segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Vitral pode esconder paradeiro da arca perdida dos templários

O desaparecimento dos Cavaleiros Templários continua alimentando inúmeras teorias, como a de um código escondido em um vitral na Inglaterra que levaria a um tesouro perdido.


A Ordem dos Templários foi uma das congregações militares mais poderosas do cristianismo durante a Idade Média. Originalmente, eles eram responsáveis por proteger os peregrinos que visitavam Jerusalém, mas, após acumular muitas riquezas e poderes, foram perseguidos pelos monarcas e clérigos da época

Alguns estudiosos afirmam que, no século XII, os templários que conseguiram escapar da perseguição do rei francês Filipe IV se refugiaram na Inglaterra. Lá, eles teriam construído um templo onde esconderam parte de seu espólio valioso, composto por vários objetos sagrados, como a Arca da Aliança, onde estariam as tábuas com os Dez Mandamentos que Deus entregou a Moisés. 

No final do século XIX, o antiquarista e, posteriormente, arqueólogo Jacob Cove-Jones afirmou ter localizado o tesouro perdido ao decifrar um velho mapa. No entanto, seus contemporâneos rejeitaram a descoberta, acusando-a de fantasiosa e falsa. 

Cove-Jones se dispôs a financiar sua própria expedição, mas, no final, atormentado pela tuberculose, foi obrigado a desistir. Contudo, antes de morrer, teria encomendado a construção de um vitral na cidade de Langley, na Inglaterra, onde estariam ocultas as coordenadas para encontrar a Arca da Aliança. Até o momento, ninguém conseguiu decifrar o código. 


Muitas pessoas já tentaram decifrar o código no vitral na pequena igreja de Langley. Já foram análisadas as estrelas, os presentes dos reis, as letras e inscrições e nenhuma pista de mapa foi encontrada. Talvez, se a história de Jacob Cove-Jones esteja certa e quem sabe um dia alguém consiga interpretar sua mensagem e encontrar a famosa arca do tesouro perdida.

Fonte e imagem do corpo do texto: SuperCurioso
Imagem: Conde/Shutterstock.com 

Cauda de dinossauro com penas é descoberta intacta em âmbar

Uma nova descoberta pode ajudar os cientistas a desvendarem mistérios que ainda existem a respeito dos dinossauros.


Pesquisadores confirmaram que plumagens coloridas encontradas conservadas em um pedaço de âmbar faziam parte da cauda de um dinossauro que viveu há 99 milhões de anos. Além das penas, o pedaço da cauda também contém ossos fossilizados e traços de músculos, ligamentos e pele mumificada. 


O fragmento tem cerca de 3,7cm e possivelmente pertenceu a um jovem dinossauro da espécie coelurosauria, terópodes que se assemelhavam a pássaros e podiam atingir três metros de comprimento.  Os fragmentos preservados na resina fossilizada foram encontrados por um cientista em um mercado na China, onde a peça de âmbar estava sendo vendida como ornamento.

Usando tomógrafos computadorizados, os cientistas confirmaram que as penas pertenciam a um verdadeiro dinossauro e não a um pássaro ancestral. “Podemos ter certeza disso pois as vértebras não estão fundidas em uma haste, como em pássaros modernos. Ao invés disso, a cauda é longa e flexível, com quilhas de penas descendo em cada lado”, disse Ryan McKellar, pesquisador do Royal Saskatchewan Museum, no Canadá, e coautor do estudo. Os detalhes foram divulgados na publicação Current Biology.


Curtas, felpudas e sem a haste rígida das plumagens de pássaros modernos, as penas encontradas sugerem que esses dinossauros não eram capazes de voar. De acordo com McKellar, o mais provável é que as cores das penas serviam como camuflagem.

No passado, a maior parte das informações a respeito de penas de dinossauros vinha de impressões bidimensionais gravadas em rochas ou plumagens que não estavam presas aos restos do animal.  Esse fóssil pode ajudar a desvendar como as penas se desenvolveram.

Fontes: The Guardian e IFLScience
Imagens: Royal Saskatchewan Museum/Divulgação

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Encontrada pirâmide oculta dentro de templo maia em Chichen Itza

Uma terceira estrutura escondida dentro da famosa Pirâmide de Kukulkán foi descoberta por pesquisadores no México.

A pirâmide de 10 metros de altura foi achada em dois outros edifícios que formam a monumental pirâmide maia de 30 metros, localizada no complexo de Chichen Itza, no sudeste do país.


A descoberta sugere que a pirâmide foi construída em três fases. Segundo os pesquisadores da Universidade Nacional Autônoma do México, UNAM e do Instituto Nacional de Antropologia e História, INAH, a pirâmide recém-descoberta foi construída entre os anos 550 e 800. A estrutura do meio foi descoberta em 1930 e, acredita-se, foi erguida entre 800 e 1000, enquanto que estima-se que a parte externa principal, conhecida como "O Castelo", foi concluída entre 1050 e 1300.

Os pesquisadores acreditam que as pirâmides foram construídas uma sobre as outras por diversas razões, incluindo a deterioração da estrutura ou a chegada de um novo líder.

A estrutura menor foi descoberta por meio de uma técnica não-invasiva de tomografica elétrica tridimensional, que mede sinais eléctricos emitidos após uma injecção de correntes suaves, que formam uma representação do interior da pirâmide, sem causar danos ao patrimônio. 


A civilização maia ocupou a península e partes da América Central de Yucatán, atingindo o seu auge no século VI d.C. Atualmente, o complexo de Chichen Itza é um Patrimônio da Humanidade da UNESCO e recebe mais de um milhão de visitantes todo ano.

Fonte: BBC 
Imagem: Michael Vesia/Shutterstock.com

Navios e submarino afundados na Segunda Guerra desaparecem do fundo do mar

Navios naufragados na Segunda Guerra Mundial, em 1942, e um submarino, sumiram misteriosamente do fundo do Mar de Java, na Indonésia.



Uma investigação internacional está apurando o desaparecimento total e parcial de seis navios - três holandeses e três britânicos - além de um submarino norte-americano, que foram afundados na Batalha do Mar de Java
Holandeses, britânicos, americanos e australianos foram derrotados pelos japoneses em fevereiro de 1942. Cerca de 2.200 pessoas morreram, e os destroços foram declarados uma sepultura sagrada de guerra.

Segundo o Ministro da Defesa da Holanda, duas das embarcações do país simplesmente desapareceram do fundo do mar, enquanto uma grande parte está faltado do terceiro navio. 

"Os destroços do HNLMS De Ruyter e do HNLMS Java, aparentemente, desapareceram completamente. Uma grande parte do HNLMS Kortenaer também está faltando", disse o governo holandês, em um comunicado.

A investigação também apontou que os três navios britânicos e o submarino americano foram, provavelmente, atacados e destruídos por catadores ilegais de sucata, de acordo com o jornal britânico The Guardian.

O Ministério da Defesa do Reino Unido condenou a "perturbação não autorizada de qualquer destroço contendo restos humanos" e solicitou às autoridades da Indonésia que investigassem e tomassem "medidas 
apropriadas".

Um relatório preliminar apontou que os destroços do HMS Exeter (foto abaixo) e do HMS Encounter foram quase totalmente removidos do fundo do mar. Já o HMS Electra, também teve uma parte retirada, porém um "resto considerável" do naufrágio permaneceu, indica o relatório. O submarino Perch, que teve toda a tripulação capturada pelos japoneses, foi totalmente removido.

 

Por enquanto, houve relatos de pessoas posando como pescadores e usando dinamite para dividir os destroços em peças menores, que poderiam ser carregadas mais facilmente no mar. As investigações estão em andamento e ninguém foi preso pelos crimes.

Fontes: The Guardian, BBC, Hypescience
Imagem destaque - navio HNLMS De Ruyter: crédito Netherlands Institute of Military History
Imagem do corpo do texto: US Naval History and Heritage Command

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016


CONFIRMADO!

O navio, com os mesmos 269 metros de comprimento e 28 de largura que o original, será colocado em um reservatório da cidade de Daying, onde permanecerá atracado permanentemente, e fará parte do resort turístico de luxo Seven Star International, destacou a agência oficial "Xinhua".

A construtora da embarcação, Wuchang Shipbuilding Industry Corporation, prometeu que o navio será fiel ao projeto do Titanic original e contará como este com sala de festas, teatro, piscina e quartos de primeira classe, nos quais se tentará recriar o estilo de vida dos passageiros da época.



Construção da réplica do Titanic em Daying, província de Sichuan. (Foto: Reuters)

Quando as obras do novo navio terminarem, algo que se prevê em meados de 2019, os promotores da obra farão em seu interior festas de época e banquetes, nos quais o menu deve ser muito similar ao servido no Titanic em 1912, embora como concessão à modernidade a embarcação contará com conexão wifi.

A obra, que contou com a assessoria de projetistas britânicos e americanos, custará 1 bilhão de iuanes (US$ 145 milhões).


O jornal "South China Morning Post" antecipou, além disso, que os turistas que visitam o novo navio poderão participar de simulações que através de novas tecnologias vão lhes permitir "experimentar um pouco do horror" que os viajantes viveram naquela noite do dia 14 de abril de 1912, na qual o Titanic afundou após se chocar com um iceberg no Atlântico norte.


Construção da réplica do Titanic. (Foto: Reuters)

Uma noite nos quartos mais baratos do novo navio custará ao redor de 3.000 iuanes (cerca de US$ 430), enquanto para pernoitar nos camarotes mais luxuosos o hóspede terá que pagar centenas de milhares de iuanes (dezenas de milhares de dólares), anunciou o jornal de Hong Kong.

A história do Titanic é muito popular na China, especialmente por causa do sucesso que o filme homônimo de James Cameron teve entre os espectadores chineses, sobretudo por sua versão remasterizada em 3D, que estreou em 2012 - no centenário do naufrágio - e que teve uma bilheteria tão grande no gigante asiático quanto nos EUA.

Essa popularidade encorajou a construção da réplica, embora o projeto, que a princípio ia começar em 2013, atrasou alguns anos, por razões não reveladas.

Fonte: G1

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