quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Titanic | Documentário comemorando 20 anos do filme ganha data de estreia no Brasil

Titanic: 20th Anniversary, o documentário que comemorará os 20 anos do clássico de James Cameron, ganhou data de estreia no Brasil: o canal pago National Geographic trasmitirá o especial em 9 de dezembro, às 18h45.

Com 1h de duração, o documentário mostrará Cameron e especialistas analisando os últimos 20 anos e os detalhes sobre a tragédia que surgiram desde a estreia do longa.
"Quando escrevi o filme e estava certo para dirigir, queria que cada detalhe fosse o mais preciso possível. Eu estava criando uma história viva, precisava ter respeito pelas pessoas que morreram e seus legados. Mas será que eu realmente consegui? Agora, com o National Geographic, pesquisas recentes, ciência e tecnologia, vou reavaliar tudo isso", disse o diretor em comunicado.
Leia a sinopse: "James Cameron lançou o filme "Titanic" há 20 anos, prometendo uma “história viva”, dizendo que ele devia a verdade àquelas almas perdidas em 1912. Agora, neste especial de uma hora, Cameron junta especialistas para reabrir o arquivo do caso, perguntando: “Nós acertamos?”. Com 33 mergulhos nos escombros do navio e anos de analise forense, ele explora os mitos e mistérios do Titanic, testando o desastre, na esperança de responder perguntas que o perseguiram por anos."
Fonte: https://omelete.uol.com.br

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Trump divulga mais arquivos sobre morte do ex-presidente John F. Kennedy

Segundo ele, o objetivo é dar mais transparência e também acabar com "todas as teorias conspiratórias" relativas ao caso.


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado em sua conta no Twitter que já foram liberados mais arquivos sobre o ex-presidente John Fitzgerald Kennedy. Em mensagens divulgadas mais cedo, ele tinha dito que isso buscava dar mais transparência e também acabar com "todas as teorias conspiratórias" relativas à morte de Kennedy. 


Após chegar à Casa Branca em 1961, o político democrata foi assassinado enquanto estava em um automóvel aberto em Dallas, Texas, ao lado de sua mulher, Jacqueline, em 22 de novembro de 1963. O ex-fuzileiro Lee Harvey Oswald foi preso e acusado pelo assassinato, mas acabou morto dois dias depois. O crime foi muito investigado e há uma série de teorias sobre quem de fato teria matado o então presidente ou sobre eventuais vínculos de Oswald para justificar a ação.

O governo dos EUA divulgou nesta semana milhares de documentos sobre a morte de JFK, mas alguns especialistas questionaram o fato de que essa divulgação foi incompleta. Neste sábado, Trump disse que virão à luz todos os documentos do caso, exceto aqueles com nomes e endereços de pessoas mencionadas ainda vivas.

O presidente afirmou que consultou a CIA e outras agências de segurança dos EUA para tomar a decisão.

Fonte: www.em.com.br

Imagens encontradas em ruínas revelam que os maias já jogavam beisebol

Uma expedição arqueológica recente nas ruínas maias de Tipan Chen Uitz, em Belize, encontrou duas placas de pedra nas quais estão inscritas a imagem de jogadores de beisebol.


São dois painéis que, provavelmente, estariam localizados na entrada de um palácio maia e que mostram jogadores de beisebol em plena atividade. Segundo o estudo realizado, os maias teriam incentivado o esporte com uma expectativa especial, já que ele propiciava a interação entre diferentes comunidades.


Os dois pedaços de pedra que, além dos jogadores, possuem vários hieróglifos inscritos, correspondem ao período entre os anos 600 e 800 da nossa era. Em um dos painéis, que está quebrado ao meio por causa de sua idade, é possível ver um jogador, uma bola e um objeto parecido com um bastão.

Fonte: LIVESCIENCE 

Imagens das pedras: Christophe Helmke / Antiquity 2017

Encontrada no egito uma pequena piramide de granito rosa

Uma descoberta arqueológica surpreendente foi feita no sul de Sacará, onde está localizada a necrópole principal da cidade de Mênfis. Lá, uma expedição de arqueológicos franceses e suíços da Universidade de Genebra encontrou uma nova pirâmide de granito rosa, segundo informações do Ministério de Antiguidades do Egito.

Trata-se de uma pirâmide pequena, de 130 cm de altura, 35 cm de largura e 110 cm de base, com a cúpula corroída pelo tempo. Além disso, foi possível encontrar restos de ouro e cobre entre as pedras de granito rosa.



De acordo com Mustafa Waziri, secretário geral do Conselho Supremo de Antiguidades, a base da pirâmide possui uma superfície suja, o que dá indícios de que ela foi modificada antes da descoberta, ou que sua construção foi abandonada.

Enquanto isso, Philippe Collombert, responsável pela expedição arqueológica, explicou que a nova descoberta foi realizada em uma região localizada ao sul da pirâmide de Pepi I, relativa à VI dinastia do Egito (2345-2181 a. C.), em Sacará.


Fonte: LA VANGUARDIA

Texto de 3 mil anos confirma existencia dos miticos povos do mar

TEMIDOS MARINHEIROS NAVEGARAM PELO MEDITERRÂNEO 1.200 ANOS ANTES DE CRISTO. 

Há mais de 3 mil anos, na Anatólia (atual território da Turquia), existiu Mira, uma das várias cidades que formavam o reino de Arzawa, uma confederação de reinados cujas origens remontam ao ano 1.430 a.C..

Recentemente, especialistas conseguiram decifrar uma lousa de pedra muito antiga, que contém descrições sobre o que muitos historiadores consideravam uma narrativa mitológica: a história dos “povos do mar”.



Decifrar esse texto foi possível graças ao empenho dos pesquisadores, que tiveram que entender e interpretar o luvita, ou lúvia, uma língua morta que era falada na região ocidental da península anatoliana.

A inscrição narra a ascensão do rei Kupanta-Kurunta ao trono de Mira, depois da morte de seu pai, o rei Mashuittas. Nela, é enfatizado o controle que ele exerceu sobre Troia e a conquista de uma cidade localizada no atual território de Israel.

Os chamados “povos do mar” representam uma misteriosa confederação de marinheiros, que atacaram o Antigo Império do Egito, entre outras regiões do Mediterrâneo Oriental, no final da Idade do Bronze, entre os anos 1.200 e 900 a.C..


Fonte e imagens: INFOBAE

EUA suspeitaram que Hitler vivia na Colômbia após Segunda Guerra

A revelação de um documento confidencial do governo americano levanta novas teorias sobre o fim do ditador Adolf Hitler após a Segunda Guerra Mundial. Trazido a público nesta semana, o registro da CIA mostra que um agente na América do Sul, que respondia pelo codinome "Cimleody-3", desconfiava que Hitler estava vivendo numa comunidade de alemães da Colômbia em 1955. A versão oficial da História diz que o ditador se suicidou no seu bunker em Berlim em 1945, quando tinha 56 anos, junto com a sua amante Eva Braun.


O memorando da Inteligência americana, divulgado como parte dos arquivos liberados sobre a morte do presidente americano John F. Kennedy, mostra que o agente da CIA recebeu de um informante o relato de que Hitler estaria vivo. Da cidade de Tunja, na Colômbia, o ex-ditador teria, inclusive, mantido contato com um ex-agente alemão, Phillip Citroen, que teria sido a fonte primária desta revelação.


"O amigo de Cimelodoy-3 afirmou que em setembro de 1955 Phillip Citroen, ex-oficial alemão, lhe confidenciou que Hitler estava vivo".

Segundo o documento, existiria uma foto de Hitler na Colômbia em 1954, que teria sido mostrada ao agente da CIA. Na América do Sul, ele teria adotado o nome Adolf Schrittelmayor e sido recebido com louvor pela comunidade alemã.

Durante anos, os soviéticos afirmaram que tinham posse dos restos mortais de Hitler, embora os corpos do ditador alemão e de Eva não tenham sido oficialmente cremados. Houve muitas dúvidas sobre o seu destino, incluindo teorias da conspiração, após a Segunda Guerra Mundial.

Fonte: oglobo.globo.com

Documento revela que Hitler foi recusado por partido de extrema direita

Um documento tornado público pelo historiador Thomas Weber, da Universidade de Aberdeen, revela que Adolf Hitler tentou ingressar em outro partido político de extrema-direita antes de se filiar ao Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, mais conhecido como Partido Nazista. Em 1919, ele foi rejeitado pelo recém-formado Partido Socialista Alemão, decisão que acabou sendo determinante para sua ascensão política.


Até um ano antes, ele não demonstrava nenhuma qualidade de liderança e estaria feliz em seguir ordens, em vez de dar ordens — comentou Weber, em entrevista ao “Guardian”.

Segundo a tese do historiador, o Partido Socialista, também de extrema-direita, era muito maior que o Partido Nazista, com mais lideranças consolidadas. Se Hitler tivesse sido aceito, provavelmente seria colocado numa função menor e, dessa forma “seria improvável que conseguisse assumir o poder”.

Após ser rejeitado pelo Partido Socialista, Hitler se filiou ao Partido Nazista e se tornou líder em 1921. O Partido Socialista foi dissolvido no ano seguinte e muitos de seus membros, incluindo o líder antissemita Julius Streicher, se uniram sob o comando de Hitler.

Essa é uma história que nunca foi coberta antes — disse o especialista. — Ela finalmente explica o seu comportamento obsessivo, nos anos seguintes, em relação ao Partido Socialista Alemão.

Fundado em 1918 como resposta da extrema-direita alemã à Revolução Alemã, de caráter comunista, o Partido Socialista era, à época, mais influente que o Partido Nazista, fundado apenas em 1920. No início daquele ano, as lideranças nazistas chegaram a cogitar uma fusão com os socialistas, o que foi negado por Hitler.

Se não fosse a firme recusa de Hitler — em um ponto, ele chegou a deixar o partido por esse motivo —, o Partido Nazista teria sido absorvido pelo Partido Socialista Alemão e, portanto, teria desaparecido e a história tomaria um caminho diferente — explicou Weber. — Com a rejeição de Hitler pelo partido (socialista), o seu comportamento, que ninguém conseguia explicar, finalmente faz sentido.

O documento faz parte do testemunho de Hans George Grassinger, presidente fundador do Partido Socialista Alemão, que estava esquecido nos arquivos do Instituto de História Contemporânea de Munique.

O relato conta que “no outono de 1919, por volta de setembro, Hitler apareceu no escritório da editora para encontrar Grassinger e se oferecer para escrever para o jornal, se juntar e trabalhar para o Partido Socialista Alemão. Ele não tinha dinheiro e pediu emprestado para Grassinger. Mas eles disseram que não havia espaço para ele no jornal e também não o queriam no partido”.

Hitler era, de fato, um operador político hábil e convincente que nunca perdoaria alguém que o rebaixasse. E manteve uma vingança longa contra eles — disse Weber.

Detalhes sobre o documento são descritos por Weber no livro “Becoming Hitler: The making of a Nazi”, que será publicado pela editora da Universidade de Oxford no mês que vem.

Fonte: oglobo.globo.com

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

O Titanic ergue-se novamente - Conheça o Titanic II

Confira algumas fotos de como esta ficando o novo Titanic que esta sendo construído na China.

Fotos do dia 09 de Agosto de 2017.










O projeto, com todo o seu exagero glacial, ofendeu alguns parentes dos passageiros do Titanic. Jean Legg, filha do sobrevivente Sidney Daniels, diz: "Eu acho que se ele soubesse que isso estava sendo replicado, ele estaria girando em seu túmulo". O desenvolvedor diz que ele nunca quis ofender. Parte de seu objetivo, ele diz, é ajudar as pessoas a se lembrarem.

Fonte:http://www.cbc.ca

TEORIA DIZ QUE CRISTÓVÃO COLOMBO ERA PORTUGUÊS. SERÁ?

Pesquisadores afirmam que nome original do navegador era Pedro Ataíde e que fugia de perseguição.

As origens do conquistador Cristóvão Colombo são, até hoje, um grande mistério. Enquanto a hipótese mais popular afirma que o navegante era de origem genovesa, vários historiadores acreditam que ele poderia ter nascido na Catalunha, na Galícia ou, até mesmo, em Portugal.


O historiador Fernando Branco publicou em 2012 seu livro “Cristóvão Colombo, Nobre Português”, no qual fornece vários dados que poderiam provar sua teoria: a de que Colombo era, na verdade, o navegante português Pedro Ataíde e que teria mudado seu nome para fugir de uma perseguição em seu país natal. 

Ataíde foi dado como morto em uma batalha em 1473, mesma época em que teria adotado a identidade de Colombo e atravessado a fronteira portuguesa a nado até o litoral espanhol. 

Essa é a linha de pesquisa seguida por uma equipe de estudiosos da Universidade de Coimbra e do Instituto Superior Técnico de Lisboa, que planeja analisar o DNA dos ossos do primo de Pedro Ataíde e comparar seu material genético com os restos do filho de Colombo. 

Enquanto aguardam a autorização oficial para extrair as amostras, os cientistas dizem estar otimistas com relação à possibilidade de conhecer a verdadeira origem do descobridor da América.


Fonte: Los Andes
Imagem: Shutterstock

AQUENÁTON, O FARAÓ QUE DESAFIOU OS DEUSES

Governante fez reformas religiosas profundas, mas sucumbiu às artimanhas humanas! 


Neferjeperura Amenhotep, conhecido como Aquenáton, governou o Antigo Egito entre 1353 e 1336 a.C.. Marido de Nefertiti e pai de Tutancâmon, seu reinado foi marcado por uma revolução religiosa profunda, que abalou o poderoso império. 
Aquenáton e Nefertiti tentaram substituir o imenso panteão de deuses por um culto monoteísta, dedicado à adoração de Áton, deus do Sol e criador do Universo. Para isso, eles ordenaram a destruição de todos os santuários destinados a outras divindades e chegaram a mudar até a capital do império, localizada historicamente na cidade de Tebas, para Amarna, onde, em poucos anos, construíram uma cidade suntuosa, assim como palácios de adoração ao novo deus. 

A acumulação de poder fez com que os alicerces da própria nação fossem abalados. O exército, responsável pela perseguição dos rebeldes religiosos, já não estava mais em condições de repelir os ataques hititas e os antigos sacerdotes, ressentidos com seu afastamento, maquinavam planos obscuros para acabar com o novo reinado. 

Após uma série de catástrofes familiares, e em meio a uma epidemia cruel, Aquenáton morreu, e seu filho Tutancâmon assumiu o trono. O novo faraó revogou as reformas de seu pai e levou o império a um novo período de esplendor. 

Fonte: BBC
Imagem: Wikipedia Commons

segunda-feira, 31 de julho de 2017

DIÁRIO SECRETO DE KENNEDY DESCREVE MORTE DE HITLER COMO GRANDE FRAUDE NAZISTA

Ex-presidente duvidava que os restos carbonizados de Hitler e Eva Braum fossem verdadeiros.

Trata-se de um diário pessoal, escrito por John F. Kennedy, quando ele tinha apenas 28 anos de idade, durante uma viagem que realizou como jornalista de guerra à Alemanha, quatro meses após o exército soviético acabar com o Terceiro Reich, em 1945.


O diário é composto por 61 páginas, nas quais o ex-presidente fez anotações sobre Hitler e muitos outros políticos da época. Nas primeiras páginas, é possível ler a afirmação de que Hitler “foi feito com a mesma massa que foram feitas as lendas”, embora não seja uma conotação positiva. 

Além das várias anotações referentes ao líder nazista, a polêmica surgiu por causa das linhas em que JFK duvida de que os restos carbonizados e encontrados no bunker da Chancelaria correspondam realmente a Hitler e a sua esposa Eva Braun, conforme afirmou o historiador Hugh Trevor-Roper na época. 

Nessa parte do diário, é possível ler: “O quarto onde se supõe que Hitler encontrou a morte apresentava paredes carbonizadas e rastros de fogo. Não há provas de o corpo encontrado fosse mesmo de Hitler”. É claro que essa declaração gerou repercussões de todos os tipos. 

Fonte: ABC
Imagem: U.S. National Archives and Records Administration via Wikimedia Commons

sexta-feira, 21 de julho de 2017

DESCOBERTA ANTIGA CIDADE DE “GIGANTES” CHINESES

Esqueletos são de pessoas com mais de 1,90 de altura - algo incomum para a época. 

Uma equipe de arqueólogos descobriu recentemente, na província de Shandong, no leste da China, restos humanos pertencentes a uma civilização neolítica que viveu nas margens do Rio Amarelo há aproximadamente 5 mil anos. Os ossos encontrados teriam pertencido a indivíduos com mais de 1,90 m de altura.


Fang Hui, chefe do Centro de Estudos de História e Cultura da Universidade de Shandong, acredita que essas características físicas tão incomuns para a região teriam sido consequência da grande quantidade de recursos alimentares disponíveis. Os antigos habitantes do local foram grandes pescadores e criadores de porcos. Além disso, eles eram agricultores notáveis. 

A jazida arqueológica está sendo estudada desde 2016 e, no local, já foram encontrados mais de 100 prédios, 200 túmulos e aproximadamente 20 poços de sacrifício. 

Os arqueólogos acreditam que os restos ósseos pertençam à tribo Longshan, estabelecida na bacia do rio Amarelo no final do período neolítico.

Fonte: RT
Imagem: ecns.cn

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Antigo fóssil pode provar a existência de vida extraterrestre

Um grupo de cientistas da Universidade de Wollongong, na Austrália, encontrou, no sudoeste da Groelândia - em uma região que até pouco tempo estava completamente coberta de neve - um fóssil microbiano que possui 3,7 bilhões de anos de idade – 220 milhões de anos a mais que o fóssil mais antigo de que se tinha conhecimento até hoje. 


A amostra estava conservada em rochas metamórficas no chamado cinturão supracortical de Isua, uma formação rochosa originada em uma época em que a Terra era constantemente bombardeada por asteroides e ainda se encontrava em fase de formação. 

A descoberta, além de fornecer dados revolucionários sobre a história da vida no planeta, abre novas possibilidades em matéria de exploração espacial. Os cientistas afirmam que se foi possível surgir a vida na Terra em um período marcado por temperaturas altíssimas e instabilidade geológica profunda, ela também poderia ser encontrada em planetas e asteroides que, até o momento, eram considerados inóspitos, como Vênus ou as luas de Júpiter. 


Fonte: ABC
Imagem: Allen P. Nutman/Universidade de Wollongong

segunda-feira, 10 de julho de 2017

DNA de múmias é decifrado por completo e traz revelações sobre o Antigo Egito

Por meio de uma pesquisa que representa um marco no estudo da história do Antigo Egito, os cientistas conseguiram demonstrar que os egípcios antepassados tinham um parentesco mais próximo à população da Europa e do Oriente Médio que à da África. 


Eles chegaram a essa conclusão depois de sequenciar o DNA de centenas de múmias que viveram no Egito entre o ano de 1.400 a.C. e 400 de nossa era. Isso ocorreu dentro de uma pesquisa realizada pelo Max Planck Institute for the Science of Human History, em Jena, na Alemanha. 

Dessa forma, foi possível saber que os egípcios da atualidade possuem um parentesco mais próximo aos africanos subsaarianos que aos antigos egípcios, fenômeno que, segundo os autores do estudo, obedeceria a um fluxo da migração subsaariana, que teria modificado os padrões genéticos da população egípcia nos últimos mil anos. 


Fonte: Mystery Planet 
Imagem: Shutterstock

Oitava maravilha do mundo é encontrada depois de 131 anos

Ela era a maior atração turística do Hemisfério Sul e chegou a ser considerada a oitava maravilha do mundo: pelas esplanadas rosa e branca do lago Rotomahana, na Ilha Norte da Nova Zelândia, a água formava piscinas naturais que desciam em cascatas até cair no lago. Foi assim até que, em 1886, a erupção de um vulcão do Monte Tarawera as enterrou debaixo da lama.


Hoje, 131 anos depois, dois pesquisadores afirmam ter reencontrado o local a aproximadamente 15 metros debaixo do solo. Rex Bunn, um dos pesquisadores, disse que, em meados do século XIX, “muitos viajantes percorriam milhares de quilômetros, do Reino Unido, Europa e América, para ver as esplanadas”. 

Sascha Noldenm, outra pesquisadora, afirma que as esplanadas não foram destruídas nem se perderam no fundo do lago, como afirmavam alguns estudos anteriores. Em vez disso, estariam enterradas perto do litoral. Ela chegou a essa conclusão após comparar mapas topográficos da época com mapas atuais. 

Se conseguirem fazer uma escavação, então será possível restaurar o local para que o mundo moderno possa apreciar novamente a oitava maravilha do mundo.


Fonte: PlaygroundImagens: Tourism New Zealand, Charles Blomfield

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Primeiro ser humano surgiu 100 mil anos antes do que se imaginava

Descoberta reforça teoria de que os primeiros homo sapiens estiveram presentes em todo o continente africano.



Um grupo de pesquisadores liderado pelo paleoantropólogo francês Jean-Jacques Hublin, do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva de Leipzig, na Alemanha, anunciou recentemente que foram encontrados os restos mais antigos do homo sapiens do qual se tem notícia. A descoberta poderá revolucionar tudo o que se acreditava sobre a história dos hominídeos.
 

Os restos cranianos foram achados em Djebel Irhoud, um sítio arqueológico localizado a 150 km de Rabat, a capital do Marrocos. Os responsáveis pela descoberta calculam que o fóssil possui aproximadamente 315 mil anos de idade, 115 mil a mais que o homo rhodesiensis e o homo heidelbergensis da Etiópia, que, até o momento, eram considerados os espécimes mais antigos do homo sapiens 

Hublin descreveu o crânio como “um mosaico de características, incluindo morfologia facial, mandibular e dental, que equiparam o material encontrado em Irhoud a restos humanos primitivos ou considerados anatomicamente modernos”. 

O cientista acredita que essa descoberta poderá provar que os primeiros homo sapiens estiveram presentes em todo o continente africano. 

Fonte: AMBITO 
Imagem: MPI-EVA, Leipzig

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Uma 'passagem secreta' na Argentina revelou objetos nazis que podem ter sido utilizados por Hitler

Artefatos nazistas foram encontrados escondidos em uma casa nos arredores de Buenos Aires, capital da Argentina. 
Aproximadamente 75 objetos estavam na coleção, que continha, entre outras peças, um busto de Adolf Hitler, brinquedos para doutrinar crianças e até um estranho medidor de cabeças.

A polícia argentina está tentando determinar como tudo isso chegou ao país. Segundo o Ministério da Segurança, os artefatos são legítimos e teriam pertencido a oficiais do exército nazista na época da Segunda Guerra Mundial.
Algumas das peças estão acompanhadas de fotografias de Hitler manuseando os artefatos. Todos os itens foram achados em um cômodo oculto atrás da biblioteca de um casarão em Béccar, subúrbio ao norte da capital.
Segundo membros da comunidade judaica da Argentina, a coleção deve ter vindo escondida na bagagem de homens do alto escalão nazista. Quando o regime caiu, muitos deles fugiram para a América do Sul.
A polícia, porém, não possui nenhum palpite sobre o proprietário real dos objetos. A única pista encontrada são alguns instrumentos médicos presentes na coleção.

Um dos maiores generais do regime nazista, Josef Mengele, o chamado "anjo da morte" do campo de concentração de Auschwitz, ficou conhecido como um dos oficiais que fugiu para Buenos Aires na época. Depois que um de seus colegas, Adolf Eichmann, foi capturado, Mengele fugiu para o Paraguai e para o Brasil. Ele morreu em 1979, enquanto nadava no mar de Bertioga, em São Paulo.
Fonte:http://revistagalileu.globo.com

Livro com raro autógrafo de Hitler é leiloado por R$ 70 mil no Reino Unido

Uma cópia raríssima e autografada do livro de Adolf Hitler, Minha Luta, foi vendida em um leilão no Reino Unido por 17 mil libras - mais de R$ 70 mil.
A edição do livro é de 1935, tem uma suástica em alto relevo e traz a assinatura do ditador alemão na primeira folha.
Havia chegado às mãos de um antigo jornalista da BBC e do periódico Oxford Mail, Peter Cadogan, em uma visita a Munique no fim da década de 1930.

O comprador não teve a identidade revelada e adquiriu o livro online a partir do condado de Lancashire, na Inglaterra.
Antes, o responsável pelo leilão, James Thompson, acreditava que o preço máximo a ser pago pelo livro seria de 2,5 mil libras (R$ 10,4 mil).
Essa cópia é particularmente rara por causa do autógrafo. Hitler era conhecido por se negar a assinar documentos ou presentes - ou seja, um exemplar com a assinatura dele é algo quase impossível de se encontrar.
Thompson se disse surpreso pelo interesse demonstrado no livro, já que imaginava que ninguém gostaria de "sequer encostar em qualquer coisa nazista".
No entanto, ele explica, há quem acredite que o livro deva ser preservado, apesar da terrível herança de Hitler. "É, de certa forma, um jeito de tocar o monstro", diz.
Thompson diz que não sabe quem comprou o livro, mas imagina que tenha sido o dono de alguma coleção histórica particular.

Livro

Minha Luta foi publicado inicialmente em 1925 e fala da ideologia política de Hitler e seus planos para a Alemanha.
O jornalista Cadogan conhecera a britânica Unity Mitford, que fazia parte do círculo de amigos próximos de Hitler - foi ela que pediu para o ditador assinar o livro.

"Hitler não assinava livros. Não era algo que ele fizesse. Ele só o fez aquela vez, a pedido de Unity Mitfort", explica Thompson. O livro foi vendido a pedido da família de Cadogan.
Para o historiador Stuart Jennings, da Universidade de Warwick, o livro é raro também porque "depois da (Segunda) Guerra e do julgamento de Nuremberg (que julgou crimes do nazismo), houve um grande esforço em destruir qualquer coisa que fosse relacionada ao Terceiro Reich, para garantir que não soubrasse nada para ser idolatrado. Até mesmo o bunker de Hitler foi destruído".

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Nave que desapareceu em 2009 é encontrada na Lua

Cientistas da NASA também encontraram módulo de reconhecimento lunar que estava perdido há sete anos. 

A NASA acaba de localizar na órbita da Lua uma pequena nave espacial indiana perdida desde 2009, a Chandrayaan-1. A descoberta só foi possível graças à utilização de um novo radar, chamado interplanetário. Criado por cientistas do Jet Propulsion Laboratory (JPL), de Pasadena, na Califórnia, o equipamento também possibilitou que fosse determinada a localização do Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), um artefato da NASA que orbita o satélite há sete anos.


Marina Brozovic, uma das responsáveis pelo avanço tecnológico que possibilitou essas descobertas, explica: “Encontrar o LRO foi relativamente fácil, já que trabalhamos com os navegantes da missão e possuímos dados precisos da órbita em que ele estava. Encontrar a Chandrayaan-1 requereu um pouco mais de trabalho de pesquisa, pois o último contato com a nave espacial foi em agosto de 2009”. 

A nave Chandrayaan-1 possui o tamanho de um automóvel pequeno, por isso, sua localização indica que o novo radar, que funciona como um feixe de micro-ondas, pode ser muito útil na descoberta de detritos espaciais e veículos perdidos a longas distâncias. 

Fonte: ABC 
Imagem: NASA

Nova pirâmidade, com 3.700 anos de idade, é encontrada no Egito

Arqueólogos acreditam que o monumento foi erguido durante a 13a dinastia faraônica! 


O Ministério de Antiguidades do Egito anunciou a descoberta dos restos de uma pirâmide datada de 3.700 anos na necrópole real de Dashur, no sul do Cairo. As escavações revelaram um corredor interior e um bloco de pedra talhado com hieróglifos. 

De acordo com fotos divulgadas pelas autoridades, a construção – a qual acredita-se que tenha sido erguida durante a 13ª dinastia faraônica – mantém um bom estado de conservação. “Todas as partes descobertas das pirâmides estão em condições muito boas, e ocorrerão mais escavações para revelar mais partes”, afirmou um porta-voz do Ministério.

Até hoje, já foram encontradas 123 pirâmides antigas no Egito. Segundo os responsáveis pela descoberta, essa pirâmide poderá ter pertencido a uma rainha, enterrada próxima ao seu marido ou filho. Enquanto isso, os trabalhos de pesquisa e de escavação continuam. 


Fonte: BBC
Imagem: Ministério de Antiguidades do Egito

quinta-feira, 23 de março de 2017

Cientistas descobrem como a civilização mais antiga do mundo sobreviveu à mudança climática

Escavações revelam um sistema de agricultura avançado, pronto para qualquer cenário climático!

A civilização do Vale do Indo é considerada uma das mais antigas conhecidas, remontando a 6 mil anos antes de Cristo, na fronteira entre os atuais Paquistão e Índia. Essa cultura conseguiu sobreviver por milênios em condições climáticas extremamente instáveis, adaptando-se inclusive a longos períodos de seca. 



O arqueólogo Cameron Petri, do Departamento de Arqueologia da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, propôs investigar como essa antiga civilização sobreviveu. Para isso, uma equipe de pesquisadores realizou escavações nas margens do lago seco Kotla Dahar, onde ficava Rakhigarhi, uma das cidades mais importantes. 

Suas descobertas revelaram os restos de um sistema de agricultura inovador, baseado na utilização simultânea de vários tipos de cereais e verduras. Todas as comunidades estavam localizadas em zonas climáticas onde as temporadas de chuvas no verão e no inverno se complementavam, de modo que uma colheita ruim de inverno poderia ser compensada por uma boa colheita de verão e vice-versa. 

Essa técnica garantiu a sobrevivência dessa antiga civilização pelo menos até 2.200 a.C., quando as monções diminuíram drasticamente e as chuvas foram reduzidas até praticamente desaparecerem por quase 300 anos, provocando o fim das cidades próximas às margens do Kotla Dahar.

Imagem: KennyOMG - Wikipedia Commons / CC BY-SA 3.0

Estátua gigantesca de Ramsés II é encontrada sob esgoto no Egito

Achado é um dos mais importantes da história. Estátua tem 3 mil anos de idade.



Arqueólogos egípcios e alemães fizeram uma descoberta e tanto. No dia 9 março, sob o esgoto de uma favela do Cairo, desenterraram pedaços de uma gigantesca estátua do faraó Ramsés II. Por enquanto foram encontrados apenas o busto e parte da cabeça do faraó. 

Os fragmentos são feitos de quartzito e compõem uma estrutura que, acreditam os arqueólogos, tem cerca de 8 metros de altura. Ainda é preciso localizar a base inferior da estátua.

Junto à descoberta foram encontrados também uma estátua menor do faraó Seti II, neto de Ramsés II, hieróglifos, parte de um obelisco e vestígios de um templo. 

As peças devem compor o acervo do Grande Museu Egípcio, que deverá ser aberto em 2018.


Vejam o vídeo: Clique aqui

Fonte: Galileu 
Imagem: Shutterstock

Arqueólogos encontram estátua de alabastro da avó de Tutancâmon

A estátua da rainha foi qualificada pelo ministro de Antiguidades egípcio, Khaled al Anani, como 'grande, formosa e única'.


 Uma missão arqueológica euro-egípcia encontrou em Luxor, no sul do Egito, uma estátua de alabastro da rainha Tiye, esposa do faraó Amenhotep 3º, e avó do faraó menino, Tutancâmon.
A estátua da rainha foi qualificada pelo ministro de Antiguidades egípcio, Khaled al Anani, como "grande, formosa e única", segundo um comunicado ministerial.
A obra foi achada em um templo funerário de Amenhotep 3º, na região de Kom al Hitan, situada na margem oeste do rio Nilo em sua passagem por Luxor.

Estátua da rainha foi qualificada pelo ministro de Antiguidades egípcio, Khaled al Anani, como 'grande, formosa e única'. (Foto: Ministry of State for Antiquities).
Essa estátua está esculpida na parte inferior da perna direita de uma estátua de dimensões colossais de seu marido, que foi o nono governante da 18ª dinastia faraônica e cujo reinado se prolongou durante 38 anos.
Segundo Al Anani, é a primeira vez que se descobre uma estátua de alabastro da rainha Tiye no interior do templo funerário de seu marido, já que as demais reproduções encontradas são de rocha.
A arqueóloga armênia Hourig Sourouzian, chefe da missão, explicou que a descoberta da escultura ocorreu de maneira "fortuita", quando se levantava a parte inferior do colosso de Amenhotep 3º.
Sourouzian destacou o bom estado de conservação da obra e ressaltou que ainda conserva as antigas cores com as quais foi pintada. Neste sentido, indicou que a escultura necessitará de um delicado trabalho de consolidação e de restauração.

Fonte: G1

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