segunda-feira, 31 de julho de 2017

DIÁRIO SECRETO DE KENNEDY DESCREVE MORTE DE HITLER COMO GRANDE FRAUDE NAZISTA

Ex-presidente duvidava que os restos carbonizados de Hitler e Eva Braum fossem verdadeiros.

Trata-se de um diário pessoal, escrito por John F. Kennedy, quando ele tinha apenas 28 anos de idade, durante uma viagem que realizou como jornalista de guerra à Alemanha, quatro meses após o exército soviético acabar com o Terceiro Reich, em 1945.


O diário é composto por 61 páginas, nas quais o ex-presidente fez anotações sobre Hitler e muitos outros políticos da época. Nas primeiras páginas, é possível ler a afirmação de que Hitler “foi feito com a mesma massa que foram feitas as lendas”, embora não seja uma conotação positiva. 

Além das várias anotações referentes ao líder nazista, a polêmica surgiu por causa das linhas em que JFK duvida de que os restos carbonizados e encontrados no bunker da Chancelaria correspondam realmente a Hitler e a sua esposa Eva Braun, conforme afirmou o historiador Hugh Trevor-Roper na época. 

Nessa parte do diário, é possível ler: “O quarto onde se supõe que Hitler encontrou a morte apresentava paredes carbonizadas e rastros de fogo. Não há provas de o corpo encontrado fosse mesmo de Hitler”. É claro que essa declaração gerou repercussões de todos os tipos. 

Fonte: ABC
Imagem: U.S. National Archives and Records Administration via Wikimedia Commons

sexta-feira, 21 de julho de 2017

DESCOBERTA ANTIGA CIDADE DE “GIGANTES” CHINESES

Esqueletos são de pessoas com mais de 1,90 de altura - algo incomum para a época. 

Uma equipe de arqueólogos descobriu recentemente, na província de Shandong, no leste da China, restos humanos pertencentes a uma civilização neolítica que viveu nas margens do Rio Amarelo há aproximadamente 5 mil anos. Os ossos encontrados teriam pertencido a indivíduos com mais de 1,90 m de altura.


Fang Hui, chefe do Centro de Estudos de História e Cultura da Universidade de Shandong, acredita que essas características físicas tão incomuns para a região teriam sido consequência da grande quantidade de recursos alimentares disponíveis. Os antigos habitantes do local foram grandes pescadores e criadores de porcos. Além disso, eles eram agricultores notáveis. 

A jazida arqueológica está sendo estudada desde 2016 e, no local, já foram encontrados mais de 100 prédios, 200 túmulos e aproximadamente 20 poços de sacrifício. 

Os arqueólogos acreditam que os restos ósseos pertençam à tribo Longshan, estabelecida na bacia do rio Amarelo no final do período neolítico.

Fonte: RT
Imagem: ecns.cn

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Antigo fóssil pode provar a existência de vida extraterrestre

Um grupo de cientistas da Universidade de Wollongong, na Austrália, encontrou, no sudoeste da Groelândia - em uma região que até pouco tempo estava completamente coberta de neve - um fóssil microbiano que possui 3,7 bilhões de anos de idade – 220 milhões de anos a mais que o fóssil mais antigo de que se tinha conhecimento até hoje. 


A amostra estava conservada em rochas metamórficas no chamado cinturão supracortical de Isua, uma formação rochosa originada em uma época em que a Terra era constantemente bombardeada por asteroides e ainda se encontrava em fase de formação. 

A descoberta, além de fornecer dados revolucionários sobre a história da vida no planeta, abre novas possibilidades em matéria de exploração espacial. Os cientistas afirmam que se foi possível surgir a vida na Terra em um período marcado por temperaturas altíssimas e instabilidade geológica profunda, ela também poderia ser encontrada em planetas e asteroides que, até o momento, eram considerados inóspitos, como Vênus ou as luas de Júpiter. 


Fonte: ABC
Imagem: Allen P. Nutman/Universidade de Wollongong

segunda-feira, 10 de julho de 2017

DNA de múmias é decifrado por completo e traz revelações sobre o Antigo Egito

Por meio de uma pesquisa que representa um marco no estudo da história do Antigo Egito, os cientistas conseguiram demonstrar que os egípcios antepassados tinham um parentesco mais próximo à população da Europa e do Oriente Médio que à da África. 


Eles chegaram a essa conclusão depois de sequenciar o DNA de centenas de múmias que viveram no Egito entre o ano de 1.400 a.C. e 400 de nossa era. Isso ocorreu dentro de uma pesquisa realizada pelo Max Planck Institute for the Science of Human History, em Jena, na Alemanha. 

Dessa forma, foi possível saber que os egípcios da atualidade possuem um parentesco mais próximo aos africanos subsaarianos que aos antigos egípcios, fenômeno que, segundo os autores do estudo, obedeceria a um fluxo da migração subsaariana, que teria modificado os padrões genéticos da população egípcia nos últimos mil anos. 


Fonte: Mystery Planet 
Imagem: Shutterstock

Oitava maravilha do mundo é encontrada depois de 131 anos

Ela era a maior atração turística do Hemisfério Sul e chegou a ser considerada a oitava maravilha do mundo: pelas esplanadas rosa e branca do lago Rotomahana, na Ilha Norte da Nova Zelândia, a água formava piscinas naturais que desciam em cascatas até cair no lago. Foi assim até que, em 1886, a erupção de um vulcão do Monte Tarawera as enterrou debaixo da lama.


Hoje, 131 anos depois, dois pesquisadores afirmam ter reencontrado o local a aproximadamente 15 metros debaixo do solo. Rex Bunn, um dos pesquisadores, disse que, em meados do século XIX, “muitos viajantes percorriam milhares de quilômetros, do Reino Unido, Europa e América, para ver as esplanadas”. 

Sascha Noldenm, outra pesquisadora, afirma que as esplanadas não foram destruídas nem se perderam no fundo do lago, como afirmavam alguns estudos anteriores. Em vez disso, estariam enterradas perto do litoral. Ela chegou a essa conclusão após comparar mapas topográficos da época com mapas atuais. 

Se conseguirem fazer uma escavação, então será possível restaurar o local para que o mundo moderno possa apreciar novamente a oitava maravilha do mundo.


Fonte: PlaygroundImagens: Tourism New Zealand, Charles Blomfield

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Primeiro ser humano surgiu 100 mil anos antes do que se imaginava

Descoberta reforça teoria de que os primeiros homo sapiens estiveram presentes em todo o continente africano.



Um grupo de pesquisadores liderado pelo paleoantropólogo francês Jean-Jacques Hublin, do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva de Leipzig, na Alemanha, anunciou recentemente que foram encontrados os restos mais antigos do homo sapiens do qual se tem notícia. A descoberta poderá revolucionar tudo o que se acreditava sobre a história dos hominídeos.
 

Os restos cranianos foram achados em Djebel Irhoud, um sítio arqueológico localizado a 150 km de Rabat, a capital do Marrocos. Os responsáveis pela descoberta calculam que o fóssil possui aproximadamente 315 mil anos de idade, 115 mil a mais que o homo rhodesiensis e o homo heidelbergensis da Etiópia, que, até o momento, eram considerados os espécimes mais antigos do homo sapiens 

Hublin descreveu o crânio como “um mosaico de características, incluindo morfologia facial, mandibular e dental, que equiparam o material encontrado em Irhoud a restos humanos primitivos ou considerados anatomicamente modernos”. 

O cientista acredita que essa descoberta poderá provar que os primeiros homo sapiens estiveram presentes em todo o continente africano. 

Fonte: AMBITO 
Imagem: MPI-EVA, Leipzig

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