terça-feira, 31 de outubro de 2017

Trump divulga mais arquivos sobre morte do ex-presidente John F. Kennedy

Segundo ele, o objetivo é dar mais transparência e também acabar com "todas as teorias conspiratórias" relativas ao caso.


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado em sua conta no Twitter que já foram liberados mais arquivos sobre o ex-presidente John Fitzgerald Kennedy. Em mensagens divulgadas mais cedo, ele tinha dito que isso buscava dar mais transparência e também acabar com "todas as teorias conspiratórias" relativas à morte de Kennedy. 


Após chegar à Casa Branca em 1961, o político democrata foi assassinado enquanto estava em um automóvel aberto em Dallas, Texas, ao lado de sua mulher, Jacqueline, em 22 de novembro de 1963. O ex-fuzileiro Lee Harvey Oswald foi preso e acusado pelo assassinato, mas acabou morto dois dias depois. O crime foi muito investigado e há uma série de teorias sobre quem de fato teria matado o então presidente ou sobre eventuais vínculos de Oswald para justificar a ação.

O governo dos EUA divulgou nesta semana milhares de documentos sobre a morte de JFK, mas alguns especialistas questionaram o fato de que essa divulgação foi incompleta. Neste sábado, Trump disse que virão à luz todos os documentos do caso, exceto aqueles com nomes e endereços de pessoas mencionadas ainda vivas.

O presidente afirmou que consultou a CIA e outras agências de segurança dos EUA para tomar a decisão.

Fonte: www.em.com.br

Imagens encontradas em ruínas revelam que os maias já jogavam beisebol

Uma expedição arqueológica recente nas ruínas maias de Tipan Chen Uitz, em Belize, encontrou duas placas de pedra nas quais estão inscritas a imagem de jogadores de beisebol.


São dois painéis que, provavelmente, estariam localizados na entrada de um palácio maia e que mostram jogadores de beisebol em plena atividade. Segundo o estudo realizado, os maias teriam incentivado o esporte com uma expectativa especial, já que ele propiciava a interação entre diferentes comunidades.


Os dois pedaços de pedra que, além dos jogadores, possuem vários hieróglifos inscritos, correspondem ao período entre os anos 600 e 800 da nossa era. Em um dos painéis, que está quebrado ao meio por causa de sua idade, é possível ver um jogador, uma bola e um objeto parecido com um bastão.

Fonte: LIVESCIENCE 

Imagens das pedras: Christophe Helmke / Antiquity 2017

Encontrada no egito uma pequena piramide de granito rosa

Uma descoberta arqueológica surpreendente foi feita no sul de Sacará, onde está localizada a necrópole principal da cidade de Mênfis. Lá, uma expedição de arqueológicos franceses e suíços da Universidade de Genebra encontrou uma nova pirâmide de granito rosa, segundo informações do Ministério de Antiguidades do Egito.

Trata-se de uma pirâmide pequena, de 130 cm de altura, 35 cm de largura e 110 cm de base, com a cúpula corroída pelo tempo. Além disso, foi possível encontrar restos de ouro e cobre entre as pedras de granito rosa.



De acordo com Mustafa Waziri, secretário geral do Conselho Supremo de Antiguidades, a base da pirâmide possui uma superfície suja, o que dá indícios de que ela foi modificada antes da descoberta, ou que sua construção foi abandonada.

Enquanto isso, Philippe Collombert, responsável pela expedição arqueológica, explicou que a nova descoberta foi realizada em uma região localizada ao sul da pirâmide de Pepi I, relativa à VI dinastia do Egito (2345-2181 a. C.), em Sacará.


Fonte: LA VANGUARDIA

Texto de 3 mil anos confirma existencia dos miticos povos do mar

TEMIDOS MARINHEIROS NAVEGARAM PELO MEDITERRÂNEO 1.200 ANOS ANTES DE CRISTO. 

Há mais de 3 mil anos, na Anatólia (atual território da Turquia), existiu Mira, uma das várias cidades que formavam o reino de Arzawa, uma confederação de reinados cujas origens remontam ao ano 1.430 a.C..

Recentemente, especialistas conseguiram decifrar uma lousa de pedra muito antiga, que contém descrições sobre o que muitos historiadores consideravam uma narrativa mitológica: a história dos “povos do mar”.



Decifrar esse texto foi possível graças ao empenho dos pesquisadores, que tiveram que entender e interpretar o luvita, ou lúvia, uma língua morta que era falada na região ocidental da península anatoliana.

A inscrição narra a ascensão do rei Kupanta-Kurunta ao trono de Mira, depois da morte de seu pai, o rei Mashuittas. Nela, é enfatizado o controle que ele exerceu sobre Troia e a conquista de uma cidade localizada no atual território de Israel.

Os chamados “povos do mar” representam uma misteriosa confederação de marinheiros, que atacaram o Antigo Império do Egito, entre outras regiões do Mediterrâneo Oriental, no final da Idade do Bronze, entre os anos 1.200 e 900 a.C..


Fonte e imagens: INFOBAE

EUA suspeitaram que Hitler vivia na Colômbia após Segunda Guerra

A revelação de um documento confidencial do governo americano levanta novas teorias sobre o fim do ditador Adolf Hitler após a Segunda Guerra Mundial. Trazido a público nesta semana, o registro da CIA mostra que um agente na América do Sul, que respondia pelo codinome "Cimleody-3", desconfiava que Hitler estava vivendo numa comunidade de alemães da Colômbia em 1955. A versão oficial da História diz que o ditador se suicidou no seu bunker em Berlim em 1945, quando tinha 56 anos, junto com a sua amante Eva Braun.


O memorando da Inteligência americana, divulgado como parte dos arquivos liberados sobre a morte do presidente americano John F. Kennedy, mostra que o agente da CIA recebeu de um informante o relato de que Hitler estaria vivo. Da cidade de Tunja, na Colômbia, o ex-ditador teria, inclusive, mantido contato com um ex-agente alemão, Phillip Citroen, que teria sido a fonte primária desta revelação.


"O amigo de Cimelodoy-3 afirmou que em setembro de 1955 Phillip Citroen, ex-oficial alemão, lhe confidenciou que Hitler estava vivo".

Segundo o documento, existiria uma foto de Hitler na Colômbia em 1954, que teria sido mostrada ao agente da CIA. Na América do Sul, ele teria adotado o nome Adolf Schrittelmayor e sido recebido com louvor pela comunidade alemã.

Durante anos, os soviéticos afirmaram que tinham posse dos restos mortais de Hitler, embora os corpos do ditador alemão e de Eva não tenham sido oficialmente cremados. Houve muitas dúvidas sobre o seu destino, incluindo teorias da conspiração, após a Segunda Guerra Mundial.

Fonte: oglobo.globo.com

Documento revela que Hitler foi recusado por partido de extrema direita

Um documento tornado público pelo historiador Thomas Weber, da Universidade de Aberdeen, revela que Adolf Hitler tentou ingressar em outro partido político de extrema-direita antes de se filiar ao Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, mais conhecido como Partido Nazista. Em 1919, ele foi rejeitado pelo recém-formado Partido Socialista Alemão, decisão que acabou sendo determinante para sua ascensão política.


Até um ano antes, ele não demonstrava nenhuma qualidade de liderança e estaria feliz em seguir ordens, em vez de dar ordens — comentou Weber, em entrevista ao “Guardian”.

Segundo a tese do historiador, o Partido Socialista, também de extrema-direita, era muito maior que o Partido Nazista, com mais lideranças consolidadas. Se Hitler tivesse sido aceito, provavelmente seria colocado numa função menor e, dessa forma “seria improvável que conseguisse assumir o poder”.

Após ser rejeitado pelo Partido Socialista, Hitler se filiou ao Partido Nazista e se tornou líder em 1921. O Partido Socialista foi dissolvido no ano seguinte e muitos de seus membros, incluindo o líder antissemita Julius Streicher, se uniram sob o comando de Hitler.

Essa é uma história que nunca foi coberta antes — disse o especialista. — Ela finalmente explica o seu comportamento obsessivo, nos anos seguintes, em relação ao Partido Socialista Alemão.

Fundado em 1918 como resposta da extrema-direita alemã à Revolução Alemã, de caráter comunista, o Partido Socialista era, à época, mais influente que o Partido Nazista, fundado apenas em 1920. No início daquele ano, as lideranças nazistas chegaram a cogitar uma fusão com os socialistas, o que foi negado por Hitler.

Se não fosse a firme recusa de Hitler — em um ponto, ele chegou a deixar o partido por esse motivo —, o Partido Nazista teria sido absorvido pelo Partido Socialista Alemão e, portanto, teria desaparecido e a história tomaria um caminho diferente — explicou Weber. — Com a rejeição de Hitler pelo partido (socialista), o seu comportamento, que ninguém conseguia explicar, finalmente faz sentido.

O documento faz parte do testemunho de Hans George Grassinger, presidente fundador do Partido Socialista Alemão, que estava esquecido nos arquivos do Instituto de História Contemporânea de Munique.

O relato conta que “no outono de 1919, por volta de setembro, Hitler apareceu no escritório da editora para encontrar Grassinger e se oferecer para escrever para o jornal, se juntar e trabalhar para o Partido Socialista Alemão. Ele não tinha dinheiro e pediu emprestado para Grassinger. Mas eles disseram que não havia espaço para ele no jornal e também não o queriam no partido”.

Hitler era, de fato, um operador político hábil e convincente que nunca perdoaria alguém que o rebaixasse. E manteve uma vingança longa contra eles — disse Weber.

Detalhes sobre o documento são descritos por Weber no livro “Becoming Hitler: The making of a Nazi”, que será publicado pela editora da Universidade de Oxford no mês que vem.

Fonte: oglobo.globo.com

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