quarta-feira, 30 de setembro de 2015

O assustador hospital abandonado de Hitler

Às vezes, edifícios abandonados simplesmente parecem assustadores, mas na verdade, eram o lar de alguma fábrica chata, ou algum processo industrial benigno. A história do hospital Beelitz Heilstätten, no entanto, faz jus a sua aparência obscura.

Construído em 1898, este complexo hospitalar em desuso de aproximadamente 60 prédios está localizado no distrito de Beelitz Heilstätten, em Berlim. Entre 1898 e 1930, o complexo serviu como um sanatório para doenças pulmonares, abrigando geralmente aqueles com condições então fatais, como a tuberculose.

Durante a primeira guerra mundial, serviu como um hospital de campo que tratou as primeiras vítimas de armas como metralhadoras e gás mostarda, novidades na época. Durante esta época, ele também tratou um jovem soldado com o nome de Adolf Hitler, que tinha sido cegado por um ataque de gás britânico e ferido na perna na batalha do Somme.

Ironicamente, essas experiências e seu tratamento bem sucedido definiriam o cenário para o hospital para mais uma vez ser usado como um hospital militar de campanha, tratando feridos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Ocupado pelos russos em 1945, ele serviu como um hospital militar soviético nos próximos 50 anos, até 1995, muito tempo depois da queda do muro de Berlim. O hospital tratou desde membros do Partido Comunista até membros do governo da Alemanha Oriental, que foram enviados para lá depois de serem forçados a sair em 1990.

Hoje, enquanto algumas pequenas seções do imenso hospital são usadas para a reabilitação neurológica e mal de Parkinson, a maioria do complexo, incluindo a unidade de cirurgia, o hospital psiquiátrico, e um campo de tiro, foi abandonada e deixada para a floresta circundante. Em 2002, foi utilizado como cenário para o filme de Roman Polanski “O Pianista”.


Como nenhuma parte do complexo é guardada, o hospital é um local popular para a exploração urbana, adolescentes bêbados, e pessoas que gostam de lugares abandonados assustadores.

Confira algumas fotos:

















Fonte: http://misteriosdomundo.org/

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Pela primeira vez na história, cientistas retiram múmia de caixão

Pesquisadores do Chicago Field Museum e mais três cientistas tiraram, pela primeira vez na história, uma múmia do caixão. Isso foi necessário, pois ela viajará em uma exibição pelo mundo.

Usando aparelhos ideais para o processo, o líder J.P. Brown confessou que a primeira sensação depois do procedimento ocorrer corretamente foi soltar um aliviado “Agora sim! Eu estava nervoso!”. A jovem múmia guarda a história de um filho de sacerdote e será exibida em Los Angeles pela mostra Mummies: Images of the Afterlife.



O corpo era guardado no museu de Chicago desde 1920, quando ganhou uma coleção histórica de 30 múmias do Egito. “Nesses processos, elas sempre correm riscos de danos, então temos que lidar com o máximo de atenção possível”, conta Brown.

Ao retirarem a múmia de dentro do caixão, percebeu-se que havia problemas, que já eram esperados. Por exemplo, por meio de raios-x anteriores, os cientistas já sabiam que os pés dela estavam soltos, mas mesmo assim, Brown disse: “É fascinante que tenha sobrevivido por todo esse tempo. Elas são muito mais frágeis do que as pessoas realmente pensam”.
“Esses são indivíduos únicos. Não há nada como eles. Se houvesse algum dano, não poderíamos simplesmente pegar e recolocar as partes de onde tiramos”, finaliza Molly Gleeson, cientista envolvida no projeto.




Fonte: Revista Galileu

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