sexta-feira, 29 de abril de 2016

Descobertos restos de ilha anglo-saxônica no Reino Unido

Arqueólogos britânicos descobriram os restos de uma ilha anglo-saxônica até então desconhecida. 

O anúncio, realizado por pesquisadores da Universidade de Sheffield, é considerado uma das mais importantes descobertas arqueológicas no Reino Unido em décadas. A ilha foi localizado na região de Little Carlton, perto de Louth, em Lincolnshire. 
Uma vez o lar de um assentamento anglo-saxão, o local foi descoberto pela primeira vez por Graham Vickers, um morador que usa um detector de detector de metais amador na região. Em suas buscas em um campo arado, Vickers encontrou uma caneta de prata, que é datada do século VIII. 


Esse foi apenas o primeiro de muitos itens intrigantes que iriam surgir. Vickers avisou autoridades responsáveis por esse tipo de antiguidades na Inglaterra e centenas de outros artefatos foram encontrados, entre eles 300 pinos de vestido, um grande número de "sceattas" - moedas dos séculos VII e VIII - e um pequeno comprimido de chumbo que carrega o nome feminino anglo-saxão "Cudberg". 

Mais tarde, uma equipe da Universidade de Sheffield encontrou ossos de um animal dilacerado e cerâmica saxônica. 

"Este é um sítio de importância internacional", disse em um comunicado Hugh Willmott, do departamento de arqueologia da universidade. 

Com uso de estudos geofísicos e magnetometria, juntamente com modelagem 3D, os pesquisadores restauraram digitalmente o nível de água da ilha ao seu estado medieval superior. 

"Foi um ponto focal na área de Lincolnshire, conectado com o mundo exterior através de cursos de água", disse Willmott ao jornal The Guardian, no começo de março.

Fonte: The Guardian 
Imagem: Serghei Starus/Shutterstock.com

Paranapiacaba terá 2º encontro de pesquisadores do Parque Nascentes

Em maio, a Vila de Paranapiacaba receberá o 2º Encontro de Pesquisadores do Parque Nascentes, unidade de conservação de proteção integral criada pela Prefeitura da cidade em 2003. A atividade será realizada no dia 21, das 9h às 16h, no Clube União Lyra-Serrano. O encontro é aberto a todos os interessados, que podem se inscrever gratuitamente encaminhando mensagem até 13 de maio para o endereço eletrônico parquenascentes@santoandre.sp.gov.br e informar nome completo, telefone de contato, escolaridade e instituição a que pertence. Haverá emissão de certificado de participação para os inscritos neste período. Confira a programação completa a seguir.
Desde sua implantação, entre as ações para a preservação de seus recursos naturais está o estímulo à realização de pesquisas científicas e acadêmicas. Entre outros, quatro teses de doutorado, três dissertações de mestrado, outros três trabalhos de conclusão de curso, além de diversas pesquisas e trabalhos técnicos, entre eles o próprio Plano de Manejo da unidade. Os resultados destes trabalhos contribuíram na gestão e planejamento de ações do parque. Alguns deles foram mostrados durante o 1º Encontro, realizado em outubro de 2015. De acordo com os organizadores, este encontro contribuiu para a discussão da importância da região de Paranapiacaba (antigamente chamado Alto da Serra) enquanto patrimônio natural, científico e cultural da região de florestas da Serra do Mar.
Ainda segundo os organizadores, o 2º Encontro abrigará discussões acerca da relevância do Alto da Serra para o estado atual do conhecimento científico e acadêmico sobre a biodiversidade e também de sua importância estratégica para a conservação e preservação da biodiversidade e do patrimônio natural. Para o secretário de Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba e Parque Andreense, que participará da abertura, esse tipo de encontro contribui muito para uma melhora na gestão dessa importante Unidade de Conservação, e possibilita ainda a ampla divulgação das várias pesquisas já realizadas no Parque ao longo desses últimos anos. “Esperamos que esse encontro se consolide como parte integrante do calendário anual oficial dos eventos realizados na Vila de Paranapiacaba, pois esse nosso patrimônio tem sua importância cultural, arquitetônica e ambiental”, afirmou.
Mata Atlântica – O Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba é uma unidade de conservação criada pela Prefeitura de Santo André em 2003 para preservar os recursos naturais da Mata Atlântica do entorno da Vila. Em uma área de mais de quatro milhões de m², encontram-se uma grande riqueza da fauna e flora local. Outra atração local são as nascentes do Rio Grande, principal formador da represa Billings e que dão o nome à unidade. O parque conta com seis trilhas abertas que tem visitas controladas realizadas com acompanhamento de monitores ambientais, que são moradores de Paranapiacaba e foram capacitados pela gestão. Os monitores estão habilitados a receber os visitantes e mostrar a beleza da área. O Parque está aberto de terça-feira a domingo, das 9h às 16h.
O 2º Encontro de Pesquisadores do Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba é organizado pela Secretaria de Gestão de Recursos naturais de Paranapiacaba e Parque Nascentes. A programação completa estará disponível em www.santoandre.sp.gov.br. Mais informações e inscrições pelos telefones 11 4439-1308 / 1323.
Programação do 2º Encontro de Pesquisadores do Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba
9h – Inscrições e credenciamento
9h45 – Abertura: Ricardo Di Giorgio, secretário Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba e Parque Andreense.
10h – Entendendo o Parque Nascentes de Paranapiacaba
Palestrante: Leandro Wada Simone – mestre em Planejamento e Gestão do Território pela Universidade Federal do ABC, é gerente de Recursos Naturais da Secretaria de Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba e Parque Andreense – Prefeitura de Santo André
10h15 – Uso de plantas medicinais pelos moradores da vila de Paranapiacaba
Palestrante: Bárbara Molina Mourad – graduanda em Ciência e Tecnologia pela Universidade Federal do ABC
10h45 – Fitofisionomias de Paranapiacaba e Parque Andreense, Santo André - SP
Palestrante: Renata Jimenez de Almeida-Scabbia – doutora e mestre em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, é professora da Universidade de Mogi das Cruzes
11h15 – As aves: uma revisão histórica do conhecimento ornitológico em uma reserva de Mata Atlântica do Estado de São Paulo
Palestrante: Luís Fábio Silveira – doutor em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo, é professor no Departamento de Zoologia da Universidade de São Paulo
11h45 – Mesa de encerramento do período da manhã
12h15 – Almoço
13h45 – Distribuição da ictiofauna do Rio Grande e níveis de exposição ao mercúrio ao longo de seu eixo e na zona de influência da Represa Billings
Palestrante: Natalia Furlan – mestre em Pesca e Aquicultura pelo Instituto de Pesca da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, é bióloga na CETESB.
14h15 – Diversidade nas assembleias de aranhas em duas diferentes morfologias de cactos epífitos na Reserva Biológica Natural de Paranapiacaba e expectativas para os trabalhos de interação aranhas-plantas no Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba.
Palestrante: Zedenil Rodrigues Mendes – mestrando no Programa de Pós-graduação em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Botânica de São Paulo. Graduado em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.
14h45 – Mesa de encerramento do evento
Serviço:
2º Encontro de Pesquisadores do Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba
Dia 21 de maio, das 9 às 15h15
Local: Clube União Lyra-Serrano (Av. Antonio Olyntho, s/n, parte baixa da Vila)
Inscrições gratuitas até 13 de maio através pelo endereço eletrônico:parquenascentes@santoandre.sp.gov.br
Mais informações: parquenascentes@santoandre.sp.gov.br ou pelo tel. tel. 11 4439-1308 / 1323
Sobre a Secretaria de Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba e Parque Andreense
A Secretaria de Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba e Parque Andreense é responsável pela administração de 55% do território de Santo André e compreende, além da histórica vila ferroviária de Paranapiacaba, a área de proteção e recuperação dos mananciais do município.
Paranapiacaba, considerada patrimônio histórico nacional, foi construída por uma companhia inglesa a partir de 1860, quando da implantação da ferrovia pioneira no Estado de São Paulo, que ligou o porto de Santos à Jundiaí. A Parte Baixa da Vila foi comprada pela Prefeitura de Santo André em 2002. A atual Administração pretende voltar a investir no local para preservar o seu patrimônio histórico e natural e explorar o seu potencial turístico.
Fonte: http://www2.santoandre.sp.gov.br/
Links:
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Twitter: https://twitter.com/PrefStoAndre
Mais informações para a imprensa: 
Marcos Imbrizi: mlimbrizi@santoandre.sp.gov.br

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Bombardeios da Segunda Guerra podem ter causado mudança climática

Um estudo revela que a Segunda Guerra não teve apenas um saldo trágico em relação a perdas humanas e materiais, mas também afetou o planeta em longo prazo.

Mais precisamente, a ocorrência de bombardeios no sudeste da Inglaterra teria contribuído para uma mudança climática em escala mundial, segundo um estudo conduzido por cientistas da Universidade de Birmingham. 

No artigo, publicado pela revista International Journal of Climatology, foram analisados os registros de operações das forças armadas do Reino Unido e dos EUA e os dados climatológicos da década de 40, com o objetivo de detectar os níveis de nebulosidade provocada pelos milhares de bombardeios aliados que atingiram a Inglaterra entre 1943 e 1945.
Por exemplo, o bombardeio da manhã de 11 de maio de 1944, que incluiu mais de 1.400 aviões, fez com que a temperatura das bases militares diminuísse em 0,8°C, o que traz uma amostra significativa do efeito desses movimentos bélicos sobre a atmosfera terrestre.
“Observando uma época em que aviação era realizada em grupos concentrados com fins militares, fica mais fácil separar esse fenômeno de outros que também afetam o clima”, explica Rob Mackenzie, coautor do estudo.
Fonte: Muy Historia 
Imagem: Everett Historical/Shutterstock.com

Misteriosa esfera gigante é achada em floresta

Um arqueólogo alega ter descoberto a esfera de pedra mais antiga feita por humanos, que provaria a existência de uma civilização perdida.

O achado do cientista bósnio Semir Osmanagic, também apelidado de "Indiana Jones", ocorreu na cidade Zavidovici, em uma área de floresta da Bósnia e Herzegovina. O anúncio da descoberta ocorreu no último dia 11/04/16.

De acordo com o The Telegraph, a esfera possui um alto teor de ferro e um raio de 1,2m a 1,5m. Osmanagic acredita que a pedra prova a existência de uma civilização perdida avançada, que remonta mais de 1.500 anos atrás. 

Segundo seu colega pesquisador, Sam Osmanagich, a região costumava ter muito mais esferas do tipo até o século 20. Porém, muitas foram aparentemente destruídas na década de 70, pois acreditava-se que havia ouro escondido no seu interior. 

No meio científico, nem todos concordam com a teoria de Semir Osmanagic. O pesquisador Mandy Edwards, da Escola de Ciências Ambientais, Atmosféricas e da Terra da Universidade de Manchester, disse ao Mail Online que a rocha não parece ter sido produzida pelo homem. Para ele, trata-se de uma esfera formada pela "precipitação de cimento mineral natural dentro dos espaços entre os sedimentos grãos "- um processo conhecido como concreção.


Fontes: The Telegraph e Phys
Imagem: Sam Osmanagich

terça-feira, 19 de abril de 2016

De império a falência: Conheça os Matarazzo.

Uma família, que uma vez já formou um império de gigantes da indústria no Brasil e do mundo, colocou alguns bens à venda. 

Estamos falando dos Matarazzo, que já foram donos de um conglomerado de fábricas e negócios em diversos setores da economia. Agora, eles participam de um “Família Vende Tudo”, em São Paulo. Móveis, tapetes , acessório e objetos variados que pertenceram aos seus membros estão à venda. E parece que a concorrência é grande, com muitas pessoas ouriçadas na busca por uma barganha. 
A fortuna dos Matarazzo começou com os esforços de um mascate e imigrante italiano “que deu certo”.  Francesco Antonio Maria Matarazzo, mais tarde chamado de Conde Matarazzo, foi o criador do maior complexo industrial da América Latina do início do século XX. 
Quando morreu, no dia 10 de dezembro de 1937, ele era o homem mais rico do Brasil e um dos mais bem sucedidos do mundo, com uma fortuna de US$ 10 bilhões. A riqueza produzida por suas indústrias ultrapassava o PIB de qualquer estado brasileiro, com exceção de São Paulo. O empresário também possuía uma frota de navios, um terminal no porto de Santos e duas locomotivas para transportar seus produtos, além de uma mansão na avenida Paulista, endereço caríssimo da cidade de São Paulo. 

“Você acha que eu sou um Matarazzo? 
Sua fama era tão grande, que era comum na época as pessoas perguntarem “Você acha que eu sou um Matarazzo?” quando diante de algum preço exorbitante.
Após a morte do patriarca, que deixou 13 filhos, o sucessor natural seria Ermelino, o primogênito. Porém, ele morreu em um acidente de carro na Itália, em 1920. Os negócios da família foram assumidos por Francisco Matarazzo Júnior, o penúltimo dos filhos, que ficou à frente dos negócios por quatro décadas. 

Queda do império 
Com o tempo, houve um aumento de concorrência em todos os setores da indústria e, alguns especialistas apontam, os negócios da família não se modernizaram ao ponto de acompanhar as ameaças do mercado. Fora isso, o fato da família ser muito grande também foi visto como um complicador para os negócios por alguns analistas.
Outro fator é que os tempos já eram outros após a morte do fundador. Quando ele chegou ao Brasil, tudo precisava ser feito no país. Nas décadas seguintes à sua morte isso já não era mais a realidade. Talvez fosse a hora de vender algumas empresas e buscar um foco nos negócios da família, já que as empresas atuavam em setores muitos diferenciados e, ao mesmo tempo, o grupo não era especializado em nenhum deles, razão que fragilizou os negócios em várias frentes diante da concorrência que só aumentava com a industrialização acelerada da época.
Fontes: Terra , História de Empresas, Jornalismo da Gente
Imagem: Acervo do Centro de Documentação Histórica da Fundação Pró-Memória de São Caetano do Sul.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Cidade alemã tira título de cidadão de honra de Hitler

Título foi concedido em 1933, ano da chegada de Hitler ao poder. Rua Adolf Hitler foi renomeada recentemente.


Tegernsee, uma localidade turística do sul da Alemanha, tirou oficialmente de Adolf Hitler o título de "cidadão de honra" que ele ostentava há 83 anos, anunciou o prefeito Johannes Hagn, explicando que a decisão foi tomada unanimemente por 16 conselhos municipais.
Tegernsee, de 4.000 habitantes, atraía muitos nazistas, que chegaram a batizar sua rua principal de "rua Adolf Hitler".
Tegernsee, na Alemanha, retirou títutlo de cidadão de honra de Adolf Hitler (Foto: Reprodução/ Google Street View)
Mas até então ninguém tinha pensado em retirar do fundador do III Reich sua condição de "cidadão de honra" concedido em 1933, ano de sua chegada ao poder.
Recentemente, graças aos questionamentos de um jornalista, o prefeito descobriu que a rua ainda possuía este registro e resolveu acabar com o problema.
Fonte: http://g1.globo.com

terça-feira, 12 de abril de 2016

A triste história do “suicídio mais bonito do mundo”

Essa frase apresenta uma verdadeira contradição dos termos: um suicídio bonito é difícil de ser imaginado, de qualquer ponto de vista.

Contudo, uma foto assim eternizou a história da morte da jovem Evelyn McHale, a mulher que se atirou no vazio do famoso Empire State Building, em Nova York, em um evento que é lembrado hoje como o "suicídio mais bonito do mundo".
A morte trágica de Evelyn McHale nunca será esquecida. A jovem, nascida em 1924, tirou sua própria vida quando tinha apenas 23 anos, lançando-se do alto do 86º andar do Empire State Building. 

Trata-se de um dos edifícios mais emblemáticos da famosa cidade e, exatamente por isso, um dos locais prediletos pelas pessoas que, ao longo da história, quiseram tirar sua própria vida. 



Na manhã de 1º de maio de 1947, Evelyn comprou uma entrada para acessar o mirante do rasga-céus. De acordo com várias testemunhas, ela parecia alegre, sem mostrar quaisquer sinais característicos do que, minutos depois, aconteceria. 

Uma vez no mirante, a jovem simplesmente saltou no vazio. Após cair mais de 170 metros, ela se espatifou no teto de uma limusine, estacionada em frente ao prédio. A imagem, naturalmente chocante, foi, no entanto, curiosamente bonita, pelo menos de um ponto de vista estético. 

Embora o teto da limusine tenha ficado completamente destroçado, Evelyn parecia ter se deitado delicadamente sobre ele, como se tivesse pousado para uma foto. Apesar do impacto, seu corpo não apresentava nenhum arranhão e seu rosto refletia a paz de um sonho tranquilo. 

Seus pés estavam cruzados e sua mão esquerda segurava um colar. As testemunhas, pessoas que passavam pelo local no momento, ficaram tão impactadas pela tragédia quando pela imagem estranha que o corpo intacto de Evelyn desenhava sobre a limusine destruída. 



Somente quatro minutos depois, o fotógrafo Robert Wiles estava capturando a imagem para a eternidade, comovido, conforme confessou, com a serenidade no rosto da menina e com seu corpo estendido quase artisticamente. Tanto foi assim que a revista Life publicou a imagem com o título “O Suicídio Mais Bonito”. 

Para maior mistério, Evelyn estava comprometida, a ponto de se casar. Seu noivo contou à polícia que, no dia anterior ao suicídio, eles tinham se encontrado e tudo parecia estar bem. Nem sua família nem seus amigos conseguiam imaginar os motivos para essa decisão. 
A explicação do fato chegaria através de um bilhete que a polícia encontrou no bolso do casaco que a jovem vestia, e que tinha ficado na plataforma do mirante. Nele, estava escrito: “Ele está muito melhor sem mim... Eu nunca serei uma boa esposa para ninguém”.


Fonte: supercurioso.com 
Imagem: Robert Wiles

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Extinta há 100 anos, "prima" da zebra está de volta à vida

Uma equipe de cientistas da Cidade do Cabo, na África do Sul, conseguiu reviver o quaga, um parente próximo da zebra, que estava extinto há mais de cem anos.

Como a zebra, o quaga também possui o pelo listrado, embora somente na parte frontal do seu corpo. Sua traseira não é branca, mas de cor café. Essa espécie animal vagava em grandes rebanhos pelo território sul-africano, até que os colonizadores europeus dizimaram sua população. O último espécime conhecido morreu por volta de 1880. Mas hoje, graças à tecnologia do DNA e à criação seletiva, os cientistas conseguiram ressuscitar a espécie. 


O milagre científico foi realizado por especialistas do chamado Projeto Quagga, liderado por Eric Harley, professor da Universidade da Cidade do Cabo. Sobre o assunto, o cientista afirmou que a chave foi a genética do animal, cujo estudo através das peles de quaga ainda existentes permitiu hibridizá-lo com uma subespécie da zebra-da-planície. 

Essa informação também permitiu a conclusão de que os genes característicos dos quaga certamente estavam presentes na zebra, de modo que, por meio da criação seletiva, seria possível obter novos espécimes por engenharia reversa. E foi assim que aconteceu: a cada novo grupo de potros, as características da espécie extinta começaram a se manifestar. 


“O desenvolvimento do projeto seguiu essa previsão. E, de fato, no decorrer de 4 ou 5 gerações, vimos uma redução progressiva das listras e, recentemente, um aumento na cor café da traseira, o que mostra que nossa ideia original era, na verdade, correta”, afirma Harley.

Fonte: CNN 
Imagem: Frederick York (d. 1903) [Domínio Público], via Wikimedia Commons

Escavações mostram como era o "happy hour" dos antigos romanos

A imagem que temos da vida dos antigos romanos costuma remeter a momentos de batalha ou de grandes acontecimentos políticos e sociais.

Entretanto, é importante lembrarmos que naquela época as pessoas também tinham suas formas de lazer e entretenimento, e algumas vezes não tão diferentes das atuais. 

Esse é o caso da antiga taberna descoberta durante escavações no sul da França, a qual, segundo o artigo publicado pela revista Antiquity, costumava receber várias pessoas que queriam beber e comer algo. Esse antigo pub, construído entre 125 e 75 a.C., tinha dois setores: uma grande cozinha, na qual eram preparados carne, peixe e pão, e uma mesa grande, com bancos compridos, onde os paroquianos se acomodavam para compartilhar um bom tempo juntos. 

Embora os documentos literários e históricos revelem que as tabernas eram um ponto importante na vida comunitária romana, quase nenhuma tinha sido identificada até o momento em escavações. A recém-descoberta está localizada em Lattara, importante porto e centro comercial da época, que abrigava vários trabalhadores e artesãos que, assim como acontece hoje, querem relaxar com uma bebida gostosa e alguma comida simples no final de um duro dia de trabalho.


Fonte: The Art Newspaper 
Imagem: Thumbelina/Shutterstock.com

terça-feira, 5 de abril de 2016

Antiga tecnologia nazi inspira novo caça-bombardeiro dos EUA

Na década de 1940, engenheiros alemães projetaram um avião que, hoje, mais de 70 anos depois, inspiraria norte-americanos no desenvolvimento de um caça-bombardeiro de sexta geração.

Alguns meses atrás, os EUA apresentaram o projeto de seu caça-bombardeiro de sexta geração, desenvolvido pela empresa Northrop Grumman, um avião supersônico que substituirá os atuais Lockheed Martin F22 Raptor, Boeing F-15C Eagle e Boeing F/A18E/F Super Hornet.

O curioso é que o design inovador, em seu conjunto, e especialmente a aplicação do conceito da asa voadora, é herança direta das ideias revolucionárias introduzidas pelos engenheiros alemães que trabalharam para o Terceiro Reich, há mais de 70 anos. 

O conceito de asa voadora é uma verdadeira genialidade da engenharia espacial, que permite uma configuração incrivelmente superior das qualidades aerodinâmicas do avião, ajudando a reduzir seu peso e o tornando menos visível à visão de qualquer radar. 

Os primeiros a conseguir grandes avanços com a introdução da asa voadora foram os irmãos Walter e Reimar Horten, durante o regime nazista na Alemanha. Foi assim que nasceu o bombardeiro experimental YB35 na década de 40, que acabou sendo o antecessor do bombardeiro estratégico americano B2, criado nos anos 80.


Fonte: contenido.com.mx  
Imagem: Michael.katzmann/English Wikipedia, CC BY 2.5, via Wikimedia 

domingo, 3 de abril de 2016

Estudo aponta que "unicórnios" realmente existiram

Um novo estudo afirma que o chamado "unicórnio siberiano" teria sido extinto muito tempo depois do que se pensava.

Embora o apelido do animal nos remeta ao belo ser mitológico, de fato, a besta ancestral pouco lembra o ser imaginário. Na prática, o bicho mais parece um rinoceronte.
Estamos falando do "sibiricum Elasmotherium", uma espécie que até então pensava-se ter sido varrida do planeta há 350 mil anos, mas que novas pesquisas apontam que foi extinta há 29 mil anos, na região onde atualmente está o Cazaquistão. 


O novo estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade Estadual de Tomsk (TSU), na Rússia. A equipe chegou à conclusão após analisar um crânio de rinoceronte encontrado perto da aldeia Kozhamzhar, do Cazaquistão. Foi feita uma análise de radiocarbono pelo método AMS. A equipe determinou que o animal morreu por volta de 29 mil anos atrás, quando o homem já existia. 

Os pesquisadores esperam que a descoberta revele ainda algo sobre os fatores ambientais específicos que levaram à extinção da criatura, bem como a forma como a espécie conseguiu sobreviver tanto tempo. 

Os resultados foram publicados na edição de fevereiro do American Journal of Applied Sciences.

Fonte: Micro Cap Magazine
Imagem: Heinrich Harder (1858-1935) (The Wonderful Paleo Art of Heinrich Harder) [Domínio Público] via Wikimedia Commons

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