terça-feira, 29 de novembro de 2016

Água de 2,5 bilhões de anos alimenta esperanças sobre vida extraterrestre

Em Ontário, no Canadá, foi descoberta água oculta há 2,5 bilhões de anos, com características químicas surpreendentes.

O líquido passou por um teste meticuloso de sulfatos, e o resultado da análise demonstrou que as colônias microscópicas que vivem nele sobreviveram debaixo da superfície terrestre sem luz solar nem oxigênio, segundo artigo publicado na revista Nature. 


A importância da descoberta está no fato de haver semelhanças entre a caverna, na mina canadense, e outros possíveis ecossistemas interplanetários, onde a vida poderá estar se desenvolvendo debaixo da superfície. 

A autora do estudo, Long Li, explica: “Uma vez que as características geológicas da Terra e de Marte são parecidas, acreditamos que, com a água e os minerais apropriados presentes, é possível que lá também seja produzida a energia necessária para a conservação dos micróbios. Não estou dizendo que eles existem, mas a verdade é que há todo um cenário e condições necessários para a subsistência de vida microbiana em Marte”. 

O geobiólogo Alex Sessions também é otimista com relação às consequências da descoberta: “É especialmente interessante o fato de que o sulfato é gerado por meio da desintegração radioativa. Isso significa que, em um número incontável de planetas, luas e asteroides que não possuem oceanos, vulcões nem fontes hidrotermais – necessários para abrigar ecossistemas como o da Terra –, a vida alienígena poderá sobreviver com pouco mais que uma quantidade mínima de água, enxofre e elementos radioativos”. 

Fontes: RT, Nature
Imagem destaque ilustrativa: bumbas/Shutterstock.com

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Descoberta cidade antiga no Egito

Arqueólogos descobriram uma antiga cidade egípcia e um cemitério que datam de 5.300 anos antes da nossa era, informou nesta quarta-feira o ministro de Antiguidades, Mahmoud Afifi.
(Arquivo) Sítio arqueológico em Abydos, Egito, no dia 1º de janeiro de 2014 - SCA/AFP
A cidade e o cemitério, onde eram sepultados funcionários e construtores de tumbas, foram descobertos a 400 metros do Templo de Seti I, na antiga cidade de Abydos (sul), acrescentou o ministro.
Considera-se que datem do ano 5.316 antes da nossa era.
Escavadores descobriram cabanas, cerâmicas e instrumentos de pedra, afirmou o ministro.
Também encontraram 15 amplas tumbas, algumas delas tão grandes quanto as últimas moradas reais de Abydos, o que sugere que abrigaram corpos de personalidades importantes.
“Esta descoberta trará à tona uma grande quantidade de informação sobre a história de Abydos”, acrescentou Afifi.
A cidade de Abydos, fundada por governantes pré-dinásticos, é famosa por seus templos, como o de Seti I, e por suas tumbas.
O Egito é rico em antigos sítios construídos pelos faraós, mas por causa de anos de rebeliões e ataques de extremistas islâmicos, os turistas deixaram de visitar o país.
Fonte: http://istoe.com.br/

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Uma das esculturas maias mais espetaculares já vistas foi encontrada na Guatemala

Um impressionante friso maia de 1400 anos, em uma pirâmide na Guatemala, é considerado um dos mais "espetaculares já vistos até agora".

A obra, decorada com imagens de deuses e governantes e uma longa inscrição, está em um sítio arqueológico em Holmul, a cerca de 600 quilômetros ao norte da capital da Guatemala. Com oito metros de comprimento e dois de largura, a peça inclui três figuras principais, "vestindo ricos adornos com penas de quetzal (ave símbolo nacional) e jade, sentados sobre as cabeças dos monstros witz (colina)", descreveu  Francisco Estrada-Belli, diretor do projeto arqueológico, segundo o site da BBC.


O personagem principal foi identificado como Och Chan Yopaat. Da boca do monstro central saem duas serpentes emplumadas das quais emergem os ancestrais e as colinas laterais.
Estrada-Belli disse que é provável que a obra represente a coroação de um novo rei em torno do ano de 590 d.C, durante o período clássico da civilização maia.
"É uma das coisas mais incríveis que eu já vi. Trata-se de uma descoberta extraordinária, uma obra de arte que também nos traz muitas informações sobre a função e o significado da construção”, afirmou o pesquisador.

Fontes: BBC , Smithsonian.com , Tulane University
Imagem: Francisco Estrada-Belli/Divulgação

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Livros de Harry Potter com erro serão vendidos por valores exorbitantes

Uma edição rara do primeiro livro da saga do bruxo, “Harry Potter e a Pedra Filosofal” terá cada um de seus exemplares leiloados por no mínimo R$80 mil. O motivo? Um erro de digitação!


Recentemente, o jornal inglês The Sun informou que um exemplar do primeiro livro da saga Harry Potter será leiloado nos próximos dias com o inacreditável preço inicial de 20 mil libras esterlinas - em torno de R$ 80 mil reais.

O livro em questão, uma das primeiras edições na língua original de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” tem uma errata especial na página 53. Nela, lê-se, na lista de utensílios necessários para o ingresso em Hogwarts - a escola emblemática de mágica onde acontece a história -, o item “1 varinha” (1 wand, em inglês) repetido duas vezes.

Acredita-se que existem 300 exemplares com esse erro espalhados pelo mundo. O valor é pequeno se levarmos em consideração que foram vendidas mais de 400 milhões de cópias do livro desde sua publicação em 1997.

Matthew Haley, o diretor da casa de leilões que sediará o evento explicou o fenômeno: “Assim como a maioria dos livros populares destinados a leitores jovens, os livros de Harry Potter também possuem uma ótima recepção entre o público adulto e há muitos colecionadores das primeiras edições”.

O leilão será realizado na casa Bonhams, em Londres.


Fontes: RT, The Sun
Imagem: Anton_Ivanov / Shutterstock.com
Imagem do corpo do texto: Divulgação Bonhams

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