quinta-feira, 22 de junho de 2017

Uma 'passagem secreta' na Argentina revelou objetos nazis que podem ter sido utilizados por Hitler

Artefatos nazistas foram encontrados escondidos em uma casa nos arredores de Buenos Aires, capital da Argentina. 
Aproximadamente 75 objetos estavam na coleção, que continha, entre outras peças, um busto de Adolf Hitler, brinquedos para doutrinar crianças e até um estranho medidor de cabeças.

A polícia argentina está tentando determinar como tudo isso chegou ao país. Segundo o Ministério da Segurança, os artefatos são legítimos e teriam pertencido a oficiais do exército nazista na época da Segunda Guerra Mundial.
Algumas das peças estão acompanhadas de fotografias de Hitler manuseando os artefatos. Todos os itens foram achados em um cômodo oculto atrás da biblioteca de um casarão em Béccar, subúrbio ao norte da capital.
Segundo membros da comunidade judaica da Argentina, a coleção deve ter vindo escondida na bagagem de homens do alto escalão nazista. Quando o regime caiu, muitos deles fugiram para a América do Sul.
A polícia, porém, não possui nenhum palpite sobre o proprietário real dos objetos. A única pista encontrada são alguns instrumentos médicos presentes na coleção.

Um dos maiores generais do regime nazista, Josef Mengele, o chamado "anjo da morte" do campo de concentração de Auschwitz, ficou conhecido como um dos oficiais que fugiu para Buenos Aires na época. Depois que um de seus colegas, Adolf Eichmann, foi capturado, Mengele fugiu para o Paraguai e para o Brasil. Ele morreu em 1979, enquanto nadava no mar de Bertioga, em São Paulo.
Fonte:http://revistagalileu.globo.com

Livro com raro autógrafo de Hitler é leiloado por R$ 70 mil no Reino Unido

Uma cópia raríssima e autografada do livro de Adolf Hitler, Minha Luta, foi vendida em um leilão no Reino Unido por 17 mil libras - mais de R$ 70 mil.
A edição do livro é de 1935, tem uma suástica em alto relevo e traz a assinatura do ditador alemão na primeira folha.
Havia chegado às mãos de um antigo jornalista da BBC e do periódico Oxford Mail, Peter Cadogan, em uma visita a Munique no fim da década de 1930.

O comprador não teve a identidade revelada e adquiriu o livro online a partir do condado de Lancashire, na Inglaterra.
Antes, o responsável pelo leilão, James Thompson, acreditava que o preço máximo a ser pago pelo livro seria de 2,5 mil libras (R$ 10,4 mil).
Essa cópia é particularmente rara por causa do autógrafo. Hitler era conhecido por se negar a assinar documentos ou presentes - ou seja, um exemplar com a assinatura dele é algo quase impossível de se encontrar.
Thompson se disse surpreso pelo interesse demonstrado no livro, já que imaginava que ninguém gostaria de "sequer encostar em qualquer coisa nazista".
No entanto, ele explica, há quem acredite que o livro deva ser preservado, apesar da terrível herança de Hitler. "É, de certa forma, um jeito de tocar o monstro", diz.
Thompson diz que não sabe quem comprou o livro, mas imagina que tenha sido o dono de alguma coleção histórica particular.

Livro

Minha Luta foi publicado inicialmente em 1925 e fala da ideologia política de Hitler e seus planos para a Alemanha.
O jornalista Cadogan conhecera a britânica Unity Mitford, que fazia parte do círculo de amigos próximos de Hitler - foi ela que pediu para o ditador assinar o livro.

"Hitler não assinava livros. Não era algo que ele fizesse. Ele só o fez aquela vez, a pedido de Unity Mitfort", explica Thompson. O livro foi vendido a pedido da família de Cadogan.
Para o historiador Stuart Jennings, da Universidade de Warwick, o livro é raro também porque "depois da (Segunda) Guerra e do julgamento de Nuremberg (que julgou crimes do nazismo), houve um grande esforço em destruir qualquer coisa que fosse relacionada ao Terceiro Reich, para garantir que não soubrasse nada para ser idolatrado. Até mesmo o bunker de Hitler foi destruído".

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Nave que desapareceu em 2009 é encontrada na Lua

Cientistas da NASA também encontraram módulo de reconhecimento lunar que estava perdido há sete anos. 

A NASA acaba de localizar na órbita da Lua uma pequena nave espacial indiana perdida desde 2009, a Chandrayaan-1. A descoberta só foi possível graças à utilização de um novo radar, chamado interplanetário. Criado por cientistas do Jet Propulsion Laboratory (JPL), de Pasadena, na Califórnia, o equipamento também possibilitou que fosse determinada a localização do Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), um artefato da NASA que orbita o satélite há sete anos.


Marina Brozovic, uma das responsáveis pelo avanço tecnológico que possibilitou essas descobertas, explica: “Encontrar o LRO foi relativamente fácil, já que trabalhamos com os navegantes da missão e possuímos dados precisos da órbita em que ele estava. Encontrar a Chandrayaan-1 requereu um pouco mais de trabalho de pesquisa, pois o último contato com a nave espacial foi em agosto de 2009”. 

A nave Chandrayaan-1 possui o tamanho de um automóvel pequeno, por isso, sua localização indica que o novo radar, que funciona como um feixe de micro-ondas, pode ser muito útil na descoberta de detritos espaciais e veículos perdidos a longas distâncias. 

Fonte: ABC 
Imagem: NASA

Nova pirâmidade, com 3.700 anos de idade, é encontrada no Egito

Arqueólogos acreditam que o monumento foi erguido durante a 13a dinastia faraônica! 


O Ministério de Antiguidades do Egito anunciou a descoberta dos restos de uma pirâmide datada de 3.700 anos na necrópole real de Dashur, no sul do Cairo. As escavações revelaram um corredor interior e um bloco de pedra talhado com hieróglifos. 

De acordo com fotos divulgadas pelas autoridades, a construção – a qual acredita-se que tenha sido erguida durante a 13ª dinastia faraônica – mantém um bom estado de conservação. “Todas as partes descobertas das pirâmides estão em condições muito boas, e ocorrerão mais escavações para revelar mais partes”, afirmou um porta-voz do Ministério.

Até hoje, já foram encontradas 123 pirâmides antigas no Egito. Segundo os responsáveis pela descoberta, essa pirâmide poderá ter pertencido a uma rainha, enterrada próxima ao seu marido ou filho. Enquanto isso, os trabalhos de pesquisa e de escavação continuam. 


Fonte: BBC
Imagem: Ministério de Antiguidades do Egito

quinta-feira, 23 de março de 2017

Cientistas descobrem como a civilização mais antiga do mundo sobreviveu à mudança climática

Escavações revelam um sistema de agricultura avançado, pronto para qualquer cenário climático!

A civilização do Vale do Indo é considerada uma das mais antigas conhecidas, remontando a 6 mil anos antes de Cristo, na fronteira entre os atuais Paquistão e Índia. Essa cultura conseguiu sobreviver por milênios em condições climáticas extremamente instáveis, adaptando-se inclusive a longos períodos de seca. 



O arqueólogo Cameron Petri, do Departamento de Arqueologia da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, propôs investigar como essa antiga civilização sobreviveu. Para isso, uma equipe de pesquisadores realizou escavações nas margens do lago seco Kotla Dahar, onde ficava Rakhigarhi, uma das cidades mais importantes. 

Suas descobertas revelaram os restos de um sistema de agricultura inovador, baseado na utilização simultânea de vários tipos de cereais e verduras. Todas as comunidades estavam localizadas em zonas climáticas onde as temporadas de chuvas no verão e no inverno se complementavam, de modo que uma colheita ruim de inverno poderia ser compensada por uma boa colheita de verão e vice-versa. 

Essa técnica garantiu a sobrevivência dessa antiga civilização pelo menos até 2.200 a.C., quando as monções diminuíram drasticamente e as chuvas foram reduzidas até praticamente desaparecerem por quase 300 anos, provocando o fim das cidades próximas às margens do Kotla Dahar.

Imagem: KennyOMG - Wikipedia Commons / CC BY-SA 3.0

Estátua gigantesca de Ramsés II é encontrada sob esgoto no Egito

Achado é um dos mais importantes da história. Estátua tem 3 mil anos de idade.



Arqueólogos egípcios e alemães fizeram uma descoberta e tanto. No dia 9 março, sob o esgoto de uma favela do Cairo, desenterraram pedaços de uma gigantesca estátua do faraó Ramsés II. Por enquanto foram encontrados apenas o busto e parte da cabeça do faraó. 

Os fragmentos são feitos de quartzito e compõem uma estrutura que, acreditam os arqueólogos, tem cerca de 8 metros de altura. Ainda é preciso localizar a base inferior da estátua.

Junto à descoberta foram encontrados também uma estátua menor do faraó Seti II, neto de Ramsés II, hieróglifos, parte de um obelisco e vestígios de um templo. 

As peças devem compor o acervo do Grande Museu Egípcio, que deverá ser aberto em 2018.


Vejam o vídeo: Clique aqui

Fonte: Galileu 
Imagem: Shutterstock

Arqueólogos encontram estátua de alabastro da avó de Tutancâmon

A estátua da rainha foi qualificada pelo ministro de Antiguidades egípcio, Khaled al Anani, como 'grande, formosa e única'.


 Uma missão arqueológica euro-egípcia encontrou em Luxor, no sul do Egito, uma estátua de alabastro da rainha Tiye, esposa do faraó Amenhotep 3º, e avó do faraó menino, Tutancâmon.
A estátua da rainha foi qualificada pelo ministro de Antiguidades egípcio, Khaled al Anani, como "grande, formosa e única", segundo um comunicado ministerial.
A obra foi achada em um templo funerário de Amenhotep 3º, na região de Kom al Hitan, situada na margem oeste do rio Nilo em sua passagem por Luxor.

Estátua da rainha foi qualificada pelo ministro de Antiguidades egípcio, Khaled al Anani, como 'grande, formosa e única'. (Foto: Ministry of State for Antiquities).
Essa estátua está esculpida na parte inferior da perna direita de uma estátua de dimensões colossais de seu marido, que foi o nono governante da 18ª dinastia faraônica e cujo reinado se prolongou durante 38 anos.
Segundo Al Anani, é a primeira vez que se descobre uma estátua de alabastro da rainha Tiye no interior do templo funerário de seu marido, já que as demais reproduções encontradas são de rocha.
A arqueóloga armênia Hourig Sourouzian, chefe da missão, explicou que a descoberta da escultura ocorreu de maneira "fortuita", quando se levantava a parte inferior do colosso de Amenhotep 3º.
Sourouzian destacou o bom estado de conservação da obra e ressaltou que ainda conserva as antigas cores com as quais foi pintada. Neste sentido, indicou que a escultura necessitará de um delicado trabalho de consolidação e de restauração.

Fonte: G1

terça-feira, 14 de março de 2017

Telegramas do Titanic revelam sofrimento dos passageiros

Foram descobertos telegramas do Titanic que revelam que os corpos dos passageiros mais pobres foram deixados no mar pelo barco de resgate para dar lugar às vítimas da primeira e segunda classes.





Se há uns meses a teoria de que o Titanic teria afundado por causa de um incêndio veio a público e provocou inquietação em muitos especialistas, agora os focos viraram-se para comandante do barco, “Mackay Bennett”, encarregue de resgatar da água os restos mortais de mais de 300 passageiros da tragédia. Segundo o Daily Mail, telegramas do Titanic divulgados recentemente revelaram que os corpos dos passageiros mais pobres foram deixados no mar a mando do oficial Frederick Larnder para dar lugar às vítimas da primeira e segunda classes. Nas cartas, trocadas entre Larnder e a White Star Line – empresa de transportes marítimos proprietária do Titanic -, a decisão foi justificada por não haver espaço suficiente para todos os cadáveres.
A partir daí, registaram-se todos os corpos sem vida, atendendo à sua classe social, e o comandante do “Mackay Bennett” optou por deixar no mar os corpos da terceira classe e recuperar os das classes mais ricas, para poderem ser devolvidos às famílias.
Durante mais de 100 anos depois do naufrágio daquele que era considerado o maior navio da história, os documentos passaram por várias mãosconta o ABC. Na altura, foram guardados por um ex-funcionário da Cunard Line, uma empresa de transportes marítimos que adquiriu a White Star, aproveitando as dificuldades económicas que esta atravessou em 1934, depois do acidente. Depois passaram para a sua filha que, por sua vez, os deu a Charles Haas, um historiador especialista no Titanic. Agora, vão ser leiloados.
A coleção [de documentos] desenvolve com grande detalhe o quão difícil foi o processo de salvamento dos corpos. Os marinheiros demonstram um sincero nervosismo e pressão nas mensagens”, revelou Charles Haas.
O especialista admitiu ainda que o número de mortos só foi registado depois dos marinheiros procurarem algo que lhes desse a indicação da sua classe social. Depois disso, foram lançados novamente ao mar 116 cadáveres.
Uma das cartas trocadas entre o comandante Frederick Larnder e a White Star.
Por que razão só foram agora revelados estes pormenores? Porque, oficialmente, apenas se sabia que tinham sido dadas ordens para serem retirados os restos mortais de todas as pessoas e, desde essa altura, ninguém pensou que tal ordem poderia vir a ser contrariada ou posta em causa.
De acordo com o especialista Andrew Albridge, a decisão de deixar os cadáveres das classes sociais mais baixas no mar foi tomada porque se pensava que nunca viria a ser descoberta.
Eu acredito que os telegramas foram enviados a pensar que nunca viriam a ser tornados públicos, mas agora podemos analisá-los a partir de uma perspetiva mais moderna, a partir de 2017. O mundo era um lugar muito diferente em 1912. Havia uma grande estruturação de classes que, desde sempre, dava prioridade às pessoas ricas sobre as pobres, estivessem vivas ou mortas”, admitiu Albridge, em declarações ao ABC.
O naufrágio do Titanic ocorreu a 15 de abril de 1912 e registaram-se mais de 1.500 vítimas, mas o barco da equipa de resgate “Mackay Bennet” apenas conseguiu avistar do mar, entre os dias 17 e 24 de abril, cerca de 300.

Fonte: http://observador.pt

segunda-feira, 13 de março de 2017

Quadro inédito de Hitler será exibido em museu italiano

Arte de Hitler era de um "coitado" e não de um "ditador".

O MuSa, museu da cidade de Salò, na província italiana de Brescia, incluirá no seu famoso Museu della Follia ("Museu da Loucura"), dedicado aos artistas "desesperados", um quadro nunca antes exposto do ex-ditador nazista Adolf Hitler.
A exposição, mais completa do que de costume e que é curada pelo crítico de arte Vittorio Sgarbi, poderá ser visitada a partir deste sábado, dia 11, até 19 de novembro deste ano no espaço cultural lombardo. Segundo Sgarbi, a escura e "claustrofóbica" pintura a óleo, propriedade de um colecionador alemão que pediu para que seu nome ficasse em segredo, "não é uma obra de um ditador, mas sim de um coitado" e "releva uma alma profundamente melancólica".
Já sobre o valor artístico da peça, o italiano disse que "é uma porcaria, é um quadro de um desesperado, podia ter sido feito por [Franz] Kafka e diz muito sobre a sua psicologia, na qual não se vê a grandeza, mas sim a miséria". Já o diretor do MuSa, Giordano Bruno Guerri, relembrou que Hitler confessou uma vez ao embaixador britânico na Alemanha na época, Neville Henderson, que ele se achava um artista e não um político e que quando a "questão polaca" estivesse resolvida ele queria voltar para a paixão da sua vida: a arte. "Teria sido melhor assim, mesmo que na verdade como artista ele não fosse grande coisa", afirmou Guerri.
No texto de apresentação da mostra escrito por Sgarbi, aliás, é ressaltado que o repertório de obras do alemão era "sem proclamações, sem manifestos, sem denúncias". "Homens e mulheres como nós, desafortunados, humilhados, isolados. E mesmo assim vivos no incrédulo desespero dos seus olhares", explica o prólogo da exposição.

Fonte:http://www.uai.com.br

Engenheiro cria óculos "eternos" que se ajustam a vários problemas de vista

O protótipo ainda é (bem) feio, mas os novos óculos devem revolucionar a forma de enxergar no futuro próximo!

O incrível desenvolvimento tecnológico do século XXI parece contrastar com alguns elementos que, simplesmente, ficaram para trás com o passar do tempo. Isso foi o que descobriu o argentino e professor de engenharia eletrônica Carlos Mastrangelo, quando completou 50 anos e viu sua visão se deteriorar.


Como milhões de pessoas no mundo, ao envelhecer, Mastrangelo não conseguiu mais ajustar as lentes de seus óculos e, por isso, começou a ver tudo borrado. As soluções oferecidas pela ciência não se mostraram eficientes para ele: se utilizava óculos com lentes simples, tinha que tirá-los centenas de vezes para ver os objetos distantes; e se usava lentes bifocais e multifocais (inventadas por Benjamin Franklin no século XVIII), seu campo visual se via severamente reduzido. 

Isso motivou Mastrangelo a resolver o problema sozinho. Como professor da Universidade de Utah, nos EUA, ele reuniu alguns de seus colegas e engenheiros para trabalhar com seu projeto de “óculos inteligentes”. Agora os óculos do futuro vão ter um microcontrolador, que ajusta constantemente o poder dos óculos para ver objetos nitidamente a qualquer distância. 

Além disso,  utiliza lentes líquidas (uma membrana elástica de goma de silicone muito fina) em vez das lentes tradicionais. O fato mais surpreendente é que, para determinar o tipo de defeito ótico do usuário, as lentes vão agir com um aplicativo móvel via Bluetooth, podendo resolver qualquer problema relacionado ao foco.


Segundo Mastrangelo, o limite para seus óculos inteligentes é dado pelos problemas relacionados aos danos na retina (retinite pigmentosa ou retinose pigmentar) e problemas com o bloqueio do cristalino (catarata), que requerem uma cirurgia ótica ou prótese da retina. 

De acordo com o professor, uma das maiores dificuldades do projeto está em criar uma bateria leve o suficiente e de duração prolongada para carregar os óculos. Estima-se que o produto final estará à venda em 2 ou 3 anos. 

Fonte: BBC
Imagem: Dan Hixson - Utah University

Encontradas novas pistas sobre o tesouro dos templários

Ruínas de castelo podem ter abrigado documentos e objetos de arte!

O Castelo de Montfort, na Galileia, foi construído no norte do atual território de Israel pela Ordem dos Cavaleiros, um grupo militar e religioso de origem alemã, formado durante a Terceira Cruzada.


Por vários séculos, acreditou-se que o local havia funcionado como um forte defensivo, mas novas escavações sugerem que ele poderia ter sido usado para esconder um tesouro milionário. 

Adrian Boas, pesquisador da Universidade de Haifa, em Israel, acredita que o castelo não está lá para cuidar da vida monástica de seus ocupantes nem para defender absolutamente nada: “A construção desse castelo parece ter servido para movimentar assuntos da administração da ordem e talvez esconder tesouros da cidade de Acre, em Israel, em uma localização mais isolada”.

Boas explica: “a Ordem Teutônica estava sob a pressão dos Templários e dos Hospitalários, que tinham planos de se apoderar dela”. Foi possivelmente essa luta interna entre diferentes ordens católicas que levou os Cavaleiros Teutônicos a se esconderem, e também seus tesouros, entre as montanhas da região. 

O edifício foi invadido por mamelucos - escravos islamizados de maioria turca - em 1271, após um ataque violento. 

Imagem: Adrian Boas - Gal Shaine

terça-feira, 7 de março de 2017

Profecias de Nostradamus coincidem com antigas revelações chinesas

Escritas com mil anos de diferença,  as profecias apontam o ano de 1999 como início de uma nova era!

As profecias do astrólogo e profeta francês Nostradamus, no século XVI, foram difundidas por todo o Ocidente. No entanto, poucas pessoas sabem que elas coincidem, em grande parte, com o livro profético oriental “Tui Bei Tu”, composto por 60 desenhos e poemas misteriosos ordenados cronologicamente. 


Mesmo com mil anos de diferença entre os dois, contextos culturais completamente diversos e regiões geográficas distantes, as semelhanças entre as profecias do “Tui Bei Tu” e de Nostradamus são realmente surpreendentes. 

O ano de 1999 é mencionado especificamente por Nostradamus na Centuria X, quadra 72 e também no poema de “Tui Bei Tu” que acompanha o desenho 41. Este último compêndio está dividido em duas partes, sendo o ponto de inflexão o ano de 1999, que marca o início da segunda parte e também de uma nova era. Nostradamus utiliza termos semelhantes.
Veja um exemplo: 

  • Poema do desenho Nº 41 de Tui Bei Tu:O Céu e a Terra entram na escuridão enquanto o pasto e o pincel desenfreiam, Yin e Yang correm em direções opostas; o Sol e a Terra são transformados. O gorro é usado sempre, sem cabeça. Quando o jogo vai parar de manipular o Universo? Em 1999, será cometido um erro enorme. O condado de Oin é o único local adequado para reivindicar o trono. 
  • Quadra 72, Centuria X de Nostradamus:No ano de 1999, sétimo mês. Do céu, virá um grande Rei do Terror, Para trazer de volta à vida o grande rei de Angolmois, Antes e depois reina Marte em nome de trazer felicidade às pessoas.

Dada a ambiguidade das profecias, as possíveis interpretações são muitas. Há quem diga que elas fazem referência aos ataques terroristas de 11 de setembro, uma vez que se utilizarmos o calendário juliano em vez do gregoriano, os números de 1999 se invertem e viram 9-11-1 (11/9/2001). 

Outros afirmam que, levando em consideração o mês de julho de 1999, a profecia pode se referir a dois acontecimentos trágicos ocorridos: a morte de John F. Kennedy Jr. e sua esposa Carolyn Bessette Kennedy, em 16 de julho de 1999 (ainda que pouca coisa nesse evento se associe à morte de um “rei do terror” ou à mudança monumental do “Tui Bei Tu”); ou a perseguição do governo chinês em 20 de julho de 1999 contra a prática espiritual Falun Gong, que provocou prisões, torturas e assassinatos de seus praticantes. 

Nesse casso, a última parte da quadra de Nostradamus, “Antes e depois reina Marte em nome de trazer felicidade às pessoas”, poderia se referir ao reinado dos princípios comunistas de Karl Marx.

Fonte: La Gran Epoca Imagem: Shutterstock

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Finalmente criaram um papel resistente à água e ao fogo

Produto deve chegar ao mercado daqui a três anos!

A China viu, há 2 mil anos, o nascimento do papel tal como o conhecemos atualmente. Hoje, é o berço de uma invenção nova e revolucionária: um papel capaz de resistir aos efeitos da água e suportar uma temperatura superior a 200ºC.


Seus criadores fazem parte de uma equipe de pesquisa do Instituto de Cerâmica de Xangai. O líder do projeto, Zhu Yingjie, afirma que, embora existam papéis capazes de manter intacto um texto impresso após ser molhado e aguentar temperaturas altas, nenhum reunia as duas qualidades de uma só vez. 

Esse material inovador é composto por nanopartículas de hidroxiapatita, um tipo de cálcio encontrado em ossos e dentes e que é geralmente utilizado para uma melhor preservação de obras literárias. Depois de 8 anos de pesquisa, espera-se que em aproximadamente 3 anos esse novo tipo de papel possa ser lançado no mercado.

Imagem: Shutterstock

Curiosity encontra objeto bem esquisito em Marte

A sonda Curiosity, que há quatro anos explora o planeta vermelho, fez uma descoberta surpreendente: um objeto cinza, com brilho metálico e uma superfície polida no solo de uma região de Marte conhecida como Monte Sharp. 


Os cientistas concordam que poderia se tratar de um meteorito raro de ferro e níquel. Mas, até o momento, a NASA ainda não se pronunciou sobre o assunto.


Imagem: NASA

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Ciência descobre porque os romanos antigos tinham dentes perfeitos

Os restos mortais analisados tinham um sorriso irretocável!

A análise de 30 cadáveres encontrados sob uma camada espessa de cinzas vulcânicas, produzidas pela erupção do Vesúvio no ano de 79 d.C., revelou que os cidadãos da Roma Antiga tinham uma dentadura perfeita. 


Os restos mortais encontrados nas ruínas de Pompeia foram estudados com scanners de última geração. Embora se saiba que os romanos não utilizavam escovas de dente nem faziam bochechos, nas imagens é possível observar com clareza a saúde bucal deles. 

Massimo Osanna, superintendente das ruínas de Pompeia, que são Patrimônio da Humanidade, acredita que esses sorrisos perfeitos se devem à dieta realizada pelos moradores da região: “balanceada e saudável, parecida com a que conhecemos hoje como dieta mediterrânea”. 

Além disso, o consumo de açúcares, tão prejudicial para os dentes, era praticamente nulo no Império Romano. Por isso, as cáries não eram muito comuns. 

NASA encontra 7 planetas habitáveis do tamanho da Terra

Próximo passo é verificar se existe água e quais são as condições atmosféricas e de pressão nos planetas!


A NASA acaba de anunciar a descoberta de um sistema solar muito parecido com o nosso. São sete planetas que giram ao redor de uma estrela, têm o mesmo tamanho da Terra e grandes chances de conterem água em estado líquido.

Três deles, segundo estudos preliminares, têm maior potencial de oferecer melhores condições de vida aos humanos do futuro.

A descoberta, feita pelo telescópio espacial Spitzer, é um marco na história da exploração espacial. Nunca foram encontrados tantos planetas numa mesma zona habitável fora do nosso sistema solar.

O sistema que abriga os novos planetas ficam na constelação de Aquarius, a 40 anos-luz de distância (algo como 478 trilhões de quilômetros) – o que, para os padrões espaciais, é relativamente perto.

Perfil dos planetas
Com base nos dados apresentados pelo Spitzer, os cientistas da Nasa chegaram à conclusão de que pelo menos seis dos planetas são rochosos. O próximo passo é saber se realmente contêm água e, melhor: se têm água na superfície. O tamanho de todos os sete é similar ao da Terra.

Outra curiosidade do Trappist 1 -  nome dado à nossa futura casa – é que os planetas estão bem próximos entre si, a ponto de um poder enxergar as características geológicas do outro.

O próximo passo é determinar se os planetas são estáticos – ou seja, não giram como o nosso (o que faz um lado ser sempre dia e outro ser sempre noite) e se têm hidrogênio, metano, oxigênio e ozônio na atmosfera. Para isso vão contar com um novo telescópio, o James Webb, que deve ser lançando em 2018. O equipamento vai ajudar a estimar também a temperatura média e a pressão na superfície dos planetas – fatores-chave para o desenvolvimento da vida humana.


Fonte: NASA 
Imagens: NASA/JPL-Caltech/T. Pyle (IPAC)

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Homem congelado há meio século poderá ser ressuscitado um dia

Faz 50 anos desde que o professor norte-americano James Bedford  se tornou o primeiro ser humano a ser submetido à criogenização.


Bedford tinha câncer de rim e decidiu aceitar a proposta da primeira organização de criogenia do mundo, a Life Extension Society, que se dispôs a congelar gratuitamente o primeiro que necessitasse de suspensão criônica. Foi assim que, após sua morte, aos 73 anos de idade, o professor foi submetido a um congelamento por tempo indefinido, à espera de uma tecnologia que pudesse ressuscitá-lo no futuro.

O procedimento consistiu em injetar dimetilsulfóxido no corpo de Bedford,  substância química que ajudaria a preservar órgãos e tecidos. Em seguida, o corpo foi congelado com gelo seco e submerso em nitrogênio líquido.

Até hoje o professor continua criogenizado. A ciência ainda não tem resposta à pergunta sobre se um dia seres humanos submetidos à criopreservação poderão ser, de fato, ressuscitados.


Fonte: CNET
Imagens: Wikipedia | CC BY-SA

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Restos de um continente perdido são encontrados no Índico

Cientistas descobrem vestígios de antigo continente próximo às Ilhas Maurício!

Uma equipe de cientistas encontrou sob as águas das Ilhas Maurício, no Oceano Índico, os restos de um antigo continente chamado Gondwana, que se desfez há 200 milhões de anos. 

A descoberta foi publicada pela revista Nature Communications. O artigo afirma que os especialistas localizaram, debaixo da água e na ilha – de origem vulcânica – um grupo de rochas chamadas zircono, datadas de mais de 3 bilhões de anos de idade. 


A presença desse mineral antiquíssimo contrasta com a juventude da ilha, que possui apenas 9 milhões de anos. Os cientistas acreditam que os restos de zircono são pedaços da crosta continental, cobertos posteriormente pela lava vulcânica. 

Esses fragmentos de rocha seriam uma pequena peça do antigo continente de Gondwana, que se fragmentou da Ilha de Madagascar no mesmo momento em que Índia, Austrália, Antártida e África se separaram para formar o Oceano Índico. 

Fonte: La Nación
Imagem: Shutterstock.com

O homem que vigiou por 40 anos um bunker chinês secreto

Fiel às ordens recebidas, homem vigiava bunker ultrassecreto abandonado desde 1976!

He Wenxun tem 87 anos e passou quase metade da sua vida vigiando um bunker antiaéreo secreto no sul da China. O refúgio foi construído em 1975 para proteger os grandes líderes comunistas durante um eventual ataque, mas após a morte do presidente Mao Tsé-Tung, um ano mais tarde, o local foi esquecido.

Wenxun, fiel às ordens que havia recebido, continuou cuidando do local por mais de 40 anos. As autoridades chinesas não tinham conhecimento de sua existência, dado o enorme sigilo ao qual esteve sujeita sua construção. Tudo mudou há alguns meses, quando o homem enviou um pedido de demissão ao exército, alegando problemas de saúde. 

Após receber a carta, os funcionários perceberam que o bunker não aparecia em nenhum mapa. Um destacamento foi ao local, onde se constatou que as instalações seguiam em ótimas condições graças à dedicação de Wenxun. Ele foi condecorado pelo governo chinês como “Modelo de Alta Moral”.


Fonte: RT
Imagem: Shutterstock

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Cientistas estão prestes a ressuscitar "supertouros nazistas"

O biólogo e ecologista holandês Ronald Goderich anunciou recentemente que planeja “ressuscitar” os uros, antiga raça de touros europeus extinta em 1627. Para isso, buscará nas diferentes raças de touros atuais os genes perdidos desse mamífero monumental. O cientista afirma que será possível projetar um animal com um DNA 92% idêntico aos originais. 


Os uros eram vacas antigas, de tamanho similar ao de um elefante, que conquistaram o território europeu fazendo uso de seus poderosos chifres e comportamento agressivo. O crescimento populacional e a caça indiscriminada dizimaram a espécie no início do século XVII. 

Na década de 20 do século passado, os zoólogos alemães Heinz e Lutz Heck deram início a um empreendimento parecido com o proposto por Ronald, e conseguiram criar uma raça bovina grande e robusta, dotada de chifres grandes e que, atualmente, ainda existe em alguns zoológicos do mundo. Os nazistas usaram esse animal como símbolo da raça ariana, colocando-o como modelo em diversas propagandas oficiais.


Fonte: RT
Imagem: Shutterstock

Pesquisadores encontram tubarão mais antigo que dinossauros

Após décadas de busca, um submarino não tripulado do Instituto de Pesquisa do Aquário da Baía de Monterrey (Califórnia, EUA), conseguiu finalmente encontrar o misterioso tubarão fantasma.


Trata-se de uma criatura que habita os oceanos há mais de 300 milhões de anos. Seu habitat são as águas de Nova Caledônia, no Pacífico Sul. No entanto, o tubarão fantasma acabou sendo encontrado a mais de 6 mil quilômetros de distância dali, no litoral da Califórnia e do Havaí. Isso, segundo Dave Ebert, do Centro de Pesquisa de Tubarões do Pacífico, foi “um pouco de sorte”. 

O estranho tubarão fantasma (Hydrolagus trolli) tem um aspecto similar ao de um rato, com um nariz pontiagudo, um maxilar ligado ao crânio e uma dentadura formada por placas ósseas. A característica mais notável desse animal é que ele possui um pênis retrátil na testa, embora, até o momento, não se conheça exatamente seu modo de funcionamento. 


Assista ao vídeo:



Fonte: RT

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Telefone usado por Hitler para ordenar crimes de guerra será leiloado

O telefone particular do ditador alemão Adolf Hitler vai à venda. Vermelho e levemente queimado, objeto esteve sob a posse de Ranulf Rayner, filho do Brigadeiro Ralph Rayner, primeiro aliado não-soviético a entrar em Berlim, em 1945. O preço estimado para o leilão é de cerca de R$ 1,6 milhão.

Engravado com o nome do líder político e brasão da Alemanha nazista, o telefone era utilizada por Hitler, de seu escritório, para dar ordens diretas a seus subordinados. Ordens essas que incluíram o estabelecimento dos campos de concentração, onde milhões de judeus morreram, e de táticas de guerra que resultaram no conflito mais letal da história da humanidade.

Ranulf Rayner, cujo pai recebeu o telefone de Hitler, está vendendo o objeto

A Ralph, que chegou após os soldados soviéticos tomarem a capital alemã para as forças aliadas, foi oferecido também o telefone de Eva Braun, amante do chanceler. Ele conta que escolheu o de Hitler por gostar mais da cor vermelha.
Morto em 1977, o brigadeiro da Força Aérea britânica passou a posse do artefato ao filho. Ranulf, hoje idoso, decidiu que era o momento de tornar pública a existência da relíquia.

Da marca alemã Siemens, o telefone transmitiu diversas chamadas que levaram a crimes de guerra, incluindo a execução por traição do então cunhado do ditador, o general Hermann Fegelein. Durante o regime de Hitler, mais de 40 mil pessoas foram sentenciadas à morte.

— As ordens de Hitler, que foram dadas nesse telefone, são história, lições que nunca devemos esquecer — afirmou Ranulf.

Fonte: http://oglobo.globo.com/mundo/telefone-usado-por-hitler-para-ordenar-crimes-de-guerra-sera-leiloado-20857293

Imagem: O Globo

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