negou ter conhecimento prévio da situação. Ele declarou, ao Senado norte-americano na época, que só se comunicou com tripulantes ou autoridades do navio após ele ter afundado. Franklin alegava que soube da gravidade do ocorrido pelo presidente da companhia, Bruce Ismay, um dos sobreviventes da tragédia.

O documento foi estudado e indícios apontam que é realmente verdadeiro. Para pesquisadores, não se pode descartar que ele nunca tenha recebido a mensagem. Mas há grandes chances de que Franklin soubesse do desastre e que tenha mentido sobre o assunto. “O telegrama prova que o Titanic enviou mensagem à White Star Line [dona do navio] em Nova York”, decreta Don Ackerman, diretor do departamento de História da casa de leilões Heritage Auctions, nos EUA.
O telegrama foi descoberto ao chegar à casa de leilões texana no último mês. Ele foi um dos itens colocados em um leilão no fim da última semana, ao lado de menu de jantar no navio e outras relíquias. O Titanic afundou em 1912 após colidir com um iceberg quando fazia a rota inaugural entre Reino Unido e Estados Unidos. Cerca de 1.500 pessoas morreram no desastre.
Fonte: G1

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Historiador revela plano secreto do Papa para matar Hitler

Muito se tem especulado sobre a ajuda secreta que o Papa Pio XII teria dado a Hitler ao nunca ter se pronunciado publicamente contra os crimes do nazismo, em especial o genocídio dos judeus. Tanto é assim que ele é conhecido como o “Papa de Hitler”.

O livro recentemente publicado por Mark Riebling, “Church of Spies” (Igreja de Espiões, na tradução), refuta esse hipótese ao revelar a trama oculta do suposto complô chefiado pelo Vaticano para assassinar o ditador alemão. Segundo o historiador americano, o pontífice foi, na verdade, uma peça-chave no plano que objetivava derrotar Hitler de dentro, ao apoiar os opositores do regime nazista. O autor afirma que a estratégia de Pio XII consistiu em ocultar sua oposição ao nazismo e encomendar ao padre católico Josef Müller a tarefa de espiar Hitler e ser o elo entre os bispos alemães e os da Santa Sé.





Riebling, que se formou na prestigiada Universidade Columbia, utilizou gravações secretas, fornecidas por intermediários de Pio XII, para escrever seu livro. Nelas, estaria registrada uma negociação liderada pelo pontífice com os Aliados para garantir uma solução à guerra após o assassinato do ditador nazista. O historiador explicou, em uma entrevista concedida ao diário Daily Mail: “Ninguém poderia aproximar de forma mais discreta e crível os inimigos internos e externos de Hitler que Pio XII. Na posição, talvez, de figura de maior prestígio da Europa e acima de pressões partidárias, o papa teve a maior vantagem que um governante poderia ter: ele foi alguém poderoso e de confiança em meio a poderosos em quem ninguém podia confiar”.

A habilidade de Hitler para se esquivar dos ataques contra ele e o pouco apoio recebido por parte das potências estrangeiras teriam feito o plano fracassar.


Fonte: Seu History

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Cientistas encontram “anomalias” na Grande Pirâmide de Gizé

As pirâmides de Gizé deixam qualquer pessoa olhando com espanto e curiosidade por quase quatro mil anos. Mesmo depois de centenas de anos de exploração arqueológica e científica, pesquisadores ainda estão fazendo descobertas fascinantes. Um projeto recente encontrou marcantes “anomalias térmicas” no lado leste da Grande Pirâmide de Gizé.

A descoberta foi parte da Operação Pirâmide de Digitalização, um projeto recente que utiliza de  “raios cósmicos” e drones para analisar as pirâmides por um grupo de cientistas do Egito, França, Canadá e Japão, sob a autoridade do Ministério de Antiguidades Egípcias.


Com o plano em curso para descobrir novos túmulos e câmaras mortuárias escondidas, o projeto, que usa a tecnologia de imagem térmica na pirâmide, encontrou focos de calor nos misteriosos monumentos. No nível mais baixo do “Cheops”, ou Grande Pirâmide, eles encontraram uma área constituída de blocos que tiveram um intervalo de temperatura muito maior do que seria normalmente esperado para pedras adjacentes feitos com diferentes qualidades de pedra calcária.

Desde lacunas de ar que poderiam manter o calor, bem como a capacidade de absorção de calor de tal rocha ou areia, uma diferença de temperatura poderia revelar informações sobre a estrutura da pirâmide oculta sob a superfície. No entanto, a equipe ainda não está certo o que é exatamente. Ele poderia ser um túmulo, uma cavidade, uma passagem ou mesmo apenas uma fenda na rocha.

Em um comunicado, o ministério de antiguidades egípcias relataram que os cientistas concluíram a existência de diversas anomalias térmicas que foram observadas em todos os monumentos durante a exploração científica realizadas ao nascer do sol, quando as estruturas aquecem a partir do Sol, e ao pôr do sol, quando perdem calor.

“Para explicar essas anomalias, várias hipóteses e possibilidades poderiam ser redigidas; a presença de cavidades por trás da superfície, as correntes de ar internas são as hipóteses mais prováveis.
As pirâmides de Gizé foram construídas em torno de 2.613 e 2.494 a.C. – onde a maior anomalia térmica foi encontrada – sendo a maior e mais antiga dos monumentos, que foi construído para o faraó Khufu (cujo nome em grego traduz de Quéops).

O próximo passo será um levantamento em infravermelho à longo prazo de todas as pirâmides.

Fonte: IFLScience

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

O assustador hospital abandonado de Hitler

Às vezes, edifícios abandonados simplesmente parecem assustadores, mas na verdade, eram o lar de alguma fábrica chata, ou algum processo industrial benigno. A história do hospital Beelitz Heilstätten, no entanto, faz jus a sua aparência obscura.

Construído em 1898, este complexo hospitalar em desuso de aproximadamente 60 prédios está localizado no distrito de Beelitz Heilstätten, em Berlim. Entre 1898 e 1930, o complexo serviu como um sanatório para doenças pulmonares, abrigando geralmente aqueles com condições então fatais, como a tuberculose.

Durante a primeira guerra mundial, serviu como um hospital de campo que tratou as primeiras vítimas de armas como metralhadoras e gás mostarda, novidades na época. Durante esta época, ele também tratou um jovem soldado com o nome de Adolf Hitler, que tinha sido cegado por um ataque de gás britânico e ferido na perna na batalha do Somme.

Ironicamente, essas experiências e seu tratamento bem sucedido definiriam o cenário para o hospital para mais uma vez ser usado como um hospital militar de campanha, tratando feridos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Ocupado pelos russos em 1945, ele serviu como um hospital militar soviético nos próximos 50 anos, até 1995, muito tempo depois da queda do muro de Berlim. O hospital tratou desde membros do Partido Comunista até membros do governo da Alemanha Oriental, que foram enviados para lá depois de serem forçados a sair em 1990.

Hoje, enquanto algumas pequenas seções do imenso hospital são usadas para a reabilitação neurológica e mal de Parkinson, a maioria do complexo, incluindo a unidade de cirurgia, o hospital psiquiátrico, e um campo de tiro, foi abandonada e deixada para a floresta circundante. Em 2002, foi utilizado como cenário para o filme de Roman Polanski “O Pianista”.


Como nenhuma parte do complexo é guardada, o hospital é um local popular para a exploração urbana, adolescentes bêbados, e pessoas que gostam de lugares abandonados assustadores.

Confira algumas fotos:

















Fonte: http://misteriosdomundo.org/

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Pela primeira vez na história, cientistas retiram múmia de caixão

Pesquisadores do Chicago Field Museum e mais três cientistas tiraram, pela primeira vez na história, uma múmia do caixão. Isso foi necessário, pois ela viajará em uma exibição pelo mundo.

Usando aparelhos ideais para o processo, o líder J.P. Brown confessou que a primeira sensação depois do procedimento ocorrer corretamente foi soltar um aliviado “Agora sim! Eu estava nervoso!”. A jovem múmia guarda a história de um filho de sacerdote e será exibida em Los Angeles pela mostra Mummies: Images of the Afterlife.



O corpo era guardado no museu de Chicago desde 1920, quando ganhou uma coleção histórica de 30 múmias do Egito. “Nesses processos, elas sempre correm riscos de danos, então temos que lidar com o máximo de atenção possível”, conta Brown.

Ao retirarem a múmia de dentro do caixão, percebeu-se que havia problemas, que já eram esperados. Por exemplo, por meio de raios-x anteriores, os cientistas já sabiam que os pés dela estavam soltos, mas mesmo assim, Brown disse: “É fascinante que tenha sobrevivido por todo esse tempo. Elas são muito mais frágeis do que as pessoas realmente pensam”.
“Esses são indivíduos únicos. Não há nada como eles. Se houvesse algum dano, não poderíamos simplesmente pegar e recolocar as partes de onde tiramos”, finaliza Molly Gleeson, cientista envolvida no projeto.




Fonte: Revista Galileu

quinta-feira, 25 de junho de 2015

A história do homem que dorme na cama de Hitler

Kevin Wheatcroft, de 55 anos, tem um patrimônio de R$ 728 milhões. O motivo? Ele é o maior colecionador de objetos nazistas - até dorme na cama que era de Hitler. A "Coleção Wheatcroft", como ele a chama, foi mantida longe dos olhos públicos, apesar de ser quase lendária entre especialistas e nas comunidades online. Mas agora está 'quase' online? Por que quase? Porque o site que Wheatcroft colocou no ar, com algumas fotos, parece ter sido feito nos primórdios da internet. 

O colecionador viajou o mundo caçando antiguidades nazistas desde que, em seu aniversário de cinco anos, recebeu um presente inusitado de seus pais: um capacete (com furo de balas e tudo) nazista, usado na Segunda Guerra Mundial. Desde então ele adquiriu 88 tanques de guerra do período (uma frota maior do que a dos exércitos dinamarquês e belga juntos), a porta da cela de Hitler em Landsberg (onde o líder nazista escreveu Mein Kampf) e adegas de vinho, também de Hitler, que ele tirou das ruínas de uma das casas do ditador após o lugar ser dinamitado.

Outros itens incluem a maior coleção de bustos de Hitler, um canhão de um submarino Krupp, uma réplica dos portões de Auschwitz, o gramofone e os discos de Eva Braun, e a cama onde Wheatcroft dorme, que era de Hitler ('mas mudei o colchão', contou, em entrevista à BBC).

E o mercado está aquecido: com os 70 anos da Segunda Guerra, parece que mais e mais colecionadores estão interessados em objetos do tipo. Uma mecha de cabelos que, supostamente, é de Hitler foi comprada por mais de R$630 mil no ano passado. O colecionador responsável, David Irving, também estaria verificando a autenticidade de ossos que pertenceriam a Hitler e a Eva Braun.

Além da coleção de objetos nazistas, Wheatcroft tem um museu de veículos e uma pista de corrida. Acredite se quiser, ele já disputou corridas amigáveis (e era conhecido por ser parceiro de bar) de Ayrton Senna. Pelo que se sabe, ele também tem a maior coleção do mundo de carros de corrida. 

Fonte: http://revistagalileu.globo.com/

terça-feira, 19 de maio de 2015

Restos mumificados de um monge foram encontrados envoltos em uma estátua de Buda

Restos mumificados de um monge foram encontrados envoltos em uma estátua de Buda que remonta ao século 11 ou 12.
Erik Bruijn, especialista em Budismo, conduziu o estudo e determinou que a múmia era do mestre budista Liuquan, que pertencia à  escola de meditação chinesa.
Uma tomografia computadorizada e endoscopia foram realizadas pelo Drents Museum no Centro Médico Meandro, na Holanda.

Os pesquisadores também descobriram que os órgãos do monge haviam sido removidos do seu corpo antes da mumificação. Além disso, rolos de papel cobertos de escrita chinesa foram descobertos ao lado do monge.
Após a verificação, a múmia foi levada para Budapeste, onde vai estar em exposição no Museu de História Natural Húngaro até maio desse ano.
Muitos budistas praticantes acreditam que múmias como o do mestre budista Liuquan não estão realmente mortas, mas estão em avançado estado de meditação.
Fonte: Jornal News

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Titanic 103 anos: Empresa faz expedição turística até os destroços do navio por R$ 190 mil

Há 103 anos, na madrugada do dia 14 para 15 de abril, o Titanic se chocava a um iceberg no Atlântico Norte. Entre a batida e o fim do naufrágio foram pouco mais de 2h40 e cerca de 1500 mortos. Por muitas décadas, a comovente história do Titanic foi esquecida e tratada como passado até que em 1985 foram localizados os destroços do navio. Submerso a 3,8 mil metros de profundidade, o transatlântico foi localizado por uma expedição liderada por Robert Ballard. Desde então, várias de expedições partiram rumo a escuridão do fundo do atlântico.
Uma empresa inglesa mantém viagens constantes para visitação dos destroços do Titanic - Foto: Divulgação/ Luxury and More Travel
O Titanic levou consigo o que havia de mais moderno e luxuoso em relação a embarcações naquele fatídico ano de 1912. Porém, após mais de um século do naufrágio são os turistas que vão ver de perto a história do navio. Desde sua descoberta, apenas uma companhia atuou na área com fins turísticos.
Uma empresa inglesa mantém viagens constantes para visitação dos destroços do navio. Sediada na Inglaterra, mas operando a partir de St. John’s, na Terra Nova (Canadá), ela oferece pacotes por "apenas" US$ 60 mil (R$ 190 mil) para os interessados em mergulhar num mini-submarino até os destroços. No valor está incluso refeições e as hospedagens, porém o translado não faz parte do preço. Já quem preferir ir e não mergulhar no submarino, o preço cai para "irrisórios" US$ 10 mil (R$ 31,5 mil).
A embarcação pode submergir até 6 mil metros e tem capacidade de levar 20 turistas por viagem. A expedição até os destroços do Titanic começa em St. John’s e dura cerca de 12 dias, dependendo das condições climáticas. Os visitantes ficam hospedados num navio de pesquisas em quarto duplo. Além de conhecerem os restos do transatlântico, os sortudos ainda terão palestras e um bate-papo com exploradores e cientistas sobre o navio. Os visitantes ainda "ganham" uma réplica do conjunto de louças que foram utilizados na 1ª Classe do Titanic.
Halifax

Quem não puder gastar R$ 190 mil numa viagem de 12 dias, mas quer conhecer de perto a história do Titanic deve visitar Halifax (Canadá). Localizada na Nova Escócia, a cidade foi a base de saída dos navios de resgate que partiram para socorrer as vítimas do naufrágio.
Por isso, lá estão enterrados no cemitério de 'Fairview' mais de 100 passageiros do transatlântico e possivelmente entre eles, a vítima em que foi baseado o personagem de Di Caprio, J. Dawson. A cidade ainda possui um dos melhores museus quando o assunto é Titanic.
Fonte: EcoViagem

terça-feira, 7 de abril de 2015

Exposições históricas nos Estados Unidos


Dois objetos de grande importância para a história dos Estados Unidos fazem parte do acervo do Museu Henry Ford, localizado na cidade norte-americana Dearborn, no estado do Michigan. A cadeira em que o presidente Abraham Lincoln estava sentado quando foi assassinado em 1865, no Teatro Ford, e a limusine na qual John F. Kennedy foi baleado quase um século depois estão entre os objetos mais visitados do museu.


O ônibus em que Rosa Parks se recusou a ceder seu lugar para um homem branco e, com isso, ajudou a desencadear o movimento dos direitos civis, também é uma das atrações mais procuradas.
A partir da semana que vem, os visitantes do museu poderão ter um contato ainda maior com a cadeira de Lincoln. Para lembrar os 150 anos da morte do décimo sexto presidente americano, o icônico objeto será removido do vidro de proteção e colocado em uma área aberta.
Doris Kearns Goodwin, historiadora e autora do livro que inspirou o filme "Lincoln", de Steve Spielberg, disse à agência de notícias Assoaciated Press que esse contato próximo com a cadeira histórica vai oferecer uma experiência íntima para as pessoas. "É uma intimidade que te catapulta no tempo", afirma. "E com isso, espero que não pensem na morte, mas na vida que valeu a pena".
O acervo do Museu Henry Ford foi iniciado pelo próprio pioneiro da indústria automotiva há 85 anos - e a cadeira de Lincoln está lá desde essa época. Tomada como evidência pelo governo americano, a cadeira passou pelo Smithsonian Institution e depois foi recuperada pelos donos do Teatro Ford - que não tem relação com Henry Ford - e, em seguida, foi leiloada para o empresário.
"Lincoln foi um dos heróis de Henry Ford. Quando decidiu ter um museu, ele quis colecionar o material de Lincoln como ferramenta educacional", diz a curadora do Museu Henry Ford Donna Braden.
Cadeira no Museu Heny Ford em que o presidente americano Abraham Lincoln foi assassinado (Foto: AP/Paul Sancya)

Ônibus no qual Rosa Parks se recusou a dar lugar para um homem branco em 1955 (Foto: AP/Paul Sancya)

O presidente John F. Kennedy foi baleado fatalmente em 1963 nesta limusine (Foto: AP/Paul Sancya)
Curiosidades
Muitos visitantes perguntam se as manchas escuras na parte de trás da cadeira são o sangue de Abraham Lincoln. Mas os funcionários do museu explicam que são marcas de oleosidade de cabeças de outras pessoas, que sentaram na cadeira antes da fatídica noite em que Lincoln foi baleado enquanto assistia à uma peça de teatro. Segundo o museu, a cabeça de Lincoln estava num ponto mais alto da cadeira do que as manchas, já que ele tinha 1,93 de altura.
Datas comemorativas parecem dar mais impacto para os objetos famosos, como a cadeira de Abraham Lincoln e a limusine de John F. Kennedy. Aproximadamente 8 mil pessoas visitaram o carro em que Kennedy foi assassinado em 22 de novembro de 2013, dia do 50º aniversário do assassinato do presidente. Da mesma maneira, o museu espera que a cadeira atraia muitos visitantes no aniversário de Lincoln.
A autora Doris Kearns Goodwin diz que a experiência de estar diante desse objetos históricos transcende o momento em que eles se tornaram famosos. "De certa forma, é mais familiar quando é uma cadeira, um ônibus ou uma limusine", ela diz. "Há algo sobre a tangibilidade dessas coisas".
Fonte: G1

quinta-feira, 19 de março de 2015

Hitler bombardeou cidades alemãs. Porque ele tentou isso?

A perseguição que Adolf Hitler montou a polacos, soviéticos e aos judeus de um modo geral já é bem conhecida. O que não sabíamos é que o líder dos nazis atacou os próprios alemães, ao bombardear cidades do seu próprio país com V-2 para fazer “treinos de tiro” em 1944. Esta é uma revelação que adensa o negrume da história de Hitler.

Os relatos destes episódios foram expostos pela Schutzstaffel (SS), a organização militar fiel ao regime nazi. Nos documentos da SS pode ler-se o modo como Hitler ordenou o lançamento de bombas em algumas cidades e povoações germânicas para testar a eficiência dos mísseis balísticos V-2. O exercício foi de tal modo secreto que, na altura, só era conhecido pela Kommandostelle S, uma unidade de que pouco se sabe hoje em dia.

Hitler imputou os crimes aos Aliados, na reta final da II Guerra Mundial. Os nazis tentaram queimar os documentos que contavam a verdadeira versão da história, mas foram impedidos por uma entidade desconhecida. Os ficheiros foram parar às mãos de uma colecionador alemão que os guardou desde então.
Muitos destes documentos vão ser postos à venda dia 18 de março, por pelo menos 3 mil euros. O porta-voz da empresa responsável pela venda dos ficheiros diz que “a bomba V-2 foi o primeiro míssil balístico. Os seus efeitos foram devastadores”. Crê-se que o único engenho que podia ultrapassar a força da V-2 era a bomba atómica.
O vendedor acrescenta que as ações descritas nestes documentos são a prova do desespero dos nazis após o Dia D, com os desembarques na Normandia e o avanço dos Aliados pela Europa. As bombas V-2 foram desenhadas pelo engenheiro aeroespacial Wernher von Braun e foram utilizadas até que os Estados Unidos lançaram a bomba atómica no Japão, após Albert Einstein ter relatado a Roosevelt os avanços tecnológicos dos alemães.
As bombas V-2 eram lançadas de uma altura de 14 metros e impulsionadas por etanol líquido e oxigénio. Pesavam 13 toneladas.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Monumento em homenagem à conferência de Yalta, de 1945, é inaugurado

Um monumento reproduzindo a célebre fotografia da reunião em Yalta, em 1945, entre Stalin, Churchill e Roosevelt foi inaugurado nesta quinta-feira para comemorar o 70º. aniversário desta conferência que definiu o futuro da Europa.
Com a música do hino russo, o monumento de bronze, que pesa dez toneladas e tem mais de 3 metros de altura, foi inaugurado perto do palácio de Livadia, em Yalta, onde entre 4 e 11 de fevereiro de 1945 a conferência reunião os futuros vencedores da II Guerra Mundial.
Na conferência, o dirigente soviético Josef Stalin, o presidente americano Franklin Roosevelt e o primeiro-ministro britânico Winston Churchill definiram o futuro da Europa e suas zonas de influência nos próximos 50 anos.
O monumento foi denunciado pelos tártaros da Crimeia, pois para eles, para os ucranianos e outros povos, Stalin encarna um regime terrorista que eliminou milhões de pessoas.
O monumento, criado há dez anos pelo escultor russo Zurab Tsereteli, ia a ser instalado em 2005, quando a conferência fez 60 anos, mas as autoridades locais desistiram de inaugurá-lo por causa de protestos.



Fonte: Gazeta Russa

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Arqueólogos encontram bunker onde Hitler desenvolvia bomba atômica

Um grupo de arqueólogos liderado pelo documentarista Andreas Sulzer realizou uma descoberta extraordinária, que ajudará a reconstruir a história mais obscura do século XX. Trata-se de um bunker nazista conectado ao campo de concentração de Mauthausen-Gusen. Nele, engenheiros sob o comando de Hitler desenvolviam – segundo deduzem os pesquisadores, por causa do alto nível de radiação na zona – diversas armas nucleares, entre elas uma bomba atômica.



A detecção dos níveis de radiação, próximo à cidade austríaca de St. Georgen an der Gusen, foi a chave para que equipe chegasse à descoberta. Eles conseguiram acessar um labirinto de túneis subterrâneos, onde encontraram capacetes e objetos pertencentes às tropas nazistas, e que levava ao bunker nazista. “É, provavelmente, o maior local de produção de armas secretas do Terceiro Reich, pois tem uma superfície de 30 hectares”, disse Sulzer.

Fonte: The History

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